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1809778 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

“O futuro não o preocupa porque não o ocupa.” (1º §)

Na sentença acima, o autor obtém efeito expressivo opondo palavras da mesma família, sendo a primeira derivada prefixal da segunda. Das sentenças abaixo, aquela cujas palavras grifadas pertencem a famílias diferentes é:

 

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1809777 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

“É no mundo interior que essa consciência se desenvolve [...].” (1º §)

Das alterações processadas na passagem acima, aquela em que a colocação do pronome átono está em DESACORDO com as normas do português padrão vigentes no Brasil é:

 

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1809776 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

O futuro atua em nós como vocação. Nem sempre correspondemos ao apelo da vocação.

Transformando as duas sentenças acima numa única com pronome relativo, a alternativa em que a reescrita é feita CORRETAMENTE, de acordo com a norma culta da língua, é:

 

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1809775 Ano: 2018
Disciplina: Português
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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

“É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.” (3º §)

Dos exemplos abaixo, o que deve ter o acento indicativo da crase, como na passagem acima, é:

 

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1809774 Ano: 2018
Disciplina: Português
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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

A partir dos verbos absorver, compreender e oprimir, podemos derivar os substantivos absorção, compreensão e opressão. Das séries de verbos abaixo, aquela cujos substantivos derivados se grafam respectivamente com -ção, -são e -ssão é:

 

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1809773 Ano: 2018
Disciplina: Português
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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

“É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever.” (1º §)

O conectivo que pode substituir a palavra grifada, sem que haja mudança de sentido no texto, é:

 

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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

A alternativa em que, apesar da mudança da ordem das palavras, o segundo enunciado mantém o mesmo sentido do primeiro é:

 

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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

A alternativa em que a substituição do elemento grifado altera o sentido do enunciado é:

 

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Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

A alternativa em que a palavra destacada do texto NÃO apresenta correlação de sentido com a passagem transcrita é:

 

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1809769 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

Das afirmativas abaixo, assinale aquela que está em DESACORDO com as ideias expressas no texto:

 

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