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Todos os dias, chega à Terra uma grande quantidade de energia proveniente do Sol passível de ser utilizada pelo homem, por meio de sistemas coletores de energia solar. Em 1891, registrou-se, pela primeira vez, a utilização de coletor solar com a finalidade de aquecimento hídrico.
Um coletor solar dito plano, por exemplo, é constituído basicamente por uma caixa retangular rasa com cobertura de vidro, de forma a explorar o efeito denominado estufa. Dentro dessa caixa, há um tubo metálico — geralmente de cobre — por onde o fluido que se deseja aquecer escoa. Sobre esta tubulação, encontra-se uma placa absorvedora, de material metálico, de cor preta para aumentar a absorção de energia solar. Utiliza-se ainda um isolamento térmico na parte inferior do coletor para minimizar as perdas de calor para o ambiente.
As figuras de I a IV abaixo ilustram o uso de um coletor solar plano com tubo metálico curvado em um sistema de aquecimento de água. Esse sistema, além do coletor solar, possui um reservatório de água, com superfícies termicamente isoladas, e tubos de plástico que ligam o reservatório ao coletor. O funcionamento desse sistema de aquecimento pode ser assim descrito: a água fria sai do reservatório; entra no coletor, onde é aquecida; e retorna ao reservatório. As figuras apresentadas esboçam quatro esquemas alternativos de se conectar o reservatório ao coletor solar. As setas indicam o sentido de circulação da água.

A partir das informações acima, julgue o item.
No sistema descrito, o aquecimento da água contida no reservatório envolve necessariamente os seguintes fenômenos: irradiação, condução e convecção.
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Todos os dias, chega à Terra uma grande quantidade de energia proveniente do Sol passível de ser utilizada pelo homem, por meio de sistemas coletores de energia solar. Em 1891, registrou-se, pela primeira vez, a utilização de coletor solar com a finalidade de aquecimento hídrico.
Um coletor solar dito plano, por exemplo, é constituído basicamente por uma caixa retangular rasa com cobertura de vidro, de forma a explorar o efeito denominado estufa. Dentro dessa caixa, há um tubo metálico — geralmente de cobre — por onde o fluido que se deseja aquecer escoa. Sobre esta tubulação, encontra-se uma placa absorvedora, de material metálico, de cor preta para aumentar a absorção de energia solar. Utiliza-se ainda um isolamento térmico na parte inferior do coletor para minimizar as perdas de calor para o ambiente.
As figuras de I a IV abaixo ilustram o uso de um coletor solar plano com tubo metálico curvado em um sistema de aquecimento de água. Esse sistema, além do coletor solar, possui um reservatório de água, com superfícies termicamente isoladas, e tubos de plástico que ligam o reservatório ao coletor. O funcionamento desse sistema de aquecimento pode ser assim descrito: a água fria sai do reservatório; entra no coletor, onde é aquecida; e retorna ao reservatório. As figuras apresentadas esboçam quatro esquemas alternativos de se conectar o reservatório ao coletor solar. As setas indicam o sentido de circulação da água.

A partir das informações acima, julgue o item.
Vegetais clorofilados armazenam a energia solar no processo endotérmico da fotossíntese, que pode ser representado pela equação a seguir.
energia solar + CO2(g) + H2O(!$ \ell !$) !$ \rightarrow !$ glicose + O2(g)
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Todos os dias, chega à Terra uma grande quantidade de energia proveniente do Sol passível de ser utilizada pelo homem, por meio de sistemas coletores de energia solar. Em 1891, registrou-se, pela primeira vez, a utilização de coletor solar com a finalidade de aquecimento hídrico.
Um coletor solar dito plano, por exemplo, é constituído basicamente por uma caixa retangular rasa com cobertura de vidro, de forma a explorar o efeito denominado estufa. Dentro dessa caixa, há um tubo metálico — geralmente de cobre — por onde o fluido que se deseja aquecer escoa. Sobre esta tubulação, encontra-se uma placa absorvedora, de material metálico, de cor preta para aumentar a absorção de energia solar. Utiliza-se ainda um isolamento térmico na parte inferior do coletor para minimizar as perdas de calor para o ambiente.
As figuras de I a IV abaixo ilustram o uso de um coletor solar plano com tubo metálico curvado em um sistema de aquecimento de água. Esse sistema, além do coletor solar, possui um reservatório de água, com superfícies termicamente isoladas, e tubos de plástico que ligam o reservatório ao coletor. O funcionamento desse sistema de aquecimento pode ser assim descrito: a água fria sai do reservatório; entra no coletor, onde é aquecida; e retorna ao reservatório. As figuras apresentadas esboçam quatro esquemas alternativos de se conectar o reservatório ao coletor solar. As setas indicam o sentido de circulação da água.

A partir das informações acima, julgue o item.
A energia emitida pelo Sol é resultado de diferentes reações de fusão nuclear, como a representada pela equação abaixo.
4He2 + 21no + energia !$ \rightarrow !$ !$ \div !$ 2H1 + 2H1
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A tabela a seguir apresenta a relação entre a altitude, a pressão e a temperatura de ebulição da água em três localidades diferentes.
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localidade |
altitude (m) | pressão (atm) |
temperatura |
|
Rio de Janeiro |
0 | 1,00 |
100 |
|
México |
2.240 | 0,72 | 93 |
|
Monte Everest |
8.848 | 0,35 | 72 |
Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.
O determinante da matriz !$ \begin {bmatrix} 1,00 \,\, 100 \\ 0,72 \,\,\,\,\, 93 \end {bmatrix}, !$ obtida a partir das informações apresentadas na tabela, é igual ao menor múltiplo comum de 3 e 7.
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A tabela a seguir apresenta a relação entre a altitude, a pressão e a temperatura de ebulição da água em três localidades diferentes.
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localidade |
altitude (m) | pressão (atm) |
temperatura |
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Rio de Janeiro |
0 | 1,00 |
100 |
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México |
2.240 | 0,72 | 93 |
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Monte Everest |
8.848 | 0,35 | 72 |
Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.
Considere o sistema de coordenas xOy em que a abscissa x denota a altitude, em metros, e a ordenada y, a pressão, em atm, nas localidades indicadas na tabela. Nesse sistema, a reta que passa pelos pontos B1 = (0, 1) e B2 = (2.240, 0,72) intercepta o eixo Ox em x = 8.000.
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A tabela a seguir apresenta a relação entre a altitude, a pressão e a temperatura de ebulição da água em três localidades diferentes.
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localidade |
altitude (m) | pressão (atm) |
temperatura |
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Rio de Janeiro |
0 | 1,00 |
100 |
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México |
2.240 | 0,72 | 93 |
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Monte Everest |
8.848 | 0,35 | 72 |
Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.
Considere o sistema de coordenas xOy em que a abscissa x denota a pressão, em atm, e a ordenada y, a temperatura de ebulição da água, em ºC, nas localidades indicadas na tabela. Nesse sistema, os pontos A1 = (1, 100), A2 = (0,72, 93) e A3 = (0,35, 72) são colineares.
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A tabela a seguir apresenta a relação entre a altitude, a pressão e a temperatura de ebulição da água em três localidades diferentes.
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localidade |
altitude (m) | pressão (atm) |
temperatura |
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Rio de Janeiro |
0 | 1,00 |
100 |
|
México |
2.240 | 0,72 | 93 |
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Monte Everest |
8.848 | 0,35 | 72 |
Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.
Para as localidades apresentadas na tabela, a função P = P(h) que expressa a pressão em termos da altitude é crescente.
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As figuras I, II e III acima apresentam situações do cotidiano das crianças, adaptadas do livro Física 1 - Mecânica, de Paulo C. M. Penteado. Na figura I, crianças brincam de cabo de guerra, usando uma corda de massa m sob ação da aceleração da gravidade g. Na figura II, crianças descem do topo do escorregador — ponto C —, de altura h igual a 10 m, até o ponto D, com força de atrito e velocidade inicial nulas e submetidas também à aceleração da gravidade g. Na figura III, um jovem utiliza dois canudos de tamanhos diferentes para sugar líquido de um copo, sendo que o canudo de tamanho maior está imerso no líquido, e o de tamanho menor, não.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Na situação relativa à figura III, o jovem conseguirá sugar o líquido do copo.
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As figuras I, II e III acima apresentam situações do cotidiano das crianças, adaptadas do livro Física 1 - Mecânica, de Paulo C. M. Penteado. Na figura I, crianças brincam de cabo de guerra, usando uma corda de massa m sob ação da aceleração da gravidade g. Na figura II, crianças descem do topo do escorregador — ponto C —, de altura h igual a 10 m, até o ponto D, com força de atrito e velocidade inicial nulas e submetidas também à aceleração da gravidade g. Na figura III, um jovem utiliza dois canudos de tamanhos diferentes para sugar líquido de um copo, sendo que o canudo de tamanho maior está imerso no líquido, e o de tamanho menor, não.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Na situação representada na figura II, a velocidade da criança, em módulo, no final do escorregador, no ponto D, independe de sua massa.
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As figuras I, II e III acima apresentam situações do cotidiano das crianças, adaptadas do livro Física 1 - Mecânica, de Paulo C. M. Penteado. Na figura I, crianças brincam de cabo de guerra, usando uma corda de massa m sob ação da aceleração da gravidade g. Na figura II, crianças descem do topo do escorregador — ponto C —, de altura h igual a 10 m, até o ponto D, com força de atrito e velocidade inicial nulas e submetidas também à aceleração da gravidade g. Na figura III, um jovem utiliza dois canudos de tamanhos diferentes para sugar líquido de um copo, sendo que o canudo de tamanho maior está imerso no líquido, e o de tamanho menor, não.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Considerando-se que, na situação representada na figura II, g seja igual a 9,8 m/s2, a energia cinética de uma criança com massa igual a 10 kg, no final do escorregador, no ponto D, será igual a 980 J.
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