Foram encontradas 40 questões.
[...] Sabemos que o chiclete, desde que seja sem açúcar, pode ser vantajoso à higiene bucal. Ele estimula a salivação em até dez vezes, aumentando a lubrificação local e neutralizando os ácidos produzidos pelas bactérias que causam cárie. Dessa forma, promove uma limpeza mecânica na boca.
Nesse sentido, é importante observar no rótulo da goma de mascar se ela contém xilitol ou sorbitol. Na presença desses adoçantes, as bactérias não conseguem fazer afermentação como acontece normalmente com o açúcar. Sorte dos dentes [...]
Quando o chiclete não cai bem.
Pessoas com problemas na articulação temporomandibular (ATM), aquela responsável pelo abrir e fechar da boca, devem ter cautela no consumo das gomas. É que o mastigar excessivo pode causar um desequilíbrio muscular, resultando em dores crônicas de cabeça, ouvido e na própria região da boca.
Indivíduos com problemas gástricos também devem evitar ou fazer uso moderado dos chicletes. Isso porque toda vez que o mascamos, o corpo entende que vai receber algum alimento e, com isso, prepara enzimas e ácidos para atuar na digestão. Mas, como não há alimento – só uma goma na boca –, existe a possibilidade de uma superprodução de ácido no estômago, o que compromete a sua capacidade de produzir secreções digestivas quando o sujeito realmente ingerir comida. Tudo isso pode acabar em sensação de empachamento, azia etc.[...]
Independentemente dos prós e contras, e do fato de que o chiclete sem açúcar pode ser um aliado da salivação e da higiene bucal, é fundamental e unânime deixar claro que ele nunca substituirá uma boa escovação, com uso da pasta de dente fluoretada, e o fio dental. A goma de mascar só deve ser recomendada com essa finalidade esporadicamente, nos casos em que não é possível fazer a limpeza correta da boca.
REZENDE, Karla Mayra. Chicletes, eles fazem bem aos dentes? Saúde. 25 dez.2018. Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/cuide-da-sua-boca/chicletes-eles-fazem-bem-aos-dentes/ Acesso em 07 jan. 2019.
É INCORRETO afirmar que, no texto, o enunciado “Quando o chiclete não cai bem” cumpre a função de
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Sempre tive cachorros, mas, como tinha filhos, eles ocupavam um lugar secundário no ranking amoroso da família e dormiam fora de casa(A). Até o pequenino Pumpy, um fox “pelo duro” cheio de personalidade, dormia ao relento, apesar do frio. Acho que dormia enroscado no Funk, pastor alemão que tinha o papel de cuidar da casa, mas, quando os dois fugiam pela rua, era o pastor que seguia o fox.
Os filhos cresceram, a família mudou, os netos nasceram e os cachorros continuaram(B). Ângela tinha um Weimaraner, o Otto, que só faltava falar. Mas eu não gostava que dormisse no nosso quarto. Ele sacudia as orelhas quando acordava e, com isso, me acordava também. Agora sou obrigado a conviver com um bulldog francês, o Joca, que passou a fazer parte da família apesar das minhas advertências.
Mas eu mordi a língua. Joca foi entrando devagarinho na minha vida com aquele jeitinho de cão rejeitado, porque, apesar de ter “pedigree”, ele é todo diferente. Os dentes são tortos, o focinho é mais comprido e ele parece uma mistura de morcego com bezerro. Mas é lindo. [...]
A relação com os animais também estabelece um vínculo afetivo forte(C), uma interação amorosa de dois seres que dependem um do outro. Já está provado que o contato com animais traz benesses terapêuticas e ajuda no tratamento da solidão e da rejeição. Pessoas têm animais domésticos para dar e receber esse afeto.
Portanto, eu, que alertava para os problemas de dependência que um cachorro pode trazer, hoje sou vítima dele. Vítima no bom sentido. Adoro minha relação com Joca e me sinto muito bem quando ele se enrosca em mim ou vem com a patinha pedir que eu coce suas costas. [...] E eu juro, que se ele falar, não vou me espantar, vou responder(D).
PAIVA, Miguel Disponível em: https://www.jb.com.br
/colunistas/visto_de_fora_mundo-cao. Acesso em 11 jan.2019. (Adaptado)
Considerando o emprego dos verbos no texto apresentado, assinale a alternativa correta.
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Morar na periferia é tudo, tudo de ruim em matéria de transporte coletivo. Não seria tanto se eu tivesse um carrinho para me levar ao trabalho, mas esse é um sonho distante. O pior éque o bairro onde moro foi tomado pelas vans, ou melhor, lotações mesmo, elas estão maiores, mas não comportam a quantidade de infelizes (estou incluída nessa) que precisa ir trabalhar e enfrentar o balanço das vans. Confesso que esta não é das sensações mais agradáveis desse mundo. Perceber que a dita cuja da lotação vai encostar no próximo ponto para pegar mais passageiros é ainda pior. Eu que não acordo mal-humorada (me orgulho disso), mas ainda tô com sono, tiro forças não sei de onde para ser simpática e me espremo, com o cuidado de não cair sobre o indivíduo sentado à minha frente, para deixar os novos infelizes passarem. Passa boi, passa boiada, até que um dos últimos da fila acha ótimo o espacinho vazio que tem logo atrás de você, sem desconfiar que aquele é justamente o lugar que você estava ocupando e que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. O infeliz teima em ficar logo ali. Seu braço já está com cãimbra pela posição sem jeito de quem se espreme e precisa voltar à posição normal o mais rápido possível. O jeito é rezar para todos os santos e orixás que você conhece e esperar que o indivíduo inconveniente tenha algum semancol e saia logo do seu lugar. Mas o infeliz prefere ficar ali esbarrando em você - não há nada mais irritante do que fazer isso com um desconhecido na lotação logo cedo. Você tenta tirá-lo de lá, usa o cotovelo para esbarrar sem querer, faz cara feia... Nada adianta. Ainda bem que trabalho próximo de casa. Odeio "lotações lotadas" logo de manhã.
Disponível em: http://mundinhodarosi.blogspot.com/ Acesso em 05 jan. 2019 (Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o principal objetivo do relato é
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As mudanças nas configurações familiares brasileiras — baixo índice de natalidade e inserção da mulher no mercado de trabalho — deixam cada vez menos espaço para a tradição de os pais serem cuidados pela família na velhice. A experiência de viver em uma instituição de longa permanência de idoso (ILPI), porém, não precisa ser negativa, explica a enfermeira Renata Alessandra Evangelista, professora da Universidade Federal de Goiás. Na pesquisa Percepções e vivências dos idosos residentes de uma instituição asilar, publicada na Revista da Escola de Enfermagem da USP, ela entrevistou homens e mulheres de 60 a 92 anos que vivem nesse tipo de residência. Muitos relataram solidão, sensação de abandono, ingratidão, mágoa e percepção de estarem excluídos do mundo. Contudo, não excluíram aspectos positivos, como bom relacionamento com outros moradores e possibilidade de se envolverem com atividades diárias. [...]
Disponível em http://especiais.correiobraziliense.com.br/solidao-maltrata-o-corpo-e-a-mentedos- idosos. Acesso em 02 jan. 2019 (Fragmento)
Em “As mudanças nas configurações familiares brasileiras — baixo índice de natalidade e inserção da mulher no mercado de trabalho — deixam cada vez menos espaço para a tradição de os pais serem cuidados pela família na velhice”, a passagem destacada pode ser parafraseada, sem prejuízo de sentido, por
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Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer. – Levanta, ó dono das preguiças. É o mando de minha vizinha, a mulata Dona Luarmina. Eu respondo: – Preguiçoso? Eu ando é a embranquecer as palmas das mãos. – Conversa de malandro…– Sabe uma coisa, Dona Luarmina? O trabalho é que escureceu o pobre do preto. E, afora isso, eu só presto é para viver…Ela ri com aquele modo apagado dela. A gorda Luarmina sorri só para dar rosto à tristeza. – Você, Zeca Perpétuo, até parece mulher…– Mulher, eu?– Sim, mulher é que senta em esteira. Você é o único homem que eu vi sentar na esteira. – Que quer vizinha? Cadeira não dá jeito para dormir. Ela se afasta, pesada como pelicano, abanando a cabeça.
Minha vizinha reclama não haver homem com miolo tão miúdo como eu. Diz que nunca viu pescador deixar escapar tanta maré:– Mas você, Zeca: é que nem faz ideia da vida. – A vida, Dona Luarmina? A vida é tão simples que ninguém a entende. É como dizia meu avô Celestiano sobre pensarmos Deus ou não Deus… Além disso, pensar traz muita pedra e pouco caminho. Por isso eu, um reformado do mar o que me resta fazer? Dispensado de pescar, me dispenso de pensar. Aprendi nos muitos anos de pescaria: o tempo anda por ondas. A gente tem é que ficar levezinho e sempre apanhar boleia numa dessas ondeações. – Não é verdade, Dona Luarmina? A senhora sabe essas línguas da nossa gente. Me diga, minha Dona: qual é a palavra para dizer futuro? Sim, como se diz futuro? Não se diz, na língua deste lugar de África. Sim, porque futuro é uma coisa que existindo nunca chega a haver. Então eu me suficiento do atual presente. E basta. – Só eu quero é ser um homem bom, Dona. – Você é mas é um aldrabom. A gorda mulata não quer amolecer conversa. E tem razão, sendo minha vizinha desde há tanto.
COUTO, Mia. Mar Me Quer. Portugal: Editorial Caminho, 2015. (Fragmento)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o narrador revela
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Fusca 60 anos: veja curiosidades sobre o carro queridinho no Brasil
Nem precisa ser apaixonado por automóveis para se render ao charme do Fusca. O modelo conquistou os brasileiros por décadas com o seu design arredondado e uma "cara simpática". [...] Meu nome é Fusca. O modelo chegou no Brasil com o nome Volkswagen Sedan. Em alemão, o V soa parecido com "fau" e o W como "Vê". O Fauvê virou fulque, que virou fulca, e segundo o historiador Alexander Gromow, em São Paulo ganhou um 'S' e virou fusca. Só 20 anos depois da chegada do modelo no Brasil foi que a Volkswagen adotou o nome oficialmente.
Diferentemente dos carros que a gente vê na rua atualmente, o Fusca tinha um charme especial na hora de colocar a bagagem. O porta-malas dele ficava na parte da frente, onde normalmente fica o motor. Já o motor, na parte de trás.
Fuscão Preto. Muito tempo antes de Gabriel Gava "jogar a gata no fundo da Fiorino", outro carro já era usado como ninho de amor. Era em um "Fuscão Preto" que uma mulher encontrava o amante, na música de Almir Rogério, também lá nos anos 1980. A traição sobrou para o fusquinha que foi acusado de ter "seu ronco maldito. Meu castelo tão bonito, você fez desmoronar". É justo isso? […]
Disponível em http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/
editorias/verso/online/fusca-60-anosveja- curiosidades-sobre-o-carro-queridinho-no-brasil Acesso em 03 jan.2019. (Fragmento)
Em relação aos recursos enunciativos mobilizados no trecho acima, assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa correta no que diz respeito à situação de a Administração tomar uma decisão administrativa em relação ao administrado ou requerer, por parte dele, o cumprimento de uma espécie de diligência.
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
De acordo com o disposto no Código de Ética Profissional que rege o exercício das atribuições do cargo de servidor público federal, assinale a alternativa correta.
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Em relação ao exercício do comércio, pelo servidor público federal, assinale a alternativa correta.
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No que concerne à carreira dos servidores públicos federais, assinale a alternativa INCORRETA.
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