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Além dos módulos padronizados típicos de um sistema de gerenciamento de bibliotecas, à medida que o mercado se tornou mais competitivo, muitos sistemas foram acrescentando outros recursos. Considere as afirmativas abaixo no que tange às categorias desses recursos.
I → Alguns sistemas incluem um módulo de informação comunitária, que é frequentemente similar ao módulo do catálogo online de acesso público, no que concerne às buscas e visualização dos registros.
II → Outros sistemas, principalmente os que têm origem em bibliotecas especializadas, oferecem recursos especiais para a criação de boletins, como os de notificação corrente ou listas de novas aquisições, tanto em papel quanto em formato eletrônico.
III → Alguns sistemas possuem recursos de escritório eletrônico, com processamento de textos e correio eletrônico, que facilitam efetuar os processos básicos.
Está(ão) correta(s)
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A era da impaciência
Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário
A vida no século XXI pode não ser maravilhosa como sugerem as propagandas de telefones celulares, graças aos consideráveis impactos sociais provocados pela onipresença das novas tecnologias de comunicação e informação. Dois filmes recentes tratam do tema: Disconnect (2012) e Men, Women & Children (2014). As duas obras adoçam seu olhar crítico com uma visão humanista. O grande tema é a vida contemporânea, marcada pelo consumo de bens e estilos e povoada pelas doenças da sociedade moderna: bullying, identidades roubadas, comunicações mediadas e relações fragilizadas. No centro dos dramas, estão a internet e as mídias sociais.
Se determinados impactos sociais já são notáveis, alguns efeitos econômicos ainda estão sendo descobertos. No dia 17 de fevereiro de 2015, Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra, realizou uma palestra para estudantes da University of East Anglia. O tema foi crescimento econômico.
Haldane inicia mostrando que o crescimento econômico é uma condição relativamente recente na história da humanidade, começou há menos de 300 anos. Três fases de inovação marcaram essa breve história do crescimento: a Revolução Industrial, no século XVIII, a industrialização em massa, no século XIX, e a revolução da tecnologia da informação, na segunda metade do século XX. Qual a fonte primária do crescimento econômico? Em uma palavra, paciência. Na visão do economista, é a paciência que permite poupar, o que por sua vez financia os investimentos que resultam no crescimento. Combinada com a inovação tecnológica, a paciência move montanhas. Existem também, lembra Haldane, fatores endógenos, a exemplo de educação e habilidades, cultura e cooperação, infraestrutura e instituições. Todos se reforçam mutuamente e funcionam de forma cumulativa. Pobres os países que não conseguem desenvolvê-los.
De onde veio a paciência? Da invenção da impressão por tipos móveis, por Gutenberg, no século XV, que resultou na explosão da produção de livros, sugere Haldane. Os livros levaram a um salto no nível de alfabetização e, em termos neurológicos, “reformataram” nossas mentes, viabilizando raciocínios mais profundos, amplos e complexos. Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
E os avanços tecnológicos contemporâneos, terão o mesmo efeito? Haldane receia que não. Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário. Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção, e menor nossa capacidade de análise. E nossa paciência sofre com o processo.
Hipnotizados por tablets e smart phones, vivemos em uma sociedade assolada pelo transtorno do déficit de atenção e pela impaciência crônica. Não faltam exemplos: alunos lacrimejam e bocejam depois de 20 minutos de aula; leitores parecem querer textos cada vez mais curtos, fúteis e ilustrados; executivos saltam furiosamente sobre diagnósticos e análises e tomam decisões na velocidade do som; projetos são iniciados e rapidamente esquecidos; reuniões iniciam sem pauta e terminam sem rumo.
Haldane conclui que os ingredientes do crescimento ainda são misteriosos, mas que a história aponta para uma combinação complexa de fatores tecnológicos e sociológicos. É prudente observar que o autor não está sugerindo uma relação direta entre o crescimento das mídias sociais e a estagnação econômica que vem ocorrendo em muitos países. Sua análise é temporalmente mais ampla, profunda e especulativa. Entretanto, há uma preocupação clara com os custos cognitivos da “revolução” da informação, que se somam aos custos sociais tratados nos dois filmes que abriram esta coluna. Não é pouco.
Fonte: Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/840/a-era-da-impaciencia-5039.html>.
Acesso em: 6 de maio de 2016. (Adaptado)
Observe o seguinte fragmento:
Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
Na organização das orações no período e do período no texto, as escolhas linguísticas expressam que
I → o fator responsável pela ampliação da capacidade mental alavanca a tecnologia.
II → o raciocínio apresentado não tem caráter generalizante, aplicável a qualquer situação.
III → se desencadeia um processo mental no ser humano a partir de um fator externo.
Está(ão) correta(s)
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A acidez de um solo caracteriza-se pelo valor de pH e o caráter ácido aumenta à medida que o pH do solo diminui. Considerando a acidez do solo, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada alternativa.
( ) A acidez não trocável refere-se à quantidade de hidrogênio ligado aos grupos funcionais dos coloides orgânicos (MO) e inorgânicos.
( ) A acidez trocável refere-se à quantidade de Na+3 adsorvido pelas cargas negativas do solo (CTC) e tem a função de bloquear as cargas e manter um equilíbrio com a solução do solo.
( ) A acidez ativa é a quantidade de H2O+ presente na solução do solo e, por ser tão pequena, é medida em valores de pH (- log H2O+).
A sequência correta é
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Para responder à questão, considere a figura que ilustra um canal óptico completo.

Sabendo que a atenuação máxima prevista pela norma ABNT NBR14565:2013 é de 3,9 dB, o número de emendas que podem ser adicionadas no enlace óptico é
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A violência contra o idoso é um fenômeno mundial e faz parte da nossa sociedade. A violência refere-se às diferentes formas, métodos e meios de aniquilamento de uma pessoa ou de sua coação direta ou indireta. Compreender o significado de violência e acidentes é fundamental, pois lesões que poderiam, num primeiro olhar, ser atribuídas a acidentes são, às vezes, frutos de violência e negligência. Com relação aos tipos de violência, numere os parênteses de acordo com a coluna à esquerda.
1 → Abandono
2 → Abuso
3 → Negligência
( ) recusa ou omissão de cuidados devidos e necessários aos idosos.
( ) ação (agressões verbais ou gestuais) ou omissão que causam danos à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa idosa.
( ) ausência ou deserção dos responsáveis de prestarem auxílio a uma pessoa idosa que necessite de proteção.
A sequência correta é
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A entrevista é uma das práticas jornalísticas mais antigas. Em veículos de comunicação, como o rádio, ela adquire importância ainda maior, pois pode transmitir emoção através da fala não só do entrevistado, como também do entrevistador. Há uma habilidade que o jornalista aprimora com o tempo, a de conseguir tirar do entrevistado mais do que ele gostaria de dizer sobre determinado assunto. Tendo isso em mente, leia as afirmativas sobre entrevista jornalística no rádio.
I → A entrevista deve ter começo, meio e fim. Planeje o tempo disponível e informe-se sobre o que vai perguntar. A falta de preparo pode dar ao entrevistado a chance de transformar a entrevista em palanque público, utilizando o veículo para os seus próprios interesses.
II → As perguntas devem ser longas, a fim de contextualizar o assunto. Também é aconselhável que, para dar mais ritmo à fala do entrevistado, se faça mais de uma pergunta no mesmo questionamento. Isso passa mais clareza ao ouvinte.
III → Informe ao ouvinte o nome, cargo e função do entrevistado apenas no início e no final da entrevista, independentemente de quanto tempo ela durar. Falar isso mais do que o necessário pode irritar o ouvinte e o entrevistado.
IV → Os entrevistados devem ser tratados com respeito, mas sem formalismos, como Vossa Excelência. Opte por tratamentos como: senhoras, senhores, delegados, empresários, líderes sindicais, políticos, etc.
Está(ão) correta(s)
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Segundo a lei que regulamenta a profissão de tradutor/ intérprete de Língua Brasileira de Sinais/ Língua Portuguesa, os profissionais poderão ser avaliados por um exame nacional que certificará sua atuação.
Assinale a alternativa que corresponde a esse exame.
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Na análise de projetos de estabilidade dos taludes, pode-se levar em conta coeficientes de segurança, ensaios laboratoriais e de campo ou ainda orientações provenientes de manuais técnicos, apostilas didáticas e recomendações empíricas. Para essas análises, os parâmetros determinados no solo são:
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A era da impaciência
Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário
A vida no século XXI pode não ser maravilhosa como sugerem as propagandas de telefones celulares, graças aos consideráveis impactos sociais provocados pela onipresença das novas tecnologias de comunicação e informação. Dois filmes recentes tratam do tema: Disconnect (2012) e Men, Women & Children (2014). As duas obras adoçam seu olhar crítico com uma visão humanista. O grande tema é a vida contemporânea, marcada pelo consumo de bens e estilos e povoada pelas doenças da sociedade moderna: bullying, identidades roubadas, comunicações mediadas e relações fragilizadas. No centro dos dramas, estão a internet e as mídias sociais.
Se determinados impactos sociais já são notáveis, alguns efeitos econômicos ainda estão sendo descobertos. No dia 17 de fevereiro de 2015, Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra, realizou uma palestra para estudantes da University of East Anglia. O tema foi crescimento econômico.
Haldane inicia mostrando que o crescimento econômico é uma condição relativamente recente na história da humanidade, começou há menos de 300 anos. Três fases de inovação marcaram essa breve história do crescimento: a Revolução Industrial, no século XVIII, a industrialização em massa, no século XIX, e a revolução da tecnologia da informação, na segunda metade do século XX. Qual a fonte primária do crescimento econômico? Em uma palavra, paciência. Na visão do economista, é a paciência que permite poupar, o que por sua vez financia os investimentos que resultam no crescimento. Combinada com a inovação tecnológica, a paciência move montanhas. Existem também, lembra Haldane, fatores endógenos, a exemplo de educação e habilidades, cultura e cooperação, infraestrutura e instituições. Todos se reforçam mutuamente e funcionam de forma cumulativa. Pobres os países que não conseguem desenvolvê-los.
De onde veio a paciência? Da invenção da impressão por tipos móveis, por Gutenberg, no século XV, que resultou na explosão da produção de livros, sugere Haldane. Os livros levaram a um salto no nível de alfabetização e, em termos neurológicos, “reformataram” nossas mentes, viabilizando raciocínios mais profundos, amplos e complexos. Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
E os avanços tecnológicos contemporâneos, terão o mesmo efeito? Haldane receia que não. Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário. Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção, e menor nossa capacidade de análise. E nossa paciência sofre com o processo.
Hipnotizados por tablets e smart phones, vivemos em uma sociedade assolada pelo transtorno do déficit de atenção e pela impaciência crônica. Não faltam exemplos: alunos lacrimejam e bocejam depois de 20 minutos de aula; leitores parecem querer textos cada vez mais curtos, fúteis e ilustrados; executivos saltam furiosamente sobre diagnósticos e análises e tomam decisões na velocidade do som; projetos são iniciados e rapidamente esquecidos; reuniões iniciam sem pauta e terminam sem rumo.
Haldane conclui que os ingredientes do crescimento ainda são misteriosos, mas que a história aponta para uma combinação complexa de fatores tecnológicos e sociológicos. É prudente observar que o autor não está sugerindo uma relação direta entre o crescimento das mídias sociais e a estagnação econômica que vem ocorrendo em muitos países. Sua análise é temporalmente mais ampla, profunda e especulativa. Entretanto, há uma preocupação clara com os custos cognitivos da “revolução” da informação, que se somam aos custos sociais tratados nos dois filmes que abriram esta coluna. Não é pouco.
Fonte: Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/840/a-era-da-impaciencia-5039.html>.
Acesso em: 6 de maio de 2016. (Adaptado)
Marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas sobre escolhas linguísticas evidenciadas na construção do quarto, quinto e sexto parágrafos.
( ) Com o emprego do pronome nossa(s), cria-se o efeito de se deslocar o foco de observação da realidade mais ampla, designada no título como era da impaciência, para o âmbito do contexto brasileiro, mais próximo.
( ) O segmento Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção pode ser reescrito, sem alteração de sentido, como
( ) À medida que o acesso a informações aumenta, nossa capacidade de atenção diminui. Com o verbo viver flexionado na primeira pessoa do plural, cria-se o efeito de as análises e reflexões apresentadas dizerem respeito à realidade tanto do produtor do texto quanto do seu leitor.
A sequência correta é
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Para responder à questão, considere o texto 'Context'.
Texto IV
Context
How people see the world is generally informed by their own experiences, values, norms and learning. From the earliest periods of colonisation, ill-formed perceptions and assumptions about the values and ways of Aboriginal and Torres Strait Islander cultures and social organisation have emerged from the comparison of the Aboriginal and Torres Strait Islander world to the spiritual, social, political and economic perspectives of European colonizers. Colonists judged the civility and worthiness of Aboriginal and Torres Strait Islander cultures and societies by the degree to which they perceived it conforming to European customs and norms. Not surprisingly the early observers knew nothing about Aboriginal and Torres Strait Islander Peoples and cultures. The substantial errors of judgement that followed have had a significant impact on Aboriginal and Torres Strait Islander Peoples ever since. Non-Aboriginal society has, however, increasingly improved its knowledge of the ways and life of Aboriginal and Torres Strait Islander cultures. Gradually, decisionmakers started to recognise that Aboriginal people held cultural values and principles that provided the basis for orderly Aboriginal and Torres Strait Islander societies. Clearly, however, much remains to be done to ensure the genuine recognition of the fundamental values and principles of Aboriginal and Torres Strait Islander cultures within Australian society and its institutions. When making judgements about Aboriginal and Torres Strait Islander Peoples, Australia and its public institutions must acknowledge the history, and bridge the difference in cultural outlooks to find a fair, respectful and ethical way forward. These Guidelines are designed to help fulfill these obligations. This document does not use the term Indigenous. While this term has been used recently, most Aboriginal and Torres Strait Islander Peoples prefer terms that better reflect their cultural identity such as Nyoongar, Koori, Murri, Ngaanyatjarra, Nunga and Palawa. This is about more than just language. It is a reflection of real cultural diversity.
Assinale a alternativa que contém a tradução adequada para o segmento "ill-formed perceptions and assumptions about the values and ways of Aboriginal and Torres Strait Islander cultures and social organisation".
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