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Read the following article from The New York Times, published in FEB. 1, 2014, and answer question.
Reopening an Employment Door to the Young
By ROBERT W. GOLDFARB
Most of the leaders with whom I work as a management consultant are a level-headed lot. They rarely let their personal feelings interfere with business decisions.
But recently, I’ve noticed some executives becoming irritated, even angry, when I tell them how important it is for companies to hire and train high-potential young people just out of school. Their emotions, I soon discover, often relate to disappointments they have experienced with their own children or grandchildren.
These executives will tell me things like, “When I was my grandson’s age, I started at the bottom and worked my way up; he’s not willing to do that.” Or, “My daughter majored in philosophy, of all things — how will that get her anywhere?” If they don’t have a personal anecdote about their own families to relate, they may remark that too many young people are entitled and self-absorbed.
The general message from these leaders is this: More young people would be hired if they had the right qualifications, but too few have the skills and discipline needed to succeed in today’s demanding workplace.
Over the last few years, I’ve interviewed more than 200 young people from diverse backgrounds of income, education, race and geography. About half told me that they had liberal arts degrees, and I was struck by how many of them regretted majoring in a discipline now seen as impractical.
Many liberal-arts graduates say they are eager to find an employer willing to train them in skills that don’t require a degree in engineering or computer science. They cite six-sigma analysis, supply-chain procedures, customer service, inventory control, quality assurance and Internet marketing. They want a chance to master one of those skills.
But their pleas appear unlikely to be answered. Most corporate training today is directed at employees who arrive with technical skills already developed — if not through their college degrees, then though specialized internships.
This puts a large swath of young people at a disadvantage. Burdened with tuition debt, many college graduates from low- and middle-income families can’t afford to serve a low-paying or unpaid internship.
[…]
According to the text, mark the sentence that DOES NOT express college graduates attitude towards employment.
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConstrução de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Matriz
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Vetor
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
Analise o trecho de algoritmo abaixo.
k ← 1
m ← 5
n ← 4
para col de 1 até m faça:
ok ← 0
para lin de 1 até n faça:
se (col ≠ lin) e (X(col,lin) ≠ 0) então
se não ok
Y(col) ← k
ok ← 1
fim_se
k ← k + 1
fim_se
fim_para
fim_para
Considere que a variável X seja um vetor bidimensional, dada por:
!$ X = \begin{bmatrix} 0 & 3 & 0 & 0 & 10 \\ 1 & 4 & 0 & 0 & 11 \\ 0 & 5 & 6 & 8 & 0 \\ 2 & 0 & 7 & 9 & 12 \end{bmatrix} !$
Ao final da execução desse trecho, Y conterá os seguintes valores:
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Os animais domésticos, em especial os mamíferos, apresentam cavidades torácica, abdominal e pélvica. Assinale a alternativa que apresenta somente vísceras localizadas na cavidade abdominal.
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A lauda de telejornalismo pode apresentar diferenças de identidade visual, conforme a empresa jornalística, mas mantém um padrão de marcação. Observe a lauda abaixo.

Sobre as informações contidas na lauda, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A marcação “Regina” indica o nome da apresentadora que chamará a matéria, podendo ser escrita a mão no script que dá suporte à equipe técnica, para marcação de corte de vídeo e de sonoplastia.
( ) O termo “vivo”, na coluna do meio da lauda, é o oposto de “estúdio” e indica que a apresentadora entrará ao vivo de um link externo para chamar a matéria.
( ) O tempo (1’13”), registrado na parte superior da lauda, indica a duração da matéria editada que entrará no ar após a leitura da cabeça pela apresentadora.
( ) A marcação técnica GC é um termo usado em telejornalismo para indicar a necessidade de computação gráfica nos créditos da matéria.
Assinale a sequência correta.
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Em relação às Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T 16.4, são transações que envolvem valores de terceiros aquelas em que
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Tipo de dados em geoprocessamento utilizado para representar uma grandeza que varia continuamente no espaço, por exemplo, variação da distribuição de chuvas em um estado:
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Instrumento de pesquisa que tem por objeto documentos de arquivo selecionados de um ou mais fundos a partir de critério temático e os descreve individualmente. Trata-se de
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Considere as funções de demanda e oferta do bem X dadas, respectivamente, por: XD = 10 – p e Xs = 6 + p, em que p indica o preço de comercialização, XD a quantidade demandada e Xs a quantidade ofertada. A seguir, suponha que a renda do consumidor aumente, deslocando a curva de demanda para cima e para direita, como segue: XD = 16 – p. O preço e a quantidade de equilíbrio de X antes e depois da elevação da renda do consumidor são, respectivamente:
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Esse é o hino
De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.
Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]
Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.
(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)
Sobre os elementos responsáveis pela coesão textual, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No primeiro parágrafo, o trecho ... todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo..., os pronomes demonstrativo e relativo destacados retomam a palavra plateia.
( ) No primeiro período do segundo parágrafo, o advérbio ali indica que o autor está ouvindo o Hino Nacional no momento em que escreve o texto em análise.
( ) No decorrer do texto, o Hino Nacional Brasileiro é retomado por recursos linguísticos do mesmo campo de sentido, como música, melodias, criação musical, peça e obra.
( ) No trecho Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel..., terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo destacado recupera as afirmações apresentadas no terceiro e quarto períodos desse mesmo parágrafo, sintetizando-as.
Assinale a sequência correta.
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A Copa do Mundo de Futebol da FIFA, que ocorrerá este ano no Brasil, será a oportunidade para se observar a preparação das diferentes seleções realizada através de periodizações próprias que consideraram, certamente, os princípios científicos da sobrecarga e a interdependência volume-intensidade, divididas em microciclos e macrociclos. Segundo Dantas (2003), “microciclo são as menores frações do processo de treinamento. Combinando fases de estímulo e de recuperação, cria as condições necessárias para que ocorra o fenômeno da supercompensação, melhorando o nível de condicionamento do atleta”.
A 1ª coluna apresenta microciclos e a da 2ª, informações referentes a cada um. Numere a coluna de acordo com as informações.
1 - Microciclo de incorporação
2 - Microciclo ordinário
3 - Microciclo de choque
4 - Microciclo de recuperação
5 - Microciclo pré-competitivo
( ) É o microciclo no qual ocorre a restauração ampliada da homeostase do atleta e quando ele acumula reservas para fazer frente às futuras exigências do treinamento, tendo como característica apresentar estímulos reduzidos e um número maior de dias de repouso, possibilitando uma adequada recuperação metabólica ativa.
( ) Tem como característica o ápice da aplicação da carga num mesociclo, o qual pode ser de volume se da fase básica, ou de intensidade no caso de estar localizado na fase específica.
( ) Tem como objetivo possibilitar a passagem gradual do atleta de uma situação de transição para uma realidade de treino, tendo como característica apresentar estímulos não muito fortes.
( ) É o mais comumente encontrado no treinamento e visa provocar as adaptações orgânicas desejáveis, capazes de incrementar o nível de condicionamento do atleta.
( ) Tem por objetivo fazer a transferência das valências obtidas com o treinamento para as necessidades de performance da competição, procurando adaptar o atleta às condições climáticas, geográficas e horárias da competição.
Marque a sequência correta.
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