Foram encontradas 315 questões.
“Se o cérebro humano fosse tão simples que conseguíssemos entendê-lo, seríamos tão simples que não o conseguiríamos.” (Emerson Pugh, filósofo, 1938)
Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase adequada para o enunciado acima.
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundob. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, clarod. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.a
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsãoc. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Na chamada da matéria, logo abaixo de seu título, a referência à existência de uma “mania de tirar fotos o tempo todo” reaparece, de diferentes maneiras, em várias partes do texto, EXCETO, em:
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em “Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.”, o trecho negritado
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.”
A proposição negritada tem por função estabelecer, quanto ao período que lhe sucede, relação de
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso.”, o emprego dos dois pontos no trecho objetiva, EXCETO:
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- FarmáciaCódigo de Ética da Profissão FarmacêuticaResolução CFF 711/2021: Código de Ética Farmacêutica
A Resolução nº 596, de 21 de fevereiro de 2014, publicada pelo Conselho Federal de Farmácia, dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares. No seu Anexo III, estão estabelecidas as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares. De acordo com as informações dadas, assinale a alternativa INCORRETA.
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O ovo é um alimento muito consumido e, em algumas vezes, é usado no planejamento de cardápios em substituição à carne ou como segunda opção proteica, é também considerado boa fonte de proteínas, de vitaminas A, B e D. A composição nutricional da clara e da gema são bem distintas e possuem especificidades interessantes. Em relação às características do ovo, assinale a alternativa INCORRETA.
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O MARC 21 padroniza a representação descritiva automatizada dos acervos bibliográficos internacionalmente. Levando-se em consideração o campo fixo “nível bibliográfico”, associe o nível bibliográfico do registro às suas respectivas explicações.
I. Coleção
II. Recursos integrados
III. Monografia/Item
IV. Periódico
( ) Item tanto completo em uma parte ou projetado para ser completado em um certo número de partes.
( ) Grupo de itens reunidos, mas que não foram originalmente publicados, distribuídos ou produzidos juntos. O registro descreve unidades reunidas por procedência comum ou por conveniência administrativa.
( ) Item bibliográfico editado em partes sucessivas, organizadas de forma numérica ou cronológica e previstas para continuar indefinidamente.
( ) Recursos bibliográficos que são acrescentados ou modificados por meio de atualização que não se mantêm separados e são integrados ao todo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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A rotura do tendão de Aqulies tem como característica
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Na hérnia de disco centro-lateral, no nível L5S, pode-se observar fraqueza do músculo
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