Foram encontradas 378 questões.
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto para lo ítem.
Mitología
Los mitos son relatos basados en la tradición de leyendas creadas para explicar el universo, el origen delmundo, los fenómenos naturales y cualquier cosa para la que no haya una explicación simple. Sin embargo, no todos los mitos tienen por qué tener este propósito explicativo. Igualmente, en su mayoría, los mitos están relacionados con una fuerza natural o deidad, pero muchos son simplemente historias y leyendas que se han ido transmitiendo oralmente de generación en generación.
La mitología aparece de manera prominente en la mayoría de las religiones y de igual modo la mayoría de las mitologías está relacionada con al menos una religión.
El término se suele usar en este sentido para referirse a las religiones fundadas por sociedades antiguas, como la mitología griega, la mitología romana y la mitología escandinava. Sin embargo, es importante recordar que, mientras algunas personas ven los panteones escandinavos y celtas como meras fábulas, otros las consideran religiones.
Generalmente mucha gente no considera los relatos que rodean al origen y desarrollo de religiones como el cristianismo, judaísmo e islamismo como crónicas literales de eventos, sino más bien como representaciones figurativas de sus sistemas de valores.
Internet: <es.wikipedia.org> (con adaptaciones).
Según el texto, juzgue lo ítem siguiente.
Para existir un mito tiene que haber una religión primero.
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Texte pour le item
Mythologie
La mythologie est le corpus des mythes révélant le système de pensée sous-tendant une religion et la civilisation qui la porte. Ces mythes s’expriment dans un groupe cohérent de récits également nommé “mythologie”.
La mythologie prend sens et activité dans une culture socio-religieuse. Le mot est généralement utilisé pour décrire les systèmes religieux des mondes anciens ou des civilisations premières, séparées dans l’espace ou dans le temps. En effet, tout comme les religions exotiques, nombre de religions antiques et ancestrales ne sont connues de la majorité des gens qu’à travers les récits mythiques qu’elles ont laissés.
Il est plus difficile de parler de mythologie à propos des religions contemporaines, terme que les croyants sont tout disposés à prendre pour une offense envers leur foi, une attaque contre leurs croyances1 ou au minimum, une manifestation d’intolérance. Les dieux des voies monothéistes sont pensés comme étant le seul et unique Dieu, et de ce fait, comme la seule instance possible de ce concept. Le croyant monothéiste est donc facilement amené à penser que son dieu est le vrai tandis que celui des autres serait faux, ce qui pose donc le problème de la vérité et non le problème de la mythologie.
1croyance – confession, dogme, conviction, foi.
Internet: <wikipedia.org> (adapté).
En considérant le idée du texte, juge le proposition suivantes.
Il est correct d’affirmer que la mythologie est une manifestation actuelle de la vérité.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
Subentende-se do texto que, apesar de sua importância e de seus efeitos nas relações internacionais européias subsequentes, a Guerra Franco- Prussiana de 1870 não levou os franceses a apelarem ao mito patriótico que envolve Joana d’Arc.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
O século XIX, época em que praticamente desaparece o interesse por Joana d’Arc na França, é, paradoxalmente, período de afirmação do nacionalismo, de que seriam exemplos marcantes os processos de unificação da Alemanha e da Itália.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
Infere-se do texto que renascentistas e iluministas se aproximavam no respeito e na profunda admiração ao papel histórico que Joana d’Arc representou na Europa do século XV.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
É possível identificar alguma semelhança entre o caso focalizado no texto e a figura de Tiradentes na história do Brasil. Esquecida pelo governo imperial, a imagem do inconfidente de Vila Rica foi recuperada pela República, à maneira de um mito representativo de liberdade e do amor à pátria.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
O texto sugere que personagens históricas, como Joana d’Arc, podem ser percebidas de forma distinta ao longo do tempo, sendo sua imagem apropriada aos diversos interesses e pontos de vista de cada época.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
A Guerra dos 100 anos, cenário em que Joana d’Arc se notabiliza, é considerada um dos grandes marcos da crise do feudalismo, pois contribuiu para o fortalecimento da autoridade real — e consequente afirmação do Estado nacional — sobre a nobreza.
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A medievalista francesa Colette Beaune acaba de lançar o livro Joana d’Arc, uma Biografia. Ela empenhou-se para descobrir quem foi a mártir da Guerra dos 100 anos, queimada viva aos 19 anos, em 1431. Para a autora, mitos e estereótipos da época ajudam a revelar a personagem trágica que nasceu em uma família modesta e analfabeta. Ridicularizada por figurões como Shakespeare e Voltaire, Joana tornou-se, por ironia da História, padroeira da França.
A historiadora afirma que Joana d’Arc teve sua imagem utilizada contra os ingleses, que haviam contribuído para sua morte, e, depois, contra os alemães no século XIX. O final do século XVIII não foi favorável à memória da donzela. Ela só ressurge em meados do século XIX. Já, então, duas Joanas se contrapunham, uma monarquista e piedosa — a dos historiadores católicos e da escola privada —, a outra popular e republicana, a dos manuais da escola leiga. No século XX, sua memória entra em crise. Joana é utilizada pelo governo de Vichy e, em seguida, pela Frente Nacional (a extrema direita de Le Pen), o que faz que a esquerda a abandone. Felizmente, as feministas vêm em socorro da heroína, que volta a pôr em questão o estatuto das mulheres de seu tempo.
Gazeta Mercantil. Caderno Fim de Semana, 6-8/10/2006, p. 3 (com adaptações).
Considerando o tema abordado no texto e as possíveis relações com outros contextos históricos, julgue o item seguinte.
Entre as situações citadas no texto, relativas à valorização da imagem de Joana d’Arc na França do século XX, destaca-se a que se refere ao movimento de resistência liderado por De Gaulle durante a Segunda Guerra Mundial.
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índice de desenvolvimento humano (IDH) – 2003 |
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|
posição |
país | IDH | posição | país |
IDH |
| 1 | Noruega | 0,963 | 12 | Holanda |
0,943 |
| 2 | Islândia | 0,956 | 13 | Finlândia |
0,941 |
| 3 | Austrália | 0,955 | 14 | Dinamarca |
0,941 |
| 4 | Luxemburgo | 0,949 | 15 | Reino Unido |
0,939 |
| 5 | Canadá | 0,949 | 16 | França |
0,938 |
| 6 | Suécia | 0,949 | 17 | Áustria |
0,936 |
| 7 | Suíça | 0,947 | 18 | Itália |
0,934 |
| 8 | Irlanda | 0,946 | 19 | Nova Zelândia |
0,933 |
| 9 | Bélgica | 0,945 | 20 | Alemanha |
0,933 |
| 10 | Estados Unidos | 0,944 | 21 | Espanha |
0,930 |
| 11 | Japão | 0,943 | 63 | Brasil |
0,792 |
Relatório de Desenvolvimento Humano, PNUD, 2005.
Considerando as informações da tabela acima, julgue o item seguinte.
A justificativa para os modestos índices de desenvolvimento humano apresentados pelo Brasil é a sua relativamente recente independência como nação, o que atrasou reformas políticas e sociais importantes.
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