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“What we need in this organisation is more personal contact.”
The cartoon suggests that:
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A variação fenotípica nos mamíferos não pode ser atribuída aos efeitos de um único gene. Existem outras causas para essa variação, tais como variedade de genes, influências ambientais e efeitos epigenéticos. Os efeitos epigenéticos devem-se a modificações químicas do DNA — como a adição de um grupo metil à citosina presente na estrutura do DNA —, que não alteram a sequência de nucleotídeos do DNA, mas, sim, a probabilidade da transcrição dos genes. Um exemplo disso é o silenciamento gênico de um dos cromossomos X em mamíferos.
Considerando o fragmento de texto acima e conceitos correlatos, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo B.
As mudanças na expressão genética não atribuíveis a alterações na sequência do DNA podem ser transmitidas durante as divisões celulares e, por vezes, de geração em geração.
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A variação fenotípica nos mamíferos não pode ser atribuída aos efeitos de um único gene. Existem outras causas para essa variação, tais como variedade de genes, influências ambientais e efeitos epigenéticos. Os efeitos epigenéticos devem-se a modificações químicas do DNA — como a adição de um grupo metil à citosina presente na estrutura do DNA —, que não alteram a sequência de nucleotídeos do DNA, mas, sim, a probabilidade da transcrição dos genes. Um exemplo disso é o silenciamento gênico de um dos cromossomos X em mamíferos.
Considerando o fragmento de texto acima e conceitos correlatos, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo B.
Em mamíferos, no cromossomo X inativo, o padrão de metilação do DNA é diferente do padrão do cromossomo X ativo.
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A variação fenotípica nos mamíferos não pode ser atribuída aos efeitos de um único gene. Existem outras causas para essa variação, tais como variedade de genes, influências ambientais e efeitos epigenéticos. Os efeitos epigenéticos devem-se a modificações químicas do DNA — como a adição de um grupo metil à citosina presente na estrutura do DNA —, que não alteram a sequência de nucleotídeos do DNA, mas, sim, a probabilidade da transcrição dos genes. Um exemplo disso é o silenciamento gênico de um dos cromossomos X em mamíferos.
Considerando o fragmento de texto acima e conceitos correlatos, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo B.
A metilação do DNA é um meio de regulação da expressão gênica.
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Em 2010, pesquisadores criaram, em um sintetizador químico, o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides, da classe dos Mollicutes, a partir do código genético, arquivado em um computador. Esse genoma sintético, embora seja uma cópia de genoma de Mycoplasma mycoides, contém sequências de DNA montadas em laboratório, que serviram como marcas d’água para distingui-lo de um genoma natural. O genoma sintético foi, então, introduzido em uma bactéria Mycoplasma capricolum, cujo DNA havia sido previamente removido. No momento do transplante, 14 genes do genoma sintético foram excluídos e, mesmo assim, a nova bactéria sintética, denominada Mycoplasma laboratorium, passou a viver e a reproduzir-se controlada pelo novo genoma. Essa descoberta mostra que é possível desenhar um genoma como se fosse um software e colocá-lo para rodar no hardware de uma célula.
Considerando o texto e os aspectos que ele suscita, julgue o próximo item.
O texto descreve a criação de vida a partir da sequência de nucleotídeos que possuem como pentose uma ribose.
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Em 2010, pesquisadores criaram, em um sintetizador químico, o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides, da classe dos Mollicutes, a partir do código genético, arquivado em um computador. Esse genoma sintético, embora seja uma cópia de genoma de Mycoplasma mycoides, contém sequências de DNA montadas em laboratório, que serviram como marcas d’água para distingui-lo de um genoma natural. O genoma sintético foi, então, introduzido em uma bactéria Mycoplasma capricolum, cujo DNA havia sido previamente removido. No momento do transplante, 14 genes do genoma sintético foram excluídos e, mesmo assim, a nova bactéria sintética, denominada Mycoplasma laboratorium, passou a viver e a reproduzir-se controlada pelo novo genoma. Essa descoberta mostra que é possível desenhar um genoma como se fosse um software e colocá-lo para rodar no hardware de uma célula.
Considerando o texto e os aspectos que ele suscita, julgue o próximo item.
A manipulação genética de espécies biológicas de interesse do homem iniciou-se após a criação de uma forma de vida sintética, como a descrita no texto.
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Em 2010, pesquisadores criaram, em um sintetizador químico, o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides, da classe dos Mollicutes, a partir do código genético, arquivado em um computador. Esse genoma sintético, embora seja uma cópia de genoma de Mycoplasma mycoides, contém sequências de DNA montadas em laboratório, que serviram como marcas d’água para distingui-lo de um genoma natural. O genoma sintético foi, então, introduzido em uma bactéria Mycoplasma capricolum, cujo DNA havia sido previamente removido. No momento do transplante, 14 genes do genoma sintético foram excluídos e, mesmo assim, a nova bactéria sintética, denominada Mycoplasma laboratorium, passou a viver e a reproduzir-se controlada pelo novo genoma. Essa descoberta mostra que é possível desenhar um genoma como se fosse um software e colocá-lo para rodar no hardware de uma célula.
Considerando o texto e os aspectos que ele suscita, julgue o próximo item.
A célula sintética não possui estruturas membranares, tais como mitocôndrias, retículos endoplasmáticos, complexos de Golgi, fagossomos e lisossomos.
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Em 2010, pesquisadores criaram, em um sintetizador químico, o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides, da classe dos Mollicutes, a partir do código genético, arquivado em um computador. Esse genoma sintético, embora seja uma cópia de genoma de Mycoplasma mycoides, contém sequências de DNA montadas em laboratório, que serviram como marcas d’água para distingui-lo de um genoma natural. O genoma sintético foi, então, introduzido em uma bactéria Mycoplasma capricolum, cujo DNA havia sido previamente removido. No momento do transplante, 14 genes do genoma sintético foram excluídos e, mesmo assim, a nova bactéria sintética, denominada Mycoplasma laboratorium, passou a viver e a reproduzir-se controlada pelo novo genoma. Essa descoberta mostra que é possível desenhar um genoma como se fosse um software e colocá-lo para rodar no hardware de uma célula.
Considerando o texto e os aspectos que ele suscita, julgue o próximo item.
As bactérias citadas no texto pertencem ao mesmo gênero.
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Em 2010, pesquisadores criaram, em um sintetizador químico, o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides, da classe dos Mollicutes, a partir do código genético, arquivado em um computador. Esse genoma sintético, embora seja uma cópia de genoma de Mycoplasma mycoides, contém sequências de DNA montadas em laboratório, que serviram como marcas d’água para distingui-lo de um genoma natural. O genoma sintético foi, então, introduzido em uma bactéria Mycoplasma capricolum, cujo DNA havia sido previamente removido. No momento do transplante, 14 genes do genoma sintético foram excluídos e, mesmo assim, a nova bactéria sintética, denominada Mycoplasma laboratorium, passou a viver e a reproduzir-se controlada pelo novo genoma. Essa descoberta mostra que é possível desenhar um genoma como se fosse um software e colocá-lo para rodar no hardware de uma célula.
Considerando o texto e os aspectos que ele suscita, julgue o próximo item.
As bactérias Mycoplasma laboratorium somente podem produzir proteínas cujas sequências de aminoácidos sejam idênticas às das proteínas produzidas pela bactéria Mycoplasma mycoides.
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A figura acima ilustra o espectrômetro de massa, que permite determinar a razão carga-massa das amostras componentes do solo. As amostras são vaporizadas e inseridas na câmera de ionização, onde são bombardeadas por um feixe de elétrons com energia suficiente para arrancar um ou mais dos seus elétrons, tornando-as positivas. A amostra ionizada e vaporizada é inserida em uma câmera aceleradora com potencial de aceleração igual a 104 V. O feixe de partículas deixa a câmera aceleradora e entra em uma região de campo magnético constante B, onde se separa em dois feixes. Em seguida, atinge o detector em duas regiões distintas, proporcionais aos raios de curvatura r1 e r2, relacionados às partículas dos tipos 1 e 2, respectivamente. O sinal detectado é enviado para um computador, que mostra, em um gráfico, o número de partículas (N) em função da razão carga-massa (e/m).
Considerando essas informações e assumindo 1,6 × 10-19 C como o módulo da carga do elétron, julgue o item.
Considerando-se um mesmo valor para a ionização, existem mais átomos do tipo 2 cuja massa é menor que a massa de átomos do tipo 1.
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