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Assinale a alternativa INCORRETA, em relação aos adicionais de insalubridade, periculosidade ou atividades penosas:
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(Lei 8.112/90) Em relação ao direito de petição disposto nos artigos 104 a 115 da Lei n. 8.112/90, estão corretas as alternativas abaixo, EXCETO:
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Julgue os itens a seguir em Verdadeiro (V) e Falso (F):
I – O prazo de validade do concurso público será de até três anos, prorrogável uma vez, por igual período.
II – É permitida a acumulação de dois cargos de professor.
III – É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical.
IV – Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis somente aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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A ciência, a medicina e a pandemia
O SARS-CoV-2, o vírus que causa a síndrome respiratória aguda grave COVID-19 matou aproximadamente 2,2% das pessoas que o contraíram em todo o mundo. Mas a situação poderia ser muito pior sem a medicina e a ciência modernas.
O último flagelo global foi a pandemia de gripe de 1918, que se estima ter matado 50 milhões de pessoas, em uma época em que não havia internet ou fácil acesso a telefones de longa distância para disseminar informações. A ciência era limitada, o que tornava difícil identificar a causa e iniciar o desenvolvimento de uma vacina. O mundo está 100% mais preparado para a atual pandemia do que há 100 anos.
É um fato notável para a ciência que um novo vírus causador de doenças foi descoberto, o material genético completamente decodificado, novas terapias criadas para combatê-lo e várias vacinas desenvolvidas no espaço de um ano.
Essa pandemia colocou a ciência em primeiro plano. Um dos avanços científicos mais significativos dos últimos 15 anos foi a capacidade de ler as instruções genéticas (genoma) que codificam os vírus. O processo de sequenciamento do genoma de um vírus é chamado de sequenciamento de próxima geração e revolucionou a ciência, ao permitir que os pesquisadores decodifiquem rapidamente o genoma de um vírus ou bactéria, de forma rápida e econômica.
Essa estratégia foi usada para determinar a sequência do SARS-CoV-2, no início de janeiro de 2020, antes mesmo dos epidemiologistas reconhecerem que ele já havia se espalhado pelo mundo. A obtenção da sequência permitiu o rápido desenvolvimento de diagnósticos para SARS-CoV-2 e descobrir quem foi infectado e como o vírus pode se espalhar.
O SARS-CoV-2 possui duas habilidades distintas que permitem que ele se espalhe mais facilmente.
Em primeiro lugar, tem um enorme potencial para desencadear infecções assintomáticas, nas quais o vírus infecta portadores que não apresentam sintomas e, sem saber que estão infectados, transmitem o vírus a outras pessoas.
Em segundo lugar, ele pode se espalhar por meio de partículas aerossolizadas. A maioria desses vírus se espalha por meio de grandes gotículas respiratórias, que caem do ar em um raio de três a seis pés. Mas o SARS-CoV-2 também pode se espalhar pela transmissão aérea, por meio de partículas muito menores que permanecem no ar por várias horas.
Enquanto, em 1918, as pessoas acreditavam cegamente que o uso de máscaras reduzia a transmissão, desta vez a ciência nos forneceu respostas concretas as quais informam ao público que o uso de máscaras, o distanciamento social, a lavagem das mãos e a limitação do tamanho da multidão diminuem o vírus circulante e, portanto, reduzem as hospitalizações e a morte. Embora não recebam muito alarde, esses estudos estão entre as descobertas mais importantes em resposta a essa pandemia.
Muitos testes para o vírus são realizados usando PCR, que é a abreviação de reação em cadeia da polimerase. Esse método usa proteínas especializadas e sequências de DNA correspondentes a vírus, chamadas primers, para criar mais cópias do vírus. Essas cópias adicionais permitem que as máquinas de PCR detectem a presença do vírus. Essa foi uma conquista notável, que permitiu que países em todo o mundo desenvolvessem rapidamente testes de diagnóstico, usando este modelo. Essa distribuição mudou o curso da pandemia em muitos países.
Com o auxílio de estudos clínicos, passamos a ter tratamentos como esteroides, medicamentos antivirais, como Remdesivir, e infusões de anticorpos. Os médicos também sabem como alterar a posição do paciente, de forma a aumentar a chance de sobrevivência.
Governos em todo o mundo fizeram parcerias com empresas privadas, para acelerar o desenvolvimento de vacinas contra a SARS-CoV-2. Isso levou várias empresas a desenvolverem suas próprias versões diferentes de vacinas.
Essa doença, que começou em Wuhan, província de Hubei, China, e foi diagnosticada pela primeira vez em novembro ou dezembro de 2019, é a ilustração perfeita de como os vírus se espalham rapidamente em um mundo conectado.
Aprendemos que, quando recebemos avisos sobre vírus contagiosos, ações rápidas e decisivas devem ser tomadas em todas as partes do mundo para reduzir sua propagação.
Onde houve um cumprimento mais estrito das políticas públicas de saúde, houve profundas reduções na transmissão do vírus. Embora as pesquisas que tornaram tudo isso possível possam passar despercebidas agora, a história registrará esse tempo como um dos períodos de maior avanço científico.
A ciência feita de forma ética e metodologicamente correta está a nosso lado. Não vamos desprezá-la.
MUSMAN, Sílvio. Disponível em https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/colunistas/silvio- musman/2020/12/22/
noticias-saude,266295/a-ciencia-a-medicina-e-a-pandemia.shtml Acessado em 28/03/2021.
Releia a seguir a frase do parágrafo: “Embora não recebam muito alarde, esses estudos estão entre as descobertas mais importantes em resposta a essa pandemia”.
Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita da frase, sem prejuízo do sentido original:
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O usuário está construindo uma tabela no Excel 2010 utilizando recurso “Alça de preenchimento” e concluiu a construção dos dados da coluna “Escala 1”, como exibido na figura abaixo:

Ele utilizando o mesmo método para a construção dos dados da coluna “Escala 2” seleciona a célula C2 e arrasta a “Alça de preenchimento” até a célula C5.
Ao final da ação, o resultado obtido será:
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Como será a medicina após a pandemia
A pandemia causada pelo novo coronavírus nos mostrou, nitidamente, que a medicina é atividade em constante mudança. Varia muito de um dia para outro, de uma região para outra e mesmo de uma época para outra, conhecida como ciência das verdades provisórias. É preciso estar atento às necessidades e às particularidades de cada situação, para que se possa responder à altura, de maneira rápida e eficiente.
Foi o que aconteceu com o surto de covid-19: tecnologias, processos e estratégias de saúde que já estavam em fase de implantação ganharam força e velocidade diante da necessidade de combater a pior pandemia que o mundo já viveu nos últimos 100 anos. Tudo indica que o que antes eram experiências pontuais, adotadas por alguns hospitais e clínicas pelo mundo, tenham vindo para ficar, transformando, de vez, a forma de fazer medicina no mundo.
Caso muito claro é o da telemedicina. Se antes havia certa resistência dos médicos em aceitar, sem restrições, o atendimento a distância, o surto de coronavírus provou que essa era a única maneira segura de acompanhar os pacientes. Temos um exemplo no próprio Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (Iamspe): o atendimento via telemedicina, que antes era apenas incipiente, aumentou de modo significativo e veio para ficar.
A telemedicina tem se mostrado particularmente eficaz em cidades pequenas ou em regiões mais distantes do Brasil, onde é impossível ter a presença de todas as especialidades médicas. Ao longo do Rio Amazonas, por exemplo, existem 200 comunidades ribeirinhas, muitas delas com acesso apenas de barco; a telemedicina, nesse caso, é a maneira ideal de prestar assistência a essa população.
É evidente que atendimentos emergenciais, ou mesmo os que exigem que o paciente seja examinado, continuarão sendo presenciais. Mas o atendimento a distância, por videochamada, pode ser adotado para consultas preliminares, acompanhamento do paciente, avaliação de exames, além de proporcionar a troca de opiniões sobre diagnósticos e condutas terapêuticas entre o corpo clínico.
Outra estratégia que será bastante difundida é o uso de estruturas móveis, capazes de levar o equipamento até o paciente. Bom exemplo foi a decisão da Prefeitura de São Paulo em lançar, em 2018, o Corujão da Saúde: mutirão que zerou uma fila de 768 mil exames em apenas 82 dias. Somente em exames dermatológicos foram realizados 20 mil em apenas um mês, na Zona Sul da capital, com apenas uma carreta equipada com dois dermatoscópios.
O segredo por trás disso foi algo que também aponta para o futuro da medicina no pós-pandemia: a parceria entre as redes de saúde pública e privada. Estruturas móveis já se mostraram excelente recurso em situações nas quais há aumento inesperado de casos, como no surto infeccioso provocado pelo coronavírus.
Instaladas de modo provisório nos locais onde a fila é maior, essas estruturas são capazes de atender, com rapidez, a grande número de pacientes. Vale inclusive para UTIs móveis, que serão cada vez mais comuns, e mesmo para hospitais móveis, estruturas provisórias, semelhantes aos hospitais de campanha, que poderão ser instaladas em questão de dias onde quer que seja necessário.
Certamente, haverá mais experiências como essa no futuro próximo, pois está ficando cada vez mais claro que deve existir integração entre todas as possibilidades de atendimento se quisermos evitar o colapso do sistema de saúde. Isso inclui não só a parceria entre o público e o privado, mas, também, a reorganização das redes de saúde. É preciso um pensamento voltado para a economia de escala, capaz de dimensionar a estrutura de atendimento como se fosse uma esquadra naval, em que navios grandes e pequenos atuam em consonância para garantir a vitória.
Batalhas como essa que estamos travando contra a covid-19 nos mostram que uma rede eficiente é aquela em que todas as unidades de saúde agem conforme a dimensão e a complexidade da demanda: leitos de estabilização em cidades pequenas, por exemplo, com o suporte de UTIs e centros cirúrgicos nas maiores para os casos mais graves. Para que isso ocorra, porém, é imperativo que haja planejamento, uma regulação de vagas bem alinhada e vontade política. Caso contrário, correremos novo risco de colapso.
Aproveitando a terminologia de guerra, acredito que a indústria médica deverá ser, daqui em diante, tão estratégica quanto a indústria bélica. A maioria dos gestores já percebeu que não pode depender de outros países para o fornecimento de equipamentos. Podemos chegar, facilmente, a situações como a da recente carga de 600 respiradores artificiais que estava a caminho do Brasil e acabou sendo retida nos Estados Unidos. É o aviso de que um país que quiser manter a saúde em dia não poderá mais delegar para outros a produção de insumos médicos.
Uma indústria nacional deverá, por sua vez, revelar-se, também, oportunidade valiosa para a abertura de mercado e a geração de empregos, assim como deve ocorrer com a telemedicina e a proliferação de estruturas móveis, o que aponta para o fortalecimento desse setor da economia, nos próximos anos. Quem sairá mais fortalecida dessa pandemia, porém, será a própria medicina: no mundo pós-covid, tudo leva a crer que o acesso à saúde jamais será como antes. Se tudo correr como se anuncia, teremos à nossa disposição uma medicina mais moderna, mais acessível e mais eficaz.
(Wilson Pollara. Disponível em https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ opiniao /2020/07/23/
internas_opiniao,874513/como-sera-a-medicina-apos-a-pandemia.shtml. Acessado em 16/02/2021)
Sobre o emprego dos elementos linguísticos nesse texto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Em “Mas o atendimento a distância, por videochamada, pode ser adotado para consultas preliminares, acompanhamento do paciente, avaliação de exames...”, a forma verbal em destaque apresenta o fato como uma probabilidade.
( ) No trecho “A telemedicina tem se mostrado particularmente eficaz em cidades pequenas ou em regiões mais distantes do Brasil...”, o elemento em destaque está colocado enclítico ao verbo auxiliar, porque o verbo principal está no particípio.
( ) O emprego da crase no trecho “Se tudo correr como se anuncia, teremos à nossa disposição uma medicina mais moderna, mais acessível e mais eficaz”, é facultativo.
( ) A palavra “dermatópicos”, em “Somente em exames dermatológicos foram realizados 20 mil em apenas um mês, na Zona Sul da capital, com apenas uma carreta equipada com dois dermatoscópios”, foi formada pelo processo de derivação parassintética.
( ) Em “Foi o que aconteceu com o surto de covid-19: tecnologias, processos e estratégias de saúde que já estavam em fase de implantação ganharam força e velocidade diante da necessidade de combater a pior pandemia que o mundo já viveu nos últimos 100 anos” os dois pontos foram empregados para introduzir uma síntese do que foi enunciado.
Assinale a alternativa que contém a combinação correta, de cima para baixo:
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Faça a associação correta das atribuições dos órgãos responsáveis pela regulação, supervisão e avaliação das instituições de educação superior e dos cursos superiores de graduação e de pós-graduação no sistema federal de ensino, de acordo com o Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017, da Presidência da República.
1. Ministério da Educação - Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior.
2. Conselho Nacional de Educação – CNE.
3. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.
4. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – Conaes.
( ) Conceber, planejar, coordenar e operacionalizar as ações destinadas à avaliação de IES, de cursos de graduação e de escolas de governo; e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - Enade, os exames e as avaliações de estudantes de cursos de graduação.
( ) Exercer as funções de regulação e supervisão da educação superior no âmbito do sistema federal de ensino.
( ) Estabelecer diretrizes para organização das comissões de avaliação, analisar relatórios, elaborar pareceres e encaminhar recomendações às instâncias competentes.
( ) Conceber, planejar, avaliar e atualizar os indicadores dos instrumentos de avaliação externa in loco , em consonância com as diretrizes propostas pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação.
( ) Deliberar, por meio da Câmara de Educação Superior, sobre pedidos de credenciamento, recredenciamento e descredenciamento de IES e autorização de oferta de cursos vinculadas a credenciamentos.
( ) Exercer atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação nos temas afetos à regulação e à supervisão da educação superior, inclusive nos casos omissos e nas dúvidas surgidas na aplicação das disposições deste Decreto.
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De acordo com Mill (2016) a história recente da EaD – Educação a Distância pode ser organizada em quatro períodos: pré-1996 (fecundação e gestação), 1996-2005 (nascimento, definições pedagógicas e legais), 2006-2015 (amadurecimento e experiências nas instituições públicas); e pós-2015 (redefinições legais, pedagógicas etc).
Em qual desses períodos foi instituída a UAB – Universidade Aberta do Brasil?
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Sobre a responsabilidade de construção dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFTM e o trâmite de aprovação do documento, o documento Guia Didático para elaboração e atualização de Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFTM, diz que:
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O usuário necessita fazer uma pesquisa na internet para completar o seu relatório.
Para isso, utiliza-se de navegadores de internet, EXCETO :
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