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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal enumera, na Seção II, no inciso XIV, os deveres do servidor.
Considerando os deveres do Servidor Público, assinale a alternativa INCORRETA.
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Executivo Federal prevê regras deontológicas.
Analise as afirmativas a seguir, quanto à correspondência a essas regras.
I → Os repetidos erros, o descaso e o acúmulo de desvios tornam-se, às vezes, difíceis de corrigir e caracterizam até mesmo imprudência no desempenho da função pública.
II → O servidor deve prestar toda a sua atenção às ordens legais de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento e, assim, evitando a conduta negligente.
III → O servidor público que deixar qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, caracteriza não apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas, principalmente, grave dano moral aos usuários dos serviços públicos.
IV → A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, integra-se na vida particular de cada servidor público.
Está(ão) correta(s)
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As misturas asfálticas a quente podem ser subdivididas pela graduação dos agregados e fíler. Considere as descrições dos três tipos mais usuais de misturas asfálticas a quente.
Graduação _______________: curva granulométrica contínua e bem graduada de forma a proporcionar um esqueleto mineral com poucos vazios, visto que os agregados de dimensões menores preenchem os vazios dos maiores. Exemplo: concreto asfáltico (CA).
Graduação _______________: curva granulométrica uniforme com agregados quase exclusivamente de um mesmo tamanho, de forma a proporcionar um esqueleto mineral com muitos vazios interconectados, com insuficiência de material fino (menor que 0,075 mm) para preencher os vazios entre as partículas maiores, com o objetivo de tornar a mistura com elevado volume de vazios com ar e, portanto, drenante, possibilitando a percolação de água no interior da mistura asfáltica. Exemplo: mistura asfáltica drenante, conhecida no Brasil por camada porosa de atrito (CPA).
Graduação _______________: curva granulométrica com proporcionamento dos grãos de maiores dimensões em quantidade dominante em relação aos grãos de dimensões intermediárias, completados por certa quantidade de finos, com o objetivo de tornar o esqueleto mineral mais resistente à deformação permanente com maior número de contatos entre os agregados graúdos. Exemplo: matriz pétrea asfáltica ( stone matrix asphalt – SMA).
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Com relação ao projeto de fundações superficiais, associe a nomenclatura apresentada na coluna à esquerda às descrições apresentadas na coluna à direita.
(1) Sapata
(2) Bloco
(3) Radier
(4) Viga de equilíbrio
( ) Elemento de fundação superficial, de concreto armado, isolado ou associado, dimensionado de modo que as tensões de tração nele resultantes sejam resistidas pelo emprego de armadura especialmente disposta para esse fim.
( ) Elemento de fundação superficial que abrange todos os pilares de uma estrutura, distribuindo os carregamentos.
( ) Elemento estrutural que recebe as cargas de um ou dois pilares (ou pontos de carga) e é dimensionado de modo a transmiti-las centradas às fundações.
A sequência correta é
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Tendo por base o Código de Obras e Edificações do Município de Santa Maria em vigor, analise as afirmativas a seguir sobre iluminação e ventilação dos compartimentos.
I → Todos os compartimentos, exceto os compartimentos principais, podem ser iluminados artificialmente e ventilados através de dutos de ventilação, verticais ou horizontais, e/ou através de equipamentos mecânicos.
II → Banheiros, cozinhas e dormitório de serviço podem ser iluminados e ventilados através das áreas de serviço iluminadas e ventiladas para o exterior, desde que o vão de iluminação e ventilação seja igual à soma dos vãos de iluminação e ventilação das dependências que integrarem e formarem o conjunto.
III → Não pode haver aberturas para iluminação e ventilação em paredes levantadas sobre a divisa do terreno ou a menos de 1,20 m (um metro e vinte centímetros) de distância da divisa.
IV → Nos compartimentos principais, a soma total das áreas dos vãos de iluminação e ventilação tem seus valores mínimos de 1/12 e 1/24, respectivamente, da área do compartimento em epígrafe.
Está(ão) correta(s)
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om a ABNT NBR 15.575 (2013): Edificações
Habitacionais – Desempenho, é aguardada
uma mudança de cultura na engenharia
habitacional, passando pelos processos de criação,
edificação e manutenção, que deverão ter um olhar
mais criterioso, desde a concepção, passando pela
definição de projeto, elaboração de plano de qualidade
do empreendimento e de um manual abrangente
de operação, uso e manutenção da edificação,
contendo as informações necessárias para orientar
estas atividades, na espera de uma produção mais
qualificada.
“
Fonte: Desempenho de edificações habitacionais: guia orientativo
para atendimento à norma ABNT NBR 15575 (2013).
Câmara Brasileira da Indústria da Construção.
Fortaleza: Gadioli Cipolla Comunicação, 2013. (Adaptado)
A especificação dos materiais e sistemas que compõem uma edificação deve ser realizada de maneira a garantir requisitos especificados de desempenho para os parâmetros físicos ou mecânicos analisados, por exemplo, resistência mecânica, isolamento térmico, entre outros.
De acordo com a norma técnica citada, conceitua-se Vida Útil (VU) como sendo
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A Floresta Amazônica está mais ligada a nós do que a geografia pode sugerir. Ela é hoje o principal alvo de exploração madeireira no Brasil, já que seus maiores consumidores – as regiões Sul e Sudeste do país – esgotaram suas vegetações nativas (de peroba-rosa e pinho-doparaná, sobretudo) e hoje recorrem a seu território para suprir a demanda. Sim, há ainda matas plantadas, especialmente de eucalipto e pínus, mas grande parte delas abastece empresas de celulose e papel e siderúrgicas.
O piso da sala, as portas e janelas, os móveis, a estrutura, as fôrmas empregadas na obra... Difícil encontrar quem não tenha madeira em casa. Por isso mesmo, combater a derrubada criminosa e as diversas fraudes hoje imiscuídas nessa cadeia é tarefa de todos: significa manter a floresta de pé em tempos de mudanças climáticas e não apoiar via consumo um negócio bilionário que envolve corrupção, trabalho escravo, conflitos fundiários e sonegação de impostos. “Cerca de 80% da produção amazônica é ilegal e isso torna enorme o risco de uma pessoa levar esses cortes para casa”, afirma Aline Tristão, diretora executiva do Conselho de Manejo Florestal (FSC), a principal entidade certificadora do país, que atesta a origem responsável da matéria-prima florestal, do cultivo à venda – indo além da chancela da legalidade.
Os caminhos da ilegalidade são muitos. É comum a derrubada de árvores em áreas não autorizadas, como unidades de conservação, terras indígenas e beiras de rios. Outros crimes são retirar volumes maiores do que os permitidos nas licenças de exploração e extrair espécimes diferentes das especificadas, favorecendo as mais valiosas. Ocorrem também fraudes documentais, quando a madeira ilegal adquire documentação oficial. Exemplos: utilizar créditos de uma área autorizada, mas que não será explorada, para lavar madeira roubada; inflar inventários florestais para aumentar o volume de espécies valiosas permitidas; adulterar o sistema oficial (com ajuda de funcionários públicos), gerando créditos fictícios.
Entender esse complexo mercado é o primeiro passo no combate a essa situação. A concorrência desleal do mercado ilícito é responsável por desmatamentos e condições precárias de trabalho. A madeira ilegal não assume diversos custos criados no caminho entre a floresta e o consumidor, explica Aline. “Ela não paga impostos, não oferece direitos a trabalhadores, gera impactos socioambientais etc ”. Já a certificada, além de cumprir a legislação, inclui vantagens sociais e ambientais que, embora custem mais, incentivam o desenvolvimento sustentável do setor. “Não é a madeira certificada que é mais cara, mas, sim, a ilegal, que é falsamente barata”, complementa a diretora do FSC.
A produção brasileira de madeira é monitorada pelo Documento de Origem Florestal (o Sistema DOF) e pelo novo Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), os quais em breve serão combinados com outros bancos de dados de modo a rastrear a cadeia da madeira. “Essa mudança tende a ser um marco, pois tudo ficará digital”, avalia Aline Tristão. “O controle é bastante sofisticado, mas os fraudadores sempre descobrem meios de 'lavar' a madeira, alerta Maurício de Moura Costa, diretor da Bolsa de Valores Ambiental (BVRio), plataforma para compra e venda de madeira legal rastreada. Ele se refere a um efeito perverso da informatização: possibilitar que os lotes ilícitos cheguem ao consumidor com documentação aparentemente regular. “Para evitar riscos, muitas construtoras substituíram o material por cerâmica no revestimento e alumínio e PVC em portas e janelas. Mas isso mata a economia da floresta, a qual precisa se fortalecer para combater o desmatamento, arrecadar impostos e gerar empregos”, alega Moura Costa, autor de um relatório recente da BVRio que traça um diagnóstico amplo e propõe bancos de dados para inibir a clandestinidade.
Na base da história, no entanto, está o cidadão. “Madeira ilegal tem fornecedor, mas também consumidor”, diz o arquiteto Marcelo Aflalo, de São Paulo. Na realidade, da floresta até a nossa casa, o caminho é longo e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. Fraudes na cadeia produtiva comprometem a sustentabilidade da floresta e impedem o crescimento de um importante setor da economia. Cabe, portanto, ao cidadão consumir com segurança e responsabilidade e fazer disso um ato de combate à corrupção no país.
A seguir, apresentam-se diferentes reescritas para a última oração do fragmento [...] e, mesmo com o avanço das tecnologias de controle, ainda há muito a ser feito para reduzir a ilegalidade e seus danos. (ℓ.87-89).
I → [...] para que seja reduzida a ilegalidade e seus danos.
II → [...] para que sejam reduzidos a ilegalidade e seus danos.
III → [...] para que a ilegalidade e seus danos sejam reduzidos.
Qual(is) reescrita(s) está(ão) de acordo com a norma padrão da escrita?
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