Foram encontradas 40 questões.
- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e MétodosRepresentações GráficasFluxogramas
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalOrganograma
Cada vez mais as empresas procuram apresentar os manuais
de normas e de procedimentos, na forma de fluxogramas bem
elaborados. Marque a alternativa CORRETA.
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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalDelegação, Centralização e Descentralização
Leia a afirmativa a seguir e assinale a alternativa que completa
CORRETAMENTE a frase. Na departamentalização, a
descentralização é uma vantagem porque:
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Quanto à previsão normativa contida na Lei n° 9.394/1996
(LDB) sobre os diplomas de cursos superiores, assinale a
alternativa INCORRETA.
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Quanto ao incentivo à qualificação, definido na Lei n°
11.091/2005 (Lei do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos
em Educação), assinale a alternativa
INCORRETA.
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Assinale a alternativa INCORRETA. Nos termos da Lei
9.394/1996 (LDB), são cursos e programas abrangidos pela
educação superior:
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Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se
resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim
integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e
ocupação racional do solo, sobre como as cidades são
ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de
que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem
uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução
dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de
mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários
de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e
São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma
opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo,
há alternativas para quem quiser optar por não usar
o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal
efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos
deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o
trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem
diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por
isso que o especialista defende também ações de âmbito
metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só
transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que
vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta
para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse
aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de
massa, a integração entre os sistemas e a redução dos
deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de
soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda
com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que
também tem processos de suburbanização de várias classes
sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda
insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse
sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e
445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo
com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com
os congestionamentos, já descontados o que é considerado um
congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao
carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
I. A expressão: “coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral” (2.º parágrafo), estabelece a coesão lexical a fim de se referir a “Paulo Resende” (2.º parágrafo). II. Em “Suas recomendações” (3.º parágrafo), o pronome em destaque faz referência às recomendações de Paulo Resende. III. Expressões como: “o gestor público” (4.º parágrafo) e “o especialista” (7.º parágrafo), são mecanismos de coesão denominados de elipse nominal. IV. Em: “para ele” (10.º parágrafo), o termo em destaque é um mecanismo de coesão que possibilita a referência a um nome próprio expresso anteriormente.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Texto II

Fonte: Disponível em: <http://facebrodi.blogspot.com.br/2012/07/58-bilhoes-paramobilidade-urbana.html>. Acesso em: 27 jan. 2017. (texto adaptado).
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Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se
resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim
integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e
ocupação racional do solo, sobre como as cidades são
ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de
que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem
uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução
dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de
mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários
de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e
São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma
opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo,
há alternativas para quem quiser optar por não usar
o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal
efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos
deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o
trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem
diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por
isso que o especialista defende também ações de âmbito
metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só
transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que
vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta
para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse
aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de
massa, a integração entre os sistemas e a redução dos
deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de
soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda
com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que
também tem processos de suburbanização de várias classes
sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda
insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse
sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e
445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo
com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com
os congestionamentos, já descontados o que é considerado um
congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao
carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
I. Na frase, “Suas recomendações têm como base a constatação” (3.º parágrafo), há sujeito composto. II. Na frase, “Suas recomendações têm como base a constatação” (3.º parágrafo), o verbo „ter" está conjugado na 3.ª pessoa do plural, pois concorda com “suas recomendações”. III. Na frase, “Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana” (8.º parágrafo), não há sujeito (oração sem sujeito), pois se emprega o verbo “haver” no sentido de existir. IV. Na frase, “A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro” (12.º parágrafo), o sujeito da oração é “a mobilidade”.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se
resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim
integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e
ocupação racional do solo, sobre como as cidades são
ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de
que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem
uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução
dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de
mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários
de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e
São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma
opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo,
há alternativas para quem quiser optar por não usar
o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal
efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos
deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o
trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem
diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por
isso que o especialista defende também ações de âmbito
metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só
transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que
vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta
para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse
aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de
massa, a integração entre os sistemas e a redução dos
deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de
soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda
com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que
também tem processos de suburbanização de várias classes
sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda
insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse
sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e
445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo
com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com
os congestionamentos, já descontados o que é considerado um
congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao
carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
I. “mas sim” (1.º parágrafo) pode ser substituído por “porém”, sem prejuízo ao entendimento do texto. II. “Além disso” (2.º parágrafo) pode ser substituído por “Ademais”, sem prejuízo ao entendimento do texto. III. “mas” (4.º parágrafo) é uma conjunção subordinativa, pois liga orações dependentes, estabelecendo relação entre elas. IV. “Segundo” (11.º parágrafo) é uma conjunção que inicia uma oração e exprime a conformidade de um pensamento com o da oração principal.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se
resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim
integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e
ocupação racional do solo, sobre como as cidades são
ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de
que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem
uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução
dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de
mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários
de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e
São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma
opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo,
há alternativas para quem quiser optar por não usar
o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal
efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos
deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o
trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem
diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por
isso que o especialista defende também ações de âmbito
metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só
transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que
vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta
para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse
aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de
massa, a integração entre os sistemas e a redução dos
deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de
soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda
com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que
também tem processos de suburbanização de várias classes
sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda
insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse
sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e
445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo
com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com
os congestionamentos, já descontados o que é considerado um
congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao
carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
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