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Foram encontradas 40 questões.

3236333 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Determine se as afirmativas são falsas ou verdadeiras.

I. A coluna vertebral está localizada anteriormente em relação ao osso esterno.

II. O termo ipsilateral significa que ocorre ou está localizado no mesmo lado do corpo, por exemplo, o pulmão direito é ipsilateral em relação ao rim direito.

III. O coração está localizado superiormente em relação ao intestino delgado.

IV. Os ossos ocupam uma posição profunda em relação à pele.

V. O termo de direção intermédio deve ser utilizado quando uma estrutura anatômica está localizada mais próxima da linha mediana em relação à outra (ex.: o dedo mínimo em relação ao dedo polegar [posição anatômica]).

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

 

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3236332 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Em relação aos ossos do corpo humano, seus acidentes ósseos, sua classificação quanto ao tipo, localização e pontos em que se articulam, assinale a alternativa correta.

 

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3236331 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Quando observamos um grupamento humano encontramos diferenças morfológicas entre as pessoas. Essas diferenças que não prejudicam a função do organismo são denominadas

 

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3236330 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Sobre a pele, considere o trecho a seguir.

A pele é o maior órgão do corpo humano, cobrindo mais de 7.600 cm2 no adulto médio; representa, aproximadamente, 7% do peso do corpo de uma pessoa, e, juntamente com seus órgãos anexos (pelos, unhas e glândulas), constitui o Sistema Tegumentar; é de espessura variável, em média 1,5 mm, sendo mais espessa (grossa) em algumas partes do corpo e mais delgada (fina) em outras regiões.

Assinale a alternativa que apresenta a região do corpo humano cuja pele é mais espessa.

 

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3236328 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Nanotecnologias e sociedade – Superior

A formação de opinião tecnológica pública é algo que envolve enormes interesses. Em especial financeiros. E isso se dá porque tecnologia significa poder. Enorme e desmedido poder para quem a detém e explora e, principalmente, dependência, enredamento e gastos constantes por parte daqueles que serão explorados, já que estes terão que pagar regularmente para poder ter acesso aos benefícios e benesses que essas mesmas tecnologias possam vir a trazer. Isso sem mencionar os impactos desfavoráveis que elas também provocam no meio ambiente. Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano. Existem tecnologias na atualidade que realmente deslumbram por sua criatividade, engenho e potência, pelo empoderamento que proporcionam, levando os seres humanos ao âmago da matéria, com as nanotecnologias, por exemplo, e também à imensidão do cosmo, com sondas e telescópios, mas essas mesmas tecnologias convivem sem nenhum tipo de constrangimento moral com mazelas humanas e sociais que nos acompanham desde a aurora dos tempos civilizados, como é o caso da miséria, da fome e da desigualdade social. A tecnologia, nesse sentido, não modifica a realidade à nossa volta.

O que pode modificar a realidade e o contexto social é a informação, o esclarecimento e a articulação da sociedade civil perante os contextos decisórios que a envolvem. E, para tanto, é necessário transversalizar, constituir um corpus de conhecimento sem fronteiras baseado na pluridisciplinaridade, humanizando - por assim dizer - essas mesmas tecnologias, trazendo diferentes visões disciplinares à pauta e à agenda de discussões. As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações, gerando consequências e desdobramentos importantes na sociedade, no meio ambiente, no mundo do trabalho, nas cadeias produtivas e na própria economia global, já que vêm reestruturá-la totalmente como a nova plataforma tecnológica industrial da atualidade.

QUARESMA, Alexandre. Sociologia, ed. 59, p. 6 (fragmento)

Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano.

No período acima, o termo em destaque tem por função

 

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3236327 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Nanotecnologias e sociedade – Superior

A formação de opinião tecnológica pública é algo que envolve enormes interesses. Em especial financeiros. E isso se dá porque tecnologia significa poder. Enorme e desmedido poder para quem a detém e explora e, principalmente, dependência, enredamento e gastos constantes por parte daqueles que serão explorados, já que estes terão que pagar regularmente para poder ter acesso aos benefícios e benesses que essas mesmas tecnologias possam vir a trazer. Isso sem mencionar os impactos desfavoráveis que elas também provocam no meio ambiente. Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano. Existem tecnologias na atualidade que realmente deslumbram por sua criatividade, engenho e potência, pelo empoderamento que proporcionam, levando os seres humanos ao âmago da matéria, com as nanotecnologias, por exemplo, e também à imensidão do cosmo, com sondas e telescópios, mas essas mesmas tecnologias convivem sem nenhum tipo de constrangimento moral com mazelas humanas e sociais que nos acompanham desde a aurora dos tempos civilizados, como é o caso da miséria, da fome e da desigualdade social. A tecnologia, nesse sentido, não modifica a realidade à nossa volta.

O que pode modificar a realidade e o contexto social é a informação, o esclarecimento e a articulação da sociedade civil perante os contextos decisórios que a envolvem. E, para tanto, é necessário transversalizar, constituir um corpus de conhecimento sem fronteiras baseado na pluridisciplinaridade, humanizando - por assim dizer - essas mesmas tecnologias, trazendo diferentes visões disciplinares à pauta e à agenda de discussões. As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações, gerando consequências e desdobramentos importantes na sociedade, no meio ambiente, no mundo do trabalho, nas cadeias produtivas e na própria economia global, já que vêm reestruturá-la totalmente como a nova plataforma tecnológica industrial da atualidade.

QUARESMA, Alexandre. Sociologia, ed. 59, p. 6 (fragmento)

Em relação à composição do texto, assinale a alternativa correta.

 

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3236326 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Nanotecnologias e sociedade – Superior

A formação de opinião tecnológica pública é algo que envolve enormes interesses. Em especial financeiros. E isso se dá porque tecnologia significa poder. Enorme e desmedido poder para quem a detém e explora e, principalmente, dependência, enredamento e gastos constantes por parte daqueles que serão explorados, já que estes terão que pagar regularmente para poder ter acesso aos benefícios e benesses que essas mesmas tecnologias possam vir a trazer. Isso sem mencionar os impactos desfavoráveis que elas também provocam no meio ambiente. Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano. Existem tecnologias na atualidade que realmente deslumbram por sua criatividade, engenho e potência, pelo empoderamento que proporcionam, levando os seres humanos ao âmago da matéria, com as nanotecnologias, por exemplo, e também à imensidão do cosmo, com sondas e telescópios, mas essas mesmas tecnologias convivem sem nenhum tipo de constrangimento moral com mazelas humanas e sociais que nos acompanham desde a aurora dos tempos civilizados, como é o caso da miséria, da fome e da desigualdade social. A tecnologia, nesse sentido, não modifica a realidade à nossa volta.

O que pode modificar a realidade e o contexto social é a informação, o esclarecimento e a articulação da sociedade civil perante os contextos decisórios que a envolvem. E, para tanto, é necessário transversalizar, constituir um corpus de conhecimento sem fronteiras baseado na pluridisciplinaridade, humanizando - por assim dizer - essas mesmas tecnologias, trazendo diferentes visões disciplinares à pauta e à agenda de discussões. As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações, gerando consequências e desdobramentos importantes na sociedade, no meio ambiente, no mundo do trabalho, nas cadeias produtivas e na própria economia global, já que vêm reestruturá-la totalmente como a nova plataforma tecnológica industrial da atualidade.

QUARESMA, Alexandre. Sociologia, ed. 59, p. 6 (fragmento)

Em relação ao que foi dito anteriormente, o último período do primeiro parágrafo expressa uma

 

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3236325 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Nanotecnologias e sociedade – Superior

A formação de opinião tecnológica pública é algo que envolve enormes interesses. Em especial financeiros. E isso se dá porque tecnologia significa poder. Enorme e desmedido poder para quem a detém e explora e, principalmente, dependência, enredamento e gastos constantes por parte daqueles que serão explorados, já que estes terão que pagar regularmente para poder ter acesso aos benefícios e benesses que essas mesmas tecnologias possam vir a trazer. Isso sem mencionar os impactos desfavoráveis que elas também provocam no meio ambiente. Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano. Existem tecnologias na atualidade que realmente deslumbram por sua criatividade, engenho e potência, pelo empoderamento que proporcionam, levando os seres humanos ao âmago da matéria, com as nanotecnologias, por exemplo, e também à imensidão do cosmo, com sondas e telescópios, mas essas mesmas tecnologias convivem sem nenhum tipo de constrangimento moral com mazelas humanas e sociais que nos acompanham desde a aurora dos tempos civilizados, como é o caso da miséria, da fome e da desigualdade social. A tecnologia, nesse sentido, não modifica a realidade à nossa volta.

O que pode modificar a realidade e o contexto social é a informação, o esclarecimento e a articulação da sociedade civil perante os contextos decisórios que a envolvem. E, para tanto, é necessário transversalizar, constituir um corpus de conhecimento sem fronteiras baseado na pluridisciplinaridade, humanizando - por assim dizer - essas mesmas tecnologias, trazendo diferentes visões disciplinares à pauta e à agenda de discussões. As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações, gerando consequências e desdobramentos importantes na sociedade, no meio ambiente, no mundo do trabalho, nas cadeias produtivas e na própria economia global, já que vêm reestruturá-la totalmente como a nova plataforma tecnológica industrial da atualidade.

QUARESMA, Alexandre. Sociologia, ed. 59, p. 6 (fragmento)

No texto, a expressão “já que”, que ocorre duas vezes, relaciona duas orações,

 

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3236324 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Nanotecnologias e sociedade – Superior

A formação de opinião tecnológica pública é algo que envolve enormes interesses. Em especial financeiros. E isso se dá porque tecnologia significa poder. Enorme e desmedido poder para quem a detém e explora e, principalmente, dependência, enredamento e gastos constantes por parte daqueles que serão explorados, já que estes terão que pagar regularmente para poder ter acesso aos benefícios e benesses que essas mesmas tecnologias possam vir a trazer. Isso sem mencionar os impactos desfavoráveis que elas também provocam no meio ambiente. Todavia, mesmo que alguns mais cândidos acreditem que tudo que é tecnológico é bom por essência, como uma espécie de premissa universal, válida e aplicável em todos os casos sociotécnicos, nós já sabemos que desenvolvimento tecnológico não significa necessariamente desenvolvimento humano. Existem tecnologias na atualidade que realmente deslumbram por sua criatividade, engenho e potência, pelo empoderamento que proporcionam, levando os seres humanos ao âmago da matéria, com as nanotecnologias, por exemplo, e também à imensidão do cosmo, com sondas e telescópios, mas essas mesmas tecnologias convivem sem nenhum tipo de constrangimento moral com mazelas humanas e sociais que nos acompanham desde a aurora dos tempos civilizados, como é o caso da miséria, da fome e da desigualdade social. A tecnologia, nesse sentido, não modifica a realidade à nossa volta.

O que pode modificar a realidade e o contexto social é a informação, o esclarecimento e a articulação da sociedade civil perante os contextos decisórios que a envolvem. E, para tanto, é necessário transversalizar, constituir um corpus de conhecimento sem fronteiras baseado na pluridisciplinaridade, humanizando - por assim dizer - essas mesmas tecnologias, trazendo diferentes visões disciplinares à pauta e à agenda de discussões. As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações, gerando consequências e desdobramentos importantes na sociedade, no meio ambiente, no mundo do trabalho, nas cadeias produtivas e na própria economia global, já que vêm reestruturá-la totalmente como a nova plataforma tecnológica industrial da atualidade.

QUARESMA, Alexandre. Sociologia, ed. 59, p. 6 (fragmento)

As nanotecnologias, numa primeira mirada, parecem pertencer às ciências duras, à física, à engenharia - aliás, muita gente ainda pensa assim -, mas transbordam totalmente essas pretensas e arbitrárias delimitações [...].

O termo em destaque pode estabelecer diferentes relações de sentido entre enunciados, a depender do contexto em que é empregado. No trecho acima, o termo “aliás” pode ser substituído por

 

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3236359 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFU
Orgão: UFU
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O formaldeído (formol) é um fixador que penetra mais rapidamente nos tecidos. Apesar de seus vapores serem irritantes para as mucosas e conjuntivas do olho, sua toxicidade é menor se comparada à de outros fixadores. O formaldeído é preparado em solução aquosa de 10%, para fixação de peças anatômicas.

Deseja-se preparar uma cuba (recipiente) contendo 1500 litros de solução nestas condições, então a cuba deverá ter, respectivamente,

Questão Anulada

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