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Foram encontradas 40 questões.

545335 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Tanques de armazenamento em indústrias químicas podem conter grandes volumes de gases e outros produtos químicos perigosos. Um pequeno acidente pode custar muito caro, interromper a produção além de prejudicar o meio ambiente. Um tanque de capacidade igual a 8,2 m3 estava cheio de gás amoníaco (NH3) submetido a uma temperatura de −23°C e 5 atm de pressão. Um vazamento fez com que a pressão diminuísse 1 atm, mas a temperatura foi mantida constante. Nessas condições, que massa do amoníaco, em kg, foi perdida?

• Considere o gás amoníaco com comportamento ideal.

• Dados: N = 14; H = 1; R = 0,082 atm.L/mol.K

 

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544688 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Sobre os recipientes usados para o armazenamento dos resíduos sólidos e líquidos gerados em um laboratório de química, assinale a afirmativa correta.

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

NÃO se pode inferir da leitura desse texto:

 

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543485 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Um Técnico pesou 2,65 g de NaOH e transferiu quantitativamente essa massa para um balão volumétrico de 250 mL. Adicionou água e agitou para dissolver o produto sólido. Completou o volume até a marca de aferição do balão e homogeneizou a solução. A concentração da base preparada pode ser expressa como

Dados: O = 16; H = 1; Na = 23

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

Neste artigo de opinião, o autor recorre à narração, a fim de assegurar a consistência argumentativa, como se pode comprovar no seguinte trecho:

 

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Sobre o uso de e-mail, analise as afirmativas.

I - A maioria das ferramentas de e-mail disponíveis permite o envio de arquivos anexados, porém cada arquivo não pode ultrapassar 1 MB de tamanho.

II - Ao se adicionar um endereço de e-mail no campo Cco, uma cópia da mensagem será enviada a esse endereço, mas tal endereço será visível a todos os outros destinatários da mensagem.

III - fulano@empresa.com.br e ciclano@empresa.com.br podem ser endereços de e-mail válidos de funcionários que trabalham em uma empresa comercial localizada no Brasil.

IV - Na Internet, existem sites, por exemplo, www.gmail.com, que funcionam como Webmail e permitem ao utilizador ler e escrever e-mail usando o navegador.

Estão corretas as afirmativas

 

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De acordo com a Lei N.º 8.112/1990, por até quanto tempo, após cada quinquênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, para participar de curso de capacitação profissional?

 

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A 1ª coluna apresenta ícones do Windows Explorer do Windows 7, em sua configuração padrão de instalação, e a 2ª, o que cada um representa. Numere a coluna de acordo com as informações.

1 -

Enunciado 505718-1

2 -

Enunciado 505718-2

3 -

Enunciado 505718-3

4 -

Enunciado 505718-4

5 -

Enunciado 505718-5

( ) Biblioteca Documentos

( ) Pasta

( ) Arquivo do Microsoft Word

( ) Unidade de Disco Rígido

( ) Arquivo do Microsoft Excel

Assinale a sequência correta.

 

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491287 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFMT
Orgão: UFT

A distribuição eletrônica descreve o arranjo dos elétrons em um átomo, fornecendo o número de elétrons em cada nível. Um elemento tem a seguinte distribuição eletrônica para seu átomo, no estado fundamental: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2. Sobre esse elemento, analise as afirmativas.

I - O número de prótons no núcleo do átomo desse elemento é 20.

II - É um elemento representativo do grupo II da tabela periódica.

III - Pertencente ao 3º período, trata-se de um metal alcalino.

IV - O último nível energético apresenta dois elétrons desemparelhados.

Está correto o que se afirma em

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

Assinale a afirmativa que apresenta uma interpretação coerente do texto lido.

 

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