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Segundo as previsões do prof. Labouriau, até 2000, o alumínio e suas ligas suplantariam o ferro, que é mais pesado e mais facilmente oxidável. O alumínio é produzido, industrialmente, a partir da bauxita, um óxido de alumínio hidratado impuro. Após a purificação, a bauxita é convertida em alumina — Al2O3—, a qual é fundida e hidrolisada em células que usam ânodos de grafite — C(graf) — e vasilhas forradas de aço carbono como cátodo. Esse processo pode ser representado pela equação abaixo.
2A2 O3 (l )+ 3C(graf)!$ → !$ 4Al (l )+ 3CO2 (g)
A seguir, apresentam-se as reações de redução do Al3+ e, para efeito de comparação, do Fe2+, e seus respectivos potenciais elétricos padrão (E0).
!$ Al^+_3+3e^-\rightarrow al, E_0=-1,66 V !$
!$ Fe^+_2+2e^-\rightarrow Fe, E_0=-0,44V !$
Julgue o item subsequente, relativos ao texto e às reações apresentadas.
A quantidade máxima de alumínio que pode ser obtida a partir de 1.000 g de Al2O3 e de um eletrodo de grafite de 100 g é superior a 400 g.
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Segundo as previsões do prof. Labouriau, até 2000, o alumínio e suas ligas suplantariam o ferro, que é mais pesado e mais facilmente oxidável. O alumínio é produzido, industrialmente, a partir da bauxita, um óxido de alumínio hidratado impuro. Após a purificação, a bauxita é convertida em alumina — Al2O3—, a qual é fundida e hidrolisada em células que usam ânodos de grafite — C(graf) — e vasilhas forradas de aço carbono como cátodo. Esse processo pode ser representado pela equação abaixo.
2A2 O3 (l )+ 3C(graf)!$ → !$ 4Al (l )+ 3CO2 (g)
A seguir, apresentam-se as reações de redução do Al3+ e, para efeito de comparação, do Fe2+, e seus respectivos potenciais elétricos padrão (E0).
!$ Al^+_3+3e^-\rightarrow al, E_0=-1,66 V !$
!$ Fe^+_2+2e^-\rightarrow Fe, E_0=-0,44V !$
Julgue o item subsequente, relativos ao texto e às reações apresentadas.
Considere o óxido de alumínio hidratado Al2O3xH2O, em que x é o grau de hidratação. Se 1.000 g desse óxido, livres de impurezas, ao serem completamente desidratados, resultarem em 800 g de alumina, então x é maior que 2.
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Os avanços da ciência, muitas vezes, se fazem anunciar por aqueles que a conhecem mais a fundo ou por ela se interessam particularmente. Os fragmentos de texto a seguir, obtidos da 1.a edição da revista O Cruzeiro, de 1928, mostram um pouco da intuição do prof. F. Labouriau, em um ensaio sobre como seria o “distante” ano 2000.
A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
Caso estejam corretos os estudos que estimam em 66 GW a potência hidrelétrica disponível no setor energético brasileiro, é correto afirmar que o prof. Labouriau superestimou em mais de 50% a capacidade de geração hidrelétrica brasileira.
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Os avanços da ciência, muitas vezes, se fazem anunciar por aqueles que a conhecem mais a fundo ou por ela se interessam particularmente. Os fragmentos de texto a seguir, obtidos da 1.a edição da revista O Cruzeiro, de 1928, mostram um pouco da intuição do prof. F. Labouriau, em um ensaio sobre como seria o “distante” ano 2000.
A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
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Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
Considere que o prof. Labouriau tenha assumido que a população do Brasil pudesse ser descrita por Q(t) = MeBt, mas, na realidade, essa população é corretamente expressa por P(t) = NeAt, em que, em ambos os casos, t é a quantidade de anos decorridos após 1920 — ou seja, t = 0 corresponde ao ano 1920 e t = 80, ao ano 2000. Nesse caso, considerando que a população brasileira em 1920 e em 2000 era, respectivamente, de 30.000.000 e 170.000.000 habitantes — diferentemente dos 200.000.000 previstos pelo professor —, e assumindo 0,7 como valor aproximado para ln2, então B - A <!$ \dfrac{1}{100} !$
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Os avanços da ciência, muitas vezes, se fazem anunciar por aqueles que a conhecem mais a fundo ou por ela se interessam particularmente. Os fragmentos de texto a seguir, obtidos da 1.a edição da revista O Cruzeiro, de 1928, mostram um pouco da intuição do prof. F. Labouriau, em um ensaio sobre como seria o “distante” ano 2000.
A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
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Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
Considerando que a entalpia de combustão e a densidade do octano (C8H18), um composto representativo da gasolina, são, respectivamente, iguais a 5.110 kJ/mol e 0,70 g/mL,conclui-se que a quantidade de octano que deve ser queimado, em 24 horas, para gerar a energia equivalente a 50 × 106 CV é superior a 1 × 106L.
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Os avanços da ciência, muitas vezes, se fazem anunciar por aqueles que a conhecem mais a fundo ou por ela se interessam particularmente. Os fragmentos de texto a seguir, obtidos da 1.a edição da revista O Cruzeiro, de 1928, mostram um pouco da intuição do prof. F. Labouriau, em um ensaio sobre como seria o “distante” ano 2000.
A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
Se a moeda, no ano 2000, tivesse sido substituída utilizando-se o critério de sua equivalência à energia elétrica, então o dinheiro armazenado nos bancos seria equivalente à energia potencial.
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A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
A previsão do prof. Labouriau acerca da importância da eletricidade confirma-se na realidade atual brasileira, em que se verificam desigualdades sociais e regionais no consumo de energia, concentração espacial das indústrias no Centro-Sul do país, e consequente riqueza dessa região, e disparidades de renda entre as camadas da população.
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A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
O Brasil da atualidade desponta no cenário internacional pela grandeza de seus recursos hídricos como fontes de energia primária, entretanto, notam-se restrições no seu aproveitamento, devido às características climáticas reinantes no país, que fazem que a ocorrência das chuvas se concentre em determinado período do ano.
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A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.
São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.
Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.
As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.
Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.
Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.
A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.
O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.
Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.
Está equivocado o comentário do prof. Labouriau de que, no ano 2000, “Paga-se o trabalho em kilowatts”, pois, segundo as ideias que ele mesmo expõe no texto, a moeda deveria ser substituída pelo quilowatt-hora ou joules, e não, pelo quilowatt.
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O CN-, assim como o monóxido de carbono (CO), pode causar a morte por suspensão das atividades respiratórias. No entanto, o mecanismo verificado é diferente. O CO liga-se ao íon Fe2+ do grupo heme da proteína hemoglobina, deslocando o O2 e impedindo seu transporte até as células. Por outro lado, o CN- tem pouquíssima afinidade com o Fe2+, ligando-se, no entanto, rapidamente aos íons Fe3+ da enzima citocromo c oxidase, transportadora da cadeia respiratória responsável pela transferência final de elétrons ao O2, conforme ilustra a figura acima. Dessa forma, o íon férrico fica impedido de retornar ao estado ferroso, bloqueando toda a cadeia respiratória e, por conseguinte, a síntese acoplada de ATP. Na equação a seguir, Hm.O2 e Hm.CO são os complexos formados pelos grupos heme das moléculas de hemoglobina com o O2 e o CO, respectivamente, e KC é a constante de equilíbrio da reação.
Hm.O2+CO!$ \rightleftharpoons !$Hm.CO + O2+ KC= 210
Com base nessas informações, julgue o próximo item.
A falta de oxigênio nas células inibe, nas mitocôndrias mitocôndrias, a respiração celular, processo corretamente representado na equação química abaixo.
C6H12O6+ 6O2!$ → !$6CO2+ 6H2O + ATP
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