Foram encontradas 50 questões.
O Regimento Geral da Universidade Federal de Santa Maria disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos da universidade, nos planos didático-científicos, administrativo, disciplinar e de gestão financeira e patrimonial.
A partir do que se encontra disposto no Regimento, associe os órgãos da UFSM apresentados na coluna à esquerda às descrições destacadas na coluna à direita.
(1) Conselho Universitário
(2) Secretaria dos Conselhos Superiores
(3) Secretaria de Apoio Internacional
(4) Departamento de Contabilidade e Finanças
( ) Tem por competência, dentre outras atribuições, fornecer aos órgãos de controle interno e externo do Governo peças e elementos exigidos por lei ou por solicitação dos órgãos competentes.
( ) Compete divulgar a importância dos vínculos que a UFSM possui com o exterior por meio do intercâmbio acadêmico, da mobilidade de conhecimentos e dos contatos profissionais e interinstitucionais, dentre outras atribuições.
( ) É o órgão máximo, normativo, deliberativo e de planejamento nos planos acadêmico, administrativo, financeiro, patrimonial e disciplinar.
A sequência correta é
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
Na função de sujeito gramatical, é colocado um segmento referindo ou retomando um ente inanimado representado como um agente realizador de ações pertinentes à esfera das atividades humanas.
Tenha em mente essa estratégia ao ler os fragmentos a seguir.
I → "Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais, etc" [...] (ℓ.50-51).
II → A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados [...] (ℓ.58-63).
III → Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos [...] (ℓ.76- 79).
A estratégia descrita está evidenciada apenas no(s)
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A seguir, apresentam-se diferentes reescritas para a última oração do fragmento [...] e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. (ℓ .87-89).
I → [...] para que seja reduzida a ilegalidade e seus danos.
II → [...] para que sejam reduzidos a ilegalidade e seus danos.
III → [...] para que a ilegalidade e seus danos sejam reduzidos.
Qual(is) reescrita(s) está(ão) de acordo com a norma-padrão da escrita?
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
Com a frase final do primeiro parágrafo (ℓ.8-11), introduz-se um novo argumento. Tendo isso em mente, leia as reescritas a seguir.
I →Claro, ainda hámatas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus; grande parte delas, contudo, abastece siderúrgicas e empresas de celulose e papel.
II → Além disso, ainda há matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, que abastecem em grande parte siderúrgicas e empresas de celulose e papel.
III →É fato que ainda hámatas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus; por outro lado, grande parte delas abastece siderúrgicas e empresas de celulose e papel.
A coesão textual e a relação lógica entre o esgotamento das reservas nativas, a existência de matas plantadas e o abastecimento de setores empresariais expressadas no texto são mantidas na(s) frase(s) reescrita(s) apresentada(s)
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
Ao longo de um texto, uma mesma palavra pode ser usada para expressar diferentes noções semânticas e/ou para integrar locuções com valor retórico, sendo, pois, funcionalmente polivalente.
Nas alternativas, estão sublinhadas palavras que servem como evidência da exploração no texto dessa polivalência, EXCETO
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
No desenvolvimento do tema, articularam-se diferentes pontos de vista sobre iniciativas para coibir as fraudes, de que é exemplo o fragmento "O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobremmeios de 'lavar' a madeira", alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra de madeira legal rastreada (ℓ.66-70).
Tendo isso em mente, considere a seguinte reescrita para o alerta feito por Moura Costa:
O controle é bastante sofisticado; os fraudadores, ....................., sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, diz Maurício deMoura Costa.
Assinale a alternativa que preenche adequadamente o espaço pontilhado de modo a se manter a mesma escolha linguística por uma oração coordenada sindética adversativa e sua eficácia argumentativa.
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
O elemento sublinhado expressa, semanticamente, uma relação de posse e é empregado como elemento coesivo ao estabelecer uma relação entre um referente apresentado anteriormente no texto (o possuidor) e outro introduzido posteriormente (a coisa possuída).
Essa dinâmica explica o funcionamento dos pronomes possessivos apresentados em todas as alternativas, EXCETO em
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
No terceiro parágrafo (ℓ.29-43), identificam-se crimes praticados nos caminhos da ilegalidade. O primeiro é referido como a derrubada de árvores em áreas não autorizadas (ℓ.30-31) e os outros são nomeados, na sequência. À semelhança de derrubada, todos os delitos podem ser referidos por meio de substantivos.
Assinale a alternativa que apresenta a correta expressão do crime como substantivo, observada a regência requerida.
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Considere a figura apresentada e as afirmativas formuladas a partir dela.

Em se tratando da compra responsável da madeira, as obras da construção civil, empregando apenas 14% da produção, são um segmento com grande potencial de expansão. Em polos opostos, estão o setor moveleiro, com somente 6% do destino da madeira certificada, e a indústria do papel e celulose, com 80% do consumo. Para a mudança desse quadro, um dos desafios é alterar a tendência de os empresários substituírem a madeira por receio de estarem consumindo um produto ilegal.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa.
( ) Se o segmento Em se tratando da for reescrito como Em referência a , criam-se condições para a ocorrência da crase.
( ) Sem prejuízo do sentido e da coerência, o segmento Em polos opostos pode ser reescrito como Contraditoriamente.
( ) Sem alteração da adequação à norma-padrão da escrita, o verbo auxiliar da locução estarem consumindo pode ser reescrito na forma singular.
A sequência correta é
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
No segundo parágrafo (ℓ.12-28), explorou-se o adjetivo em sua potencialidade como índice de avaliação, recurso para expressar uma valoração do referente.
O segmento que comprova essa afirmativa é
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