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Foram encontradas 355 questões.

2402372 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Segunda Guerra Mundial, o maior e mais sangrento conflito de toda a história da humanidade, envolveu as forças armadas de mais de setenta países, opondo os Aliados às potências do Eixo. A guerra começou em 1.º/9/1939, com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, e prolongou-se até 2/9/1945. Mobilizou mais de 100 milhões de militares e foram mortas 70 milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial da época —, a maioria das quais civis. Alemanha, Itália e Japão foram as principais nações que lutaram pelo Eixo, e, pelos Aliados, lutaram, principalmente, Grã-Bretanha, França, União Soviética, Estados Unidos da América e China. Ao final da guerra, com a rendição das nações do Eixo, foi criada a
Organização das Nações Unidas (ONU), teve início a Guerra Fria entre Estados Unidos da América e União Soviética, países que
emergiram do conflito como superpotências mundiais, e acelerou-se o processo de descolonização da Ásia e da África.

A figura I ilustra o número de mortos, na Segunda Guerra Mundial, dos países envolvidos no conflito, e a figura II, o percentual de mortos, entre civis e militares, dos países Aliados e do Eixo.

Figura I

Enunciado 2987302-1

Figura II

Enunciado 2987302-2

A partir das informações do texto e das figuras acima, julgue o item, considerando que, em 2005 (60 anos após o fim do referido conflito), o valor oficial registrado da população mundial era igual a 6,5 × 109 pessoas e assumindo 0,64 como valor aproximado para ln (1,9).

Se a Segunda Guerra Mundial não tivesse ocorrido e a população mundial ao longo dos anos fosse estimada pela função q(t) = Me (4/375)t, em que t representa a quantidade de anos decorridos após 1945, então a população mundial, em 2005, seria, no mínimo, 2,5% superior ao valor oficial registrado.

 

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2402370 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Segunda Guerra Mundial, o maior e mais sangrento conflito de toda a história da humanidade, envolveu as forças armadas de mais de setenta países, opondo os Aliados às potências do Eixo. A guerra começou em 1.º/9/1939, com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, e prolongou-se até 2/9/1945. Mobilizou mais de 100 milhões de militares e foram mortas 70 milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial da época —, a maioria das quais civis. Alemanha, Itália e Japão foram as principais nações que lutaram pelo Eixo, e, pelos Aliados, lutaram, principalmente, Grã-Bretanha, França, União Soviética, Estados Unidos da América e China. Ao final da guerra, com a rendição das nações do Eixo, foi criada a
Organização das Nações Unidas (ONU), teve início a Guerra Fria entre Estados Unidos da América e União Soviética, países que
emergiram do conflito como superpotências mundiais, e acelerou-se o processo de descolonização da Ásia e da África.

A figura I ilustra o número de mortos, na Segunda Guerra Mundial, dos países envolvidos no conflito, e a figura II, o percentual de mortos, entre civis e militares, dos países Aliados e do Eixo.

Figura I

Enunciado 2987300-1

Figura II

Enunciado 2987300-2

A partir das informações do texto e das figuras acima, julgue o item, considerando que, em 2005 (60 anos após o fim do referido conflito), o valor oficial registrado da população mundial era igual a 6,5 × 109 pessoas e assumindo 0,64 como valor aproximado para ln (1,9).

O fim da Segunda Guerra, sacramentando a derrota dos regimes totalitários de direita, impulsionou o espírito de liberdade e de democracia, que, no Brasil, contribuiu para tornar insustentável o ditatorial Estado Novo de Vargas.

 

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2402369 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Segunda Guerra Mundial, o maior e mais sangrento conflito de toda a história da humanidade, envolveu as forças armadas de mais de setenta países, opondo os Aliados às potências do Eixo. A guerra começou em 1.º/9/1939, com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, e prolongou-se até 2/9/1945. Mobilizou mais de 100 milhões de militares e foram mortas 70 milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial da época —, a maioria das quais civis. Alemanha, Itália e Japão foram as principais nações que lutaram pelo Eixo, e, pelos Aliados, lutaram, principalmente, Grã-Bretanha, França, União Soviética, Estados Unidos da América e China. Ao final da guerra, com a rendição das nações do Eixo, foi criada a
Organização das Nações Unidas (ONU), teve início a Guerra Fria entre Estados Unidos da América e União Soviética, países que
emergiram do conflito como superpotências mundiais, e acelerou-se o processo de descolonização da Ásia e da África.

A figura I ilustra o número de mortos, na Segunda Guerra Mundial, dos países envolvidos no conflito, e a figura II, o percentual de mortos, entre civis e militares, dos países Aliados e do Eixo.

Figura I

Enunciado 2987299-1

Figura II

Enunciado 2987299-2

A partir das informações do texto e das figuras acima, julgue o item, considerando que, em 2005 (60 anos após o fim do referido conflito), o valor oficial registrado da população mundial era igual a 6,5 × 109 pessoas e assumindo 0,64 como valor aproximado para ln (1,9).

Se um nome selecionado ao acaso na lista de mortos na Segunda Guerra Mundial for de um militar, a probabilidade de ele ser asiático é superior a 0,20.

 

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2402368 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Segunda Guerra Mundial, o maior e mais sangrento conflito de toda a história da humanidade, envolveu as forças armadas de mais de setenta países, opondo os Aliados às potências do Eixo. A guerra começou em 1.º/9/1939, com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, e prolongou-se até 2/9/1945. Mobilizou mais de 100 milhões de militares e foram mortas 70 milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial da época —, a maioria das quais civis. Alemanha, Itália e Japão foram as principais nações que lutaram pelo Eixo, e, pelos Aliados, lutaram, principalmente, Grã-Bretanha, França, União Soviética, Estados Unidos da América e China. Ao final da guerra, com a rendição das nações do Eixo, foi criada a
Organização das Nações Unidas (ONU), teve início a Guerra Fria entre Estados Unidos da América e União Soviética, países que
emergiram do conflito como superpotências mundiais, e acelerou-se o processo de descolonização da Ásia e da África.

A figura I ilustra o número de mortos, na Segunda Guerra Mundial, dos países envolvidos no conflito, e a figura II, o percentual de mortos, entre civis e militares, dos países Aliados e do Eixo.

Figura I

Enunciado 2987298-1

Figura II

Enunciado 2987298-2

A partir das informações do texto e das figuras acima, julgue o item, considerando que, em 2005 (60 anos após o fim do referido conflito), o valor oficial registrado da população mundial era igual a 6,5 × 109 pessoas e assumindo 0,64 como valor aproximado para ln (1,9).

Considerando a figura abaixo, que ilustra uma obra expressionista da artista alemã Kathe Kollwitz, criada no período de opressão política e social na Alemanha no início do século XX, e sabendo que o expressionismo alemão é conhecido como uma arte que, deliberadamente, muda a aparência das coisas, verifica-se que, nessa obra, a artista não buscou expressar exatamente o que sentia, mas, sim, aumentar a ilusão de realidade, ao recorrer à técnica de gravura em tons de cinza, que dão ao conjunto um aspecto muito natural.

Enunciado 2987298-3

 

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2402366 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

No período “Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem”, houve elipse do verbo da oração principal.

 

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2402365 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

Considerando-se o sentido da expressão “Morte morrida” evidenciado no texto, verifica-se que a estratégia de determinação semântica empregada nessa expressão não se aplicaria, nesse contexto, a construção com o antônimo do núcleo nominal: vida.

 

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2402364 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

Os melanócitos e o colágeno são estruturas celulares presentes nos tecidos conjuntivos.

 

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2402363 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

O nome científico Seabates aleutianus poderia também ser corretamente atribuído a um vegetal.

 

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2402362 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

Por pertencerem a gêneros diferentes, as duas espécies de tartarugas citadas no texto fazem parte de famílias distintas.

 

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2402361 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

A capacidade de regeneração da T. dohrnii, assim como a dos demais cnidários, está relacionada à complexidade de seus tecidos, devendo-se considerar que, quanto maior for a complexidade de um tecido, maior será sua capacidade de regeneração.

 

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