Foram encontradas 100 questões.
O Diabo
Lá vem a compadecida!
Mulher em tudo se mete!
....................................................
Maria
Meu filho, perdoe esta alma,
Tenha dela compaixão!
Não se perdoando esta alma,
Faz-se é dar mais gosto ao cão:
Por isto absolva elaC,
Lançai a vossa bênção.
....................................................
Jesus
Pois minha mãe leve a alma,
Leve em sua proteção,
Diga às outras que recebam,
Façam com ela união.
Fica feito o seu pedido,
Dou a ela a salvação.
O castigo da soberba. In: Ariano Suassuna. Auto da compadecida. 34.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2004, p. 15.
Compadecida, julgue os próximos itens.
O emprego do pronome “ela” (v.7) na posição em que ocorre na oração, além de manter o ritmo e o padrão poético, marca um uso lingüístico da fala coloquial popular.
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O Diabo
Lá vem a compadecida!
Mulher em tudo se mete!
....................................................
Maria
Meu filho, perdoe esta alma,
Tenha dela compaixão!
Não se perdoando esta alma,
Faz-se é dar mais gosto ao cão:
Por isto absolva ela,
Lançai a vossa bênção.
....................................................
Jesus
Pois minha mãe leve a alma,
Leve em sua proteção,
Diga às outras que recebam,
Façam com ela união.
Fica feito o seu pedido,
Dou a ela a salvação.
O castigo da soberba. In: Ariano Suassuna. Auto da compadecida. 34.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2004, p. 15.
Compadecida, julgue os próximos itens.
Assim como o Auto da Compadecida, o bumba-meu-boi e o maracatu apresentam temáticas religiosas.
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O Diabo
Lá vem a compadecida!
Mulher em tudo se mete!
....................................................
Maria
Meu filho, perdoe esta alma,
Tenha dela compaixão!
Não se perdoando esta alma,
Faz-se é dar mais gosto ao cão:
Por isto absolva ela,
Lançai a vossa bênção.
....................................................
Jesus
Pois minha mãe leve a alma,
Leve em sua proteção,
Diga às outras que recebam,
Façam com ela união.
Fica feito o seu pedido,
Dou a ela a salvação.
O castigo da soberba. In: Ariano Suassuna. Auto da compadecida. 34.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2004, p. 15.
Compadecida, julgue os próximos itens.
A adaptação da peça Auto da Compadecida para a TV, em forma de minissérie, é exemplo de transposição da linguagem teatral para outras linguagens.
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O Diabo
Lá vem a compadecida!
Mulher em tudo se mete!
....................................................
Maria
Meu filho, perdoe esta alma,
Tenha dela compaixão!
Não se perdoando esta alma,
Faz-se é dar mais gosto ao cão:
Por isto absolva ela,
Lançai a vossa bênção.
....................................................
Jesus
Pois minha mãe leve a alma,
Leve em sua proteção,
Diga às outras que recebam,
Façam com ela união.
Fica feito o seu pedido,
Dou a ela a salvação.
O castigo da soberba. In: Ariano Suassuna. Auto da compadecida. 34.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 2004, p. 15.
Compadecida, julgue os próximos itens.
A conexão entre a peça Auto da Compadecida e o auto popular O Castigo da Soberba é indicada, além de outros aspectos, pela presença do personagem Jesus Cristo em ambos.
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A palavra teatro abrange ao menos duas acepções fundamentais: o imóvel em que se realizam espetáculos e uma arte específica, transmitida ao público por intermédio do ator.
O primeiro significado, na linguagem corrente, liga-se à idéia de edifício, um edifício de características especiais, dotado basicamente de platéia e palco. Quando se diz: “vamos ao teatro”, pensa-se de imediato na saída de casa para assistir, em um recinto próprio, à representação feita por atores. (...) Teatro implica a presença física de um artista que se exibe para uma audiência.
Sábato Magaldi. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1986, p. 7 (com adaptações).
A partir das informações desse texto, julgue os seguintes itens.
O edifício teatral não sofreu alterações significativas ao longo da história, mantendo suas características essenciais, ou seja, palco um pouco elevado, onde se apresentam os atores, e platéia rebaixada, onde ficam os espectadores.
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A palavra teatro abrange ao menos duas acepções fundamentais: o imóvel em que se realizam espetáculos e uma arte específica, transmitida ao público por intermédio do ator.
O primeiro significado, na linguagem corrente, liga-se à idéia de edifício, um edifício de características especiais, dotado basicamente de platéia e palco. Quando se diz: “vamos ao teatro”, pensa-se de imediato na saída de casa para assistir, em um recinto próprio, à representação feita por atores. (...) Teatro implica a presença física de um artista que se exibe para uma audiência.
Sábato Magaldi. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1986, p. 7 (com adaptações).
A partir das informações desse texto, julgue os seguintes itens.
A recepção de um espetáculo teatral por parte do público depende do conhecimento prévio do texto encenado.
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A palavra teatro abrange ao menos duas acepções fundamentais: o imóvel em que se realizam espetáculos e uma arte específica, transmitida ao público por intermédio do ator.
O primeiro significado, na linguagem corrente, liga-se à idéia de edifício, um edifício de características especiais, dotado basicamente de platéia e palco. Quando se diz: “vamos ao teatro”, pensa-se de imediato na saída de casa para assistir, em um recinto próprio, à representação feita por atores. (...) Teatro implica a presença física de um artista que se exibe para uma audiência.
Sábato Magaldi. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1986, p. 7 (com adaptações).
A partir das informações desse texto, julgue os seguintes itens.
Entre os elementos que colaboram para a realização do fenômeno teatral, incluem-se a cenografia, a indumentária, a sonoplastia, a iluminação.
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.
Marcos Bagno. A língua de Eulália.
A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.
Ao contrário da unidade lingüística comentada no texto, a música é universal, o que significa que a diversidade musical produzida no Brasil é entendida e apreciada por todos os brasileiros.
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tia?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— Mas, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocês se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.
Marcos Bagno. A língua de Eulália.
A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.
Depreende-se da organização das idéias no texto que o segmento “um bloco compacto, sólido e firme” (l.23-24) qualifica como deve ser uma língua de cultura, tal como a língua portuguesa.
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— Bom, o que a gente aprende na escola, desde pequena, é que no Brasil só se fala português.
— Isso mesmo — confirma Sílvia. — No Brasil a gente fala português de Norte a Sul.
Irene escuta com atenção. Depois começa a falar:
— É bem a resposta que eu esperava. E não havia por que ser diferente. Meninas, na tradição de ensino da língua portuguesa no Brasil existe um mito que há muito tempo vem causando um sério estrago na nossa educação.
— Que mito é esse, tiaC?
— É o mito da unidade lingüística do Brasil.
— Primeiro, no Brasil, não se fala uma só língua. Existem mais de duzentas línguas ainda faladas em diversos pontos do país pelos sobreviventes das antigas nações indígenas. Além disso, muitas comunidades de imigrantes estrangeiros mantêm viva a língua de seus ancestrais: coreanos, japoneses, alemães, italianos etc.
— MasC, mesmo deixando de lado os índios e os imigrantes, nem por isso a gente pode dizer que no Brasil só se fala uma única língua. Talvez vocêsC se surpreendam com o que vou dizer agora, mas não existe nenhuma língua que seja uma só.
— Isso quer dizer que aquilo que a gente chama, por comodidade, de português não é um bloco compacto, sólido e firme, mas sim um conjunto de “coisas” aparentadas entre si, mas com algumas diferenças. Essas “coisas” são chamadas variedades.
Marcos Bagno. A língua de Eulália.
A partir do texto apresentado acima, julgue os itens de 87 a 93 a seguir.
Apesar do travessão antes de “Mas” (l.18), a presença do destinatário — “vocês” (l.20) — e a direção da argumentação mostram que esse parágrafo dá continuidade à fala da “tia” (l.10), expressa no parágrafo anterior.
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