Foram encontradas 98 questões.
A reumatologia é uma especialidade que muito se desenvolveu nos últimos anos. Dentre as especialidades médicas, está entre as mais "jovens", tanto é que muitas das doenças reumáticas são melhor definidas já no século XX. Nos últimos 10 anos, porém, acompanhando o desenvolvimento da especialidades, muitos dos critérios que usamos para o diagnóstico das doenças reumáticas foram revisados e atualizados. Na artrite reumatoide especificamente houve mudança dos critérios diagnósticos, dentre os critérios de 1987 e os de 2010. Essa mudança nos critérios buscou, dentre outros objetivos:
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As lesões elementares fazem parte da Semiologia Médica da Pele e Anexos e são fundamentais para elaboração das hipóteses diagnósticas clínicas na dermatologia. Todas as lesões elementares descritas estão seguidas de suas respectivas doenças corretamente, EXCETO.
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Paciente, MRF, feminino, 34 anos, com histórico de ter realizado tratamento para hipertiroidismo por Doença de Graves, há 5 meses com iodo radioativo (15mCi). Vem à consulta para re-avaliação, sem queixas. Exames laboratoriais, nesta consulta : T3 e T4 livre, em níveis normais e TSH suprimido ( TSH = 0,05 mci/mL) -VR = (0,45 - 4,5 ). Sem usar drogas antitireoidianas (metimazol ou propiltiouracil). Ao exame físico: ritmo cardíaco regular, FC = 88 bpm. É CORRETO afirmar.
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A doença de Chagas representa uma condição infecciosa (com fase aguda ou crônica) classificada como enfermidade negligenciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estima-se em aproximadamente 6 a 7 milhões o número de pessoas infectadas em todo o mundo, a maioria na América Latina.
Migrações humanas não controladas, degradação ambiental, alterações climáticas, maior concentração da população em áreas urbanas e precariedade de condições socioeconômicas (habitação, educação, saneamento, renda, entre outras) inserem-se como determinantes e condicionantes sociais para a transmissão de T. cruzi ao homem.
Com relação ao tratamento antiparasitário da doença de Chagas, podemos afirmar.
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A partir de 2014, o Brasil passou a utilizar a nova classificação de dengue. Esta abordagem enfatiza que a dengue é uma doença única, dinâmica e sistêmica. Isso significa que a doença pode evoluir para remissão dos sintomas, ou pode agravar-se exigindo constante reavaliação e observação para que as intervenções sejam oportunas e que os óbitos não ocorram. A maioria dos sinais de alarme é resultante do aumento da permeabilidade vascular, a qual marca o inicio do deterioramento clínico do paciente e sua possível evolução para o choque por extravasamento de plasma. São Sinais de Alarme, EXCETO.
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A malária é a doença parasitária mais importante dos seres humanos, causando centenas de milhões de casos e cerca de um milhão de mortes por ano. A doença é endêmica na maior parte dos trópicos, incluindo grande parte das Américas do Sul e Central, da África, do Oriente Médio, do subcontinente indiano, do Sudeste da Ásia e da Oceania. A transmissão, a morbidade e a mortalidade são máximas na África, onde a maioria das mortes por malária ocorre em crianças jovens. A malária também é comum nos viajantes de áreas não endêmicas para os trópicos. São manifestações associadas à malária grave por P. falciparum variadas disfunções do sistema orgânico, EXCETO.
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O transplante de fígado é o procedimento de escolha para vários tipos de doenças hepáticas agudas ou crônicas, que levam à insuficiência hepática ou para pacientes com neoplasia hepática. Com relação ao transplante hepático, assinale a alternativa CORRETA.
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A insuficiência venosa crônica ( IVC) ou varizes de membros inferiores é uma queixa comum, na população em geral, e pode se apresentar desde pequenas veias varicosas discretamente assintomáticas até insuficiência venosa crônica grave.
Com relação a essa patologia, é CORRETO afirmar.
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A correção de hérnias incisionais abdominais (HIA) permanece como um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns, uma vez que ela ocorre em cerca de 11% das laparotomias. Vários são os fatores de risco que incluem: obesidade, idade avançada, desnutrição, múltiplas laparotomias, tipo de incisão e cuidados técnicos no fechamento da parede abdominal (incluindo a qualidade e diâmetro dos fios utilizados), infecção pósoperatória da ferida cirúrgica, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. No que diz respeito à classificação das HIA feita por Chevrel e Rath, podemos classificar como grande:
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Na história natural da litíase biliar, 40 a 60% dos portadores de colelitíase são assintomáticos. A incidência do desenvolvimento de sintomas varia de 10 a 30%, durante um seguimento de 2 a 15 anos.
Uma paciente assintomática de 62 anos, moradora de cidade, que fica a uma distância de 500 km da sua referência em saúde, após consulta e exames de rotina em um ambulatório de cirurgia geral, na capital de seu estado, recebeu o diagnóstico ultrassonográfico de colelitíase, com cálculo único de 1,2 cm e pólipo de 1,8 cm. Foi optado pela colecistectomia, a qual foi realizada sem intercorrências. Qual foi uma forte recomendação para a indicação do procedimento ?
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