Foram encontradas 282 questões.
Ao se criar uma apresentação no MS PowerPoint 2007, os slides possuem as características do modelo no qual eles são baseados. O design básico é determinado por um conjunto de slides especiais denominados “slides mestres”.
Com relação aos slides mestres, assinale a alternativa correta.
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O MS Excel 2007 fornece um grande conjunto de fórmulas para realizar operações aritméticas, estatísticas e outros tipos de cálculos sobre conjuntos de dados organizados em tabelas.
Sobre o uso de fórmulas, assinale a alternativa correta.
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Com relação ao uso de tabelas no MS Word 2007, assinale a alternativa INCORRETA.
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Com relação à manipulação e organização de arquivos e pastas no Windows Explorer do Windows 7, assinale a alternativa correta.
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A Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1.999, estabelece normas básicas sobre o Processo Administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração. O administrado tem os seguintes direitos perante a Administração, sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados, EXCETO:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1.994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público do Poder Executivo Federal.
De acordo com esse código, assinale a alternativa INCORRETA.
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A Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1.990, dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. Em seu título V, o texto legal discorre acerca do Processo Administrativo Disciplinar.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com os termos do Processo Administrativo Disciplinar.
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Com sua cultura milenar, o universo cigano é tão cheio de mitos, histórias, crenças, costumes e rituais diversos que nem mesmo os milhões de ciganos do mundo conhecem direito os limites entre a lenda e a realidade. E a razão para a não existência de uma História oficial é simples de ser compreendida: faltam documentos e registros que possam comprovar e explicar sua origem e costumes, pois suas tradições são transmitidas oralmente de geração em geração.
Os constantes deslocamentos que fazem parte da cultura de alguns grupos, o quase inexistente conceito de propriedade e a forma com que lidam com a morte - que os faz liquidar todos os pertences do morto como se o indivíduo não tivesse passado por esse mundo - dificultam ainda mais o trabalho dos historiadores, antropólogos e pesquisadores.
Não faltaram teorias para explicar a origem do povo cigano. Para alguns, eles vieram da Ásia. Porém, a maior parte das teorias foram descartadas pelos pesquisadores até que sobraram apenas duas. A primeira hipótese, a origem egípcia, parece estar baseada em interpretações de trechos bíblicos que acabaram por se tornar lendas entre eles. Mas não há comprovação de que esses grupos, conhecidos como egípcios, vieram realmente desse país.
Outra explicação para o surgimento dessa suposição seria a definição que os próprios europeus davam aos ciganos, também baseada nas Escrituras que citam a dispersão dos egípcios pelo mundo. Em contrapartida, vários linguistas apontam a falta de elementos egípcios no idioma cigano.
Apenas no século 18, o assunto começou a ser discutido com mais seriedade, quando linguistas apontaram indícios concretos da origem indiana ao comparar o idioma romani - língua dos ciganos - com o hindi, variação do sânscrito praticada no noroeste da Índia, onde hoje fica o Paquistão.
A partir de análises comparativas da linguagem romani com outros idiomas indo europeus, os estudiosos foram pontuando datas aproximadas da presença cigana em regiões por onde passaram os grupos. Ao se fixarem nesses pontos, os ciganos assimilavam parte da linguagem local e, gradualmente, a incorporaram ao seu próprio idioma, tornando elementos de outras línguas parte de sua bagagem cultural.
"A origem mais remota dos grupos que genericamente são denominados ciganos é, sem dúvida, a Índia. Quem primeiro desenvolveu a teoria da origem indiana baseada na análise comparativa entre os idiomas foi Samuel Augustini ab Hostis em 1775, em sua obra Zigeuner em Ungaren (Ciganos Húngaros)", diz o antropólogo cigano Nicolas Ramanush, professor de Antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e presidente da ONG Embaixada Cigana do Brasil.
Leituras da História, ano VI, ed. 79, 26 de janeiro de 2015, p. 45 (fragmento adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa em que a substituição proposta para o termo ou expressão em negrito acarreta mudança de significado.
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Com sua cultura milenar, o universo cigano é tão cheio de mitos, histórias, crenças, costumes e rituais diversos que nem mesmo os milhões de ciganos do mundo conhecem direito os limites entre a lenda e a realidade. E a razão para a não existência de uma História oficial é simples de ser compreendida: faltam documentos e registros que possam comprovar e explicar sua origem e costumes, pois suas tradições são transmitidas oralmente de geração em geração.
Os constantes deslocamentos que fazem parte da cultura de alguns grupos, o quase inexistente conceito de propriedade e a forma com que lidam com a morte - que os faz liquidar todos os pertences do morto como se o indivíduo não tivesse passado por esse mundo - dificultam ainda mais o trabalho dos historiadores, antropólogos e pesquisadores.
Não faltaram teorias para explicar a origem do povo cigano. Para alguns, eles vieram da Ásia. Porém, a maior parte das teorias foram descartadas pelos pesquisadores até que sobraram apenas duas. A primeira hipótese, a origem egípcia, parece estar baseada em interpretações de trechos bíblicos que acabaram por se tornar lendas entre eles. Mas não há comprovação de que esses grupos, conhecidos como egípcios, vieram realmente desse país.
Outra explicação para o surgimento dessa suposição seria a definição que os próprios europeus davam aos ciganos, também baseada nas Escrituras que citam a dispersão dos egípcios pelo mundo. Em contrapartida, vários linguistas apontam a falta de elementos egípcios no idioma cigano.
Apenas no século 18, o assunto começou a ser discutido com mais seriedade, quando linguistas apontaram indícios concretos da origem indiana ao comparar o idioma romani - língua dos ciganos - com o hindi, variação do sânscrito praticada no noroeste da Índia, onde hoje fica o Paquistão.
A partir de análises comparativas da linguagem romani com outros idiomas indo europeus, os estudiosos foram pontuando datas aproximadas da presença cigana em regiões por onde passaram os grupos. Ao se fixarem nesses pontos, os ciganos assimilavam parte da linguagem local e, gradualmente, a incorporaram ao seu próprio idioma, tornando elementos de outras línguas parte de sua bagagem cultural.
"A origem mais remota dos grupos que genericamente são denominados ciganos é, sem dúvida, a Índia. Quem primeiro desenvolveu a teoria da origem indiana baseada na análise comparativa entre os idiomas foi Samuel Augustini ab Hostis em 1775, em sua obra Zigeuner em Ungaren (Ciganos Húngaros)", diz o antropólogo cigano Nicolas Ramanush, professor de Antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e presidente da ONG Embaixada Cigana do Brasil.
Leituras da História, ano VI, ed. 79, 26 de janeiro de 2015, p. 45 (fragmento adaptado).
Em relação aos verbos em destaque, correlacione a segunda coluna com a primeira.
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I. “Outra explicação para o surgimento dessa suposição seria a definição que os próprios europeus davam aos ciganos [...]. ” II. “Apenas no século 18, o assunto começou a ser discutido com mais seriedade, quando linguistas apontaram indícios concretos da origem indiana [...]. “ III. “Outra explicação para o surgimento dessa suposição seria a definição que os próprios europeus davam aos ciganos [...]. ” IV. “E a razão para a não existência de uma História oficial é simples de ser compreendida: faltam documentos e registros que possam comprovar e explicar sua origem e costumes [...].” |
( ) O tempo verbal denota um fato hipotético. ( ) O tempo verbal denota um fato atual, ou seja, simultâneo ao momento da fala. (...) O tempo verbal denota um fato passado não concluído, que teve curso prolongado ou que acontecia habitualmente. ( ) O tempo verbal denota um fato passado já concluído. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Com sua cultura milenar, o universo cigano é tão cheio de mitos, histórias, crenças, costumes e rituais diversos que nem mesmo os milhões de ciganos do mundo conhecem direito os limites entre a lenda e a realidade. E a razão para a não existência de uma História oficial é simples de ser compreendida: faltam documentos e registros que possam comprovar e explicar sua origem e costumes, pois suas tradições são transmitidas oralmente de geração em geração.
Os constantes deslocamentos que fazem parte da cultura de alguns grupos, o quase inexistente conceito de propriedade e a forma com que lidam com a morte - que os faz liquidar todos os pertences do morto como se o indivíduo não tivesse passado por esse mundo - dificultam ainda mais o trabalho dos historiadores, antropólogos e pesquisadores.
Não faltaram teorias para explicar a origem do povo cigano. Para alguns, eles vieram da Ásia. Porém, a maior parte das teorias foram descartadas pelos pesquisadores até que sobraram apenas duas. A primeira hipótese, a origem egípcia, parece estar baseada em interpretações de trechos bíblicos que acabaram por se tornar lendas entre eles. Mas não há comprovação de que esses grupos, conhecidos como egípcios, vieram realmente desse país.
Outra explicação para o surgimento dessa suposição seria a definição que os próprios europeus davam aos ciganos, também baseada nas Escrituras que citam a dispersão dos egípcios pelo mundo. Em contrapartida, vários linguistas apontam a falta de elementos egípcios no idioma cigano.
Apenas no século 18, o assunto começou a ser discutido com mais seriedade, quando linguistas apontaram indícios concretos da origem indiana ao comparar o idioma romani - língua dos ciganos - com o hindi, variação do sânscrito praticada no noroeste da Índia, onde hoje fica o Paquistão.
A partir de análises comparativas da linguagem romani com outros idiomas indo europeus, os estudiosos foram pontuando datas aproximadas da presença cigana em regiões por onde passaram os grupos. Ao se fixarem nesses pontos, os ciganos assimilavam parte da linguagem local e, gradualmente, a incorporaram ao seu próprio idioma, tornando elementos de outras línguas parte de sua bagagem cultural.
"A origem mais remota dos grupos que genericamente são denominados ciganos é, sem dúvida, a Índia. Quem primeiro desenvolveu a teoria da origem indiana baseada na análise comparativa entre os idiomas foi Samuel Augustini ab Hostis em 1775, em sua obra Zigeuner em Ungaren (Ciganos Húngaros)", diz o antropólogo cigano Nicolas Ramanush, professor de Antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e presidente da ONG Embaixada Cigana do Brasil.
Leituras da História, ano VI, ed. 79, 26 de janeiro de 2015, p. 45 (fragmento adaptado).
No texto, predominam sequências textuais
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