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3706652 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do BrasilC.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.

Marcos Bagno. A língua de Eulália.

A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.

A menção às mais de duzentas línguas indígenas faladas no Brasil serve de argumento para mostrar que a “unidade lingüística do Brasil” (l.11) não passa de um mito.

 

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3706651 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
IreneE escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. MeninasE, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.

Marcos Bagno. A língua de Eulália.

A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.

O diálogo retratado no texto mostra a defesa de duas posições contrárias a respeito da língua falada no Brasil: as “Meninas” (l.7) defendem a existência da unidade lingüística enquanto “Irene” (l.5) defende a não-existência dessa unidade.

 

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3706650 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.

Marcos Bagno. A língua de Eulália.

A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.

A imposição do português como idioma geral do Brasil, logo no início da colonização, eliminou a possibilidade de sobrevivência de culturas locais ou regionais.

 

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3706649 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.

Marcos Bagno. A língua de Eulália.

A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.

O que se entende por povo brasileiro é o resultado da miscigenação de diversos povos, tais como indígenas, africanos e europeus, presentes no processo de colonização.

 

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3706648 Ano: 2007
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nós semo caipira, isso num é pra quem qué
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóis fô caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

Existe um único tipo de música caipira no Brasil e ele é marcado pela influência da chamada música country americana.

 

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3706647 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nós semo caipira, isso num é pra quem qué
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóis fô caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

O termo “caipira”C (v.6), se usado de forma pejorativa, pode demonstrar preconceito de pessoas pertencentes à cultura urbana em relação àquelas advindas da cultura rural.

 

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3706646 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nós semo caipira, isso num é pra quem quéC
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóis fôC caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

As grafias “qué” (v.4) e “fô” (v.6) reproduzem uma tendência do falar informal da língua portuguesa no Brasil: a de não se pronunciar o erre final das formas verbais.

 

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3706645 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nósC semo caipira, isso num é pra quem qué
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóisC fô caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

No texto da canção acima, aparecem duas formas do pronome de primeira pessoa do plural — “nós” (v.4) e “nóis” (v.6) —, que correspondem a duas variedades da língua portuguesa falada no Brasil.

 

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3706644 Ano: 2007
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nós semo caipira, isso num é pra quem qué
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóis fô caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

Muitas vezes, o preconceito contra alguma música ou estilo musical se deve mais ao contexto ao qual aquela música está ligada do que à qualidade da música em si.

 

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3706643 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navegantes das Gerais

Se me chamam de caipira fico até agradecido
pois falando sertanejo eu posso ser confundido
Cacique falou e disse, dei um dez e botei fé
Que nós semo caipira, isso num é pra quem qué
Acredito no que vejo, sou iguar a São Tomé
Enquanto nóis fô caipira a cultura tá de pé
Negar isso é vaidade, brasileiro de verdade
Se orgulha do que é, toma aí seu mané, pois é
Se me chamam de caipira...

Zé Mulato e Cassiano

Considerando a letra de música apresentada acima, julgue os próximos itens.

Na história republicana do Brasil, governos autoritários, como os representados na Era Vargas e no regime militar instaurado em 1964, preocuparam-se em exercer censura política sobre a música popular.

 

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