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Considerando a Lei Federal n°12305/2010, que estabelece a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, considere as afirmativas a seguir.
I → Os responsáveis pelo plano de gerenciamento de resíduos sólidos manterão atualizadas e disponíveis ao órgão municipal competente, ao órgão licenciador do Sisnama e a outras autoridades informações completas sobre a implementação e a operacionalização do plano sob sua responsabilidade.
II→Dentre as etapas na elaboração de umplano de gerenciamento de resíduos sólidos está o diagnóstico, em que deverão ser apresentadas, dentre outras informações, a quantidade e qualidade dos resíduos gerados, incluindo os passivos ambientais a eles relacionados, assim como as medidas saneadoras desses passivos.
III → A Universidade Federal de Santa Maria não tem a responsabilidade de arcar com os custos de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos que, gerados em suas dependências, tenham características similares aos resíduos sólidos domiciliares, sendo esta responsabilidade do município.
Está(ão) correta(s)
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".
Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.
Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento socialI).
Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-históricoII).
No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.
Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.
É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédioIII). Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.
Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Ao longo do texto, o pronome nos produz o efeito de sentido de inclusão do leitor nas discussões em andamento. Atentando para a relação desse pronome com o verbo que ele acompanha, observa-se que, na maioria das ocorrências, o leitor é representado como beneficiário da ação verbal ou como paciente dela. Tendo essas informações em mente, analise as seguintes ocorrências:
I → [...] mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinadomomento social.
II → [...] mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.
III → [...] o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio.
O leitor é representado através do pronome nos como beneficiário apenas em
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A avaliação do ciclo de vida (ACV) é uminstrumento para compilar e avaliar os impactos ambientais de um produto ou serviço ao longo do seu ciclo de vida.
Com relação às fases de uma ACV, assinale a alternativa INCORRETA.
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Um sistema de abastecimento de água engloba diversas unidades, como captação, adução, estação de tratamento, reservação, estações elevatórias e rede de distribuição. Na rede de distribuição de água, ocorre a disponibilização de água potável aos consumidores.
Considerando a norma ABNT NBR 12218:2017, é correto afirmar que
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".
Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.
Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.
Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.
No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.
Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma
busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.
É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os
cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.
Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado)
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Considere as afirmativas sobre o conteúdo e a organização linguística do texto.
I → Sem prejuízo da coesão e da coerência, a expressão Contra essa crença (ℓ.7) poderia ser reescrita como Contra essa falácia da imparcialidade da fotografia.
II → As ideias de José de Souza Martins vão ao encontro da tese de que a fotografia é um espelho do real, um registro documental isento.
III → Sobre o sociólogo em foco na reportagem, infere-se que a sua tese sobre a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual está baseada também em sua experiência pessoal com a fotografia.
Está(ão) correta(s)
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".
Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.
Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.
Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.
No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.
Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.
É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.
Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa sobre sinais de pontuação.
( ) Os parênteses poderiam substituir os travessões empregados e destacados no texto, sem prejuízo da correção gramatical .
( ) A conjunção pois poderia substituir os dois pontos empregados e destacados no texto, sem prejuízo da coesão e da coerência.
( ) Os dois pontos foram explorados no último parágrafo como sinais gráficos para assinalar, respectivamente, uma explicação e a introdução do discurso citado.
A sequência correta é
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Considerando as definições estabelecidas pela norma ABNT NBR 12209:2011, correlacione as definições na primeira coluna com os tratamentos na segunda coluna.
| (1) Conjunto de operações e processos | ( ) Tratamento |
| (2) Conjunto de operações e processos | ( ) Tratamento |
| (3) Conjunto de operações e processos | ( ) Tratamento |
| (4) Conjunto de operações e processos | ( ) Tratamento |
| (5) Conjunto de operações e processos |
A sequência correta é
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Considerando as definições estabelecidas pela norma ABNT NBR 9649:1986, correlacione as estruturas do sistema de coleta de esgoto na primeira coluna com suas definições apresentadas na segunda coluna.
| (1) Coletor de | ( ) Tubulação que recebe esgoto exclusivamente na extremidade de montante. |
| (3) Coletor | ( ) Tubulação da rede coletora que recebe apenas contribuição de esgoto de coletores. |
| (4) Emissário | ( ) Tubulação da rede coletora que recebe contribuição de esgoto dos coletores prediais em qualquer ponto ao longo de seu comprimento. |
| (5) Trecho |
A sequência correta é
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A partir do que se encontra disposto na Lei nº 9.784/1999 que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, considere as afirmativas a seguir.
I → Nos processos administrativos, a atuação deve seguir padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé.
II → O administrado tem direito de ter ciência da tramitação dos processos administrativos em que tenha a condição de interessado, ter vista dos autos, obter cópias de documentos neles contidos e conhecer as decisões proferidas.
III → O requerimento inicial para instauração de processo administrativo deve ser formulado somente por escrito, sendo vedada, em qualquer hipótese, a solicitação oral.
IV→É impedido de atuar emprocesso administrativo o servidor ou autoridade que tenha interesse direto ou indireto na matéria.
Está(ão) correta(s)
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Considerando o que se encontra previsto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.
( ) É proibida a diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil.
( ) A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para manter a integridade nacional, dentre outras hipóteses previstas no art. 34 da Constituição Federal.
( ) A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, pessoalidade, moralidade, sigilo dos atos públicos e eficiência.
A sequência correta é
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