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Foram encontradas 349 questões.

2419601 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

O gás carbônico é um óxido de característica ácida, pois, ao reagir com a água, produz ácido carbônico.

 

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2419600 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

As moléculas dos gases SO2 e CO2 apresentam geometria angular e são polares.

 

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2419599 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

De acordo com o modelo de Thomson, o hidrogênio é constituído por 1 próton, 1 elétron e 1 nêutron.

 

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2419598 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

Considere que os gases da natureza, que são chamados de gases reais, tenham propriedades diferentes daquelas preditas pela lei dos gases ideais. Considere, ainda, o fator de compressão Z, que é a razão entre o volume molar do gás real e o volume molar de um gás ideal nas mesmas condições. Nesse caso, é correto afirmar que, no gráfico a seguir, da variação de Z em função da pressão, as curvas I e II representam, respectivamente, o comportamento dos gases NH3 e H2.

Enunciado 2987973-1

 

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2419597 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

Para a reação nuclear !$ _{238}^{92}U \rightarrow a + X !$, o elemento X é o tório-234 e, caso o tempo de meia-vida do urânio-238 seja de 5,5 bilhões de anos, então o tempo necessário para que a massa de uma amostra de !$ _{238}^{92}U !$ se reduza à quarta parte do seu valor inicial será de mais de 10 bilhões de anos.

 

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2419596 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O vento solar é uma emissão contínua, em todas as direções, de partículas carregadas que têm origem na coroa solar. As partículas emitidas podem ser elétrons, prótons ou neutrinos. A velocidade dessas partículas varia entre 400 km/s e 800 km/s.

Essa emissão contínua gera uma distribuição de íons, prótons e elétrons em todo o espaço do sistema solar. Esse plasma de partículas carregadas é comumente denominado mar de prótons, ou mar de elétrons. Ao se aproximarem da Terra, esses íons sofrem alterações em suas trajetórias devido à presença do campo magnético terrestre. Na região do espaço que circunda a Terra, a densidade desse plasma é de aproximadamente 10 partículas por centímetro cúbico. O bombardeamento da atmosfera terrestre pelo vento solar tem efeitos profundos, uma vez que as partículas e a radiação solar interagem com os gases presentes na atmosfera, tais como H2, N2, O2, CO2, CO, NO2, N2O, SO2.

planeta

distância média do Sol, em 106 km

Mercúrio

57,9

Vênus

108
Terra

150

Marte

228

Júpiter

778

Saturno

1.430

Urano

2.870

Netuno

4.500

Plutão

5.900

Tendo como referência o texto e os dados na tabela acima, julgue o item.

Considere que a Terra tenha uma órbita circular de raio igual à sua distância média do Sol. Considere, ainda, que, em determinado instante, o Sol emite um próton, com velocidade igual a 400 km/s, na direção formada por um ângulo !$ \theta !$ com a reta que une a Terra ao Sol, conforme indicado na figura a seguir. Nessa situação, para que o próton atinja a Terra, o ângulo 2 deverá ser tal que 4° < 2 < 5°.

Enunciado 2987971-1

 

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2419595 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Aidan Dwyer, um jovem norte-americano de 13 anos de idade, após ter analisado o papel das folhas das plantas como coletores solares naturais para o processo de fotossíntese, desenvolveu uma inovadora maneira de dispor painéis solares de modo a otimizar a coleta de energia luminosa.

Durante uma caminhada, ao observar as árvores, ele percebeu que as folhas ao longo de um ramo e os galhos em torno do caule apresentavam um padrão de crescimento espiralado ascendente que obedecia à sequência de Fibonacci 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ... , que é determinada pela seguinte fórmula de recorrência: F1 = 1, F2 = 1 e, para n !$ \ge !$ 3, Fn = Fn - 1 + Fn - 2. Essa distribuição das folhas, além de dar equilíbrio ao caule, propicia-lhe melhor aproveitamento de sua exposição ao Sol, à chuva e ao ar.

Em 1874, o matemático inglês Wiesner concluiu que, para que as folhas em um caule de uma árvore ficassem melhor expostas à luz do Sol, o ângulo !$ \theta !$ entre as folhas deveria ser aproximadamente igual a !$ { \begin{bmatrix} { \large 360 \over \Phi^2} \end{bmatrix}}^{ \circ} = 137,5^{ \circ} !$ ângulo áureo, em que !$ \phi = { \large 1 +\sqrt{5} \over 2} !$.

Enunciado 2987970-1

A figura acima ilustra o trabalho de Aidan. Após medir as posições dos galhos em várias árvores, ele realizou, no quintal de sua casa, experimentos com pequenos coletores solares posicionados em uma armação metálica que imitava a configuração natural das folhas. Ele montou, ainda, uma quantidade igual de sensores e os dispôs em um painel, como é feito nos coletores comerciais. Com equipamentos simples, traçou gráficos comparativos da captação solar e observou que sua árvore solar captava 20% mais energia que o painel plano comum.

O Globo, 20/8/2011 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto acima, julgue o item.

Se x é um número real tal que !$ { \begin{vmatrix} x - { \large F_1\over F_6} \end{vmatrix}} > 2 !$, então x > 2 ou x < - 0,3.

 

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2419594 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Aidan Dwyer, um jovem norte-americano de 13 anos de idade, após ter analisado o papel das folhas das plantas como coletores solares naturais para o processo de fotossíntese, desenvolveu uma inovadora maneira de dispor painéis solares de modo a otimizar a coleta de energia luminosa.

Durante uma caminhada, ao observar as árvores, ele percebeu que as folhas ao longo de um ramo e os galhos em torno do caule apresentavam um padrão de crescimento espiralado ascendente que obedecia à sequência de Fibonacci 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ... , que é determinada pela seguinte fórmula de recorrência: F1 = 1, F2 = 1 e, para n !$ \ge !$ 3, Fn = Fn - 1 + Fn - 2. Essa distribuição das folhas, além de dar equilíbrio ao caule, propicia-lhe melhor aproveitamento de sua exposição ao Sol, à chuva e ao ar.

Em 1874, o matemático inglês Wiesner concluiu que, para que as folhas em um caule de uma árvore ficassem melhor expostas à luz do Sol, o ângulo !$ \theta !$ entre as folhas deveria ser aproximadamente igual a !$ { \begin{bmatrix} { \large 360 \over \Phi^2} \end{bmatrix}}^{ \circ} = 137,5^{ \circ} !$ ângulo áureo, em que !$ \phi = { \large 1 +\sqrt{5} \over 2} !$.

Enunciado 2987969-1

A figura acima ilustra o trabalho de Aidan. Após medir as posições dos galhos em várias árvores, ele realizou, no quintal de sua casa, experimentos com pequenos coletores solares posicionados em uma armação metálica que imitava a configuração natural das folhas. Ele montou, ainda, uma quantidade igual de sensores e os dispôs em um painel, como é feito nos coletores comerciais. Com equipamentos simples, traçou gráficos comparativos da captação solar e observou que sua árvore solar captava 20% mais energia que o painel plano comum.

O Globo, 20/8/2011 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto acima, julgue o item.

A partir das informações apresentadas, é correto afirmar que !$ \Phi^{-1} = \Phi -1 !$.

 

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2419593 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Aidan Dwyer, um jovem norte-americano de 13 anos de idade, após ter analisado o papel das folhas das plantas como coletores solares naturais para o processo de fotossíntese, desenvolveu uma inovadora maneira de dispor painéis solares de modo a otimizar a coleta de energia luminosa.

Durante uma caminhada, ao observar as árvores, ele percebeu que as folhas ao longo de um ramo e os galhos em torno do caule apresentavam um padrão de crescimento espiralado ascendente que obedecia à sequência de Fibonacci 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ... , que é determinada pela seguinte fórmula de recorrência: F1 = 1, F2 = 1 e, para n !$ \ge !$ 3, Fn = Fn - 1 + Fn - 2. Essa distribuição das folhas, além de dar equilíbrio ao caule, propicia-lhe melhor aproveitamento de sua exposição ao Sol, à chuva e ao ar.

Em 1874, o matemático inglês Wiesner concluiu que, para que as folhas em um caule de uma árvore ficassem melhor expostas à luz do Sol, o ângulo !$ \theta !$ entre as folhas deveria ser aproximadamente igual a !$ { \begin{bmatrix} { \large 360 \over \Phi^2} \end{bmatrix}}^{ \circ} = 137,5^{ \circ} !$ ângulo áureo, em que !$ \phi = { \large 1 +\sqrt{5} \over 2} !$.

Enunciado 2987968-1

A figura acima ilustra o trabalho de Aidan. Após medir as posições dos galhos em várias árvores, ele realizou, no quintal de sua casa, experimentos com pequenos coletores solares posicionados em uma armação metálica que imitava a configuração natural das folhas. Ele montou, ainda, uma quantidade igual de sensores e os dispôs em um painel, como é feito nos coletores comerciais. Com equipamentos simples, traçou gráficos comparativos da captação solar e observou que sua árvore solar captava 20% mais energia que o painel plano comum.

O Globo, 20/8/2011 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto acima, julgue o item.

No cerrado, espécies de plantas com maior investimento em área foliar levam vantagem em relação às que investem mais em raízes.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2419592 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Aidan Dwyer, um jovem norte-americano de 13 anos de idade, após ter analisado o papel das folhas das plantas como coletores solares naturais para o processo de fotossíntese, desenvolveu uma inovadora maneira de dispor painéis solares de modo a otimizar a coleta de energia luminosa.

Durante uma caminhada, ao observar as árvores, ele percebeu que as folhas ao longo de um ramo e os galhos em torno do caule apresentavam um padrão de crescimento espiralado ascendente que obedecia à sequência de Fibonacci 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ... , que é determinada pela seguinte fórmula de recorrência: F1 = 1, F2 = 1 e, para n !$ \ge !$ 3, Fn = Fn - 1 + Fn - 2. Essa distribuição das folhas, além de dar equilíbrio ao caule, propicia-lhe melhor aproveitamento de sua exposição ao Sol, à chuva e ao ar.

Em 1874, o matemático inglês Wiesner concluiu que, para que as folhas em um caule de uma árvore ficassem melhor expostas à luz do Sol, o ângulo !$ \theta !$ entre as folhas deveria ser aproximadamente igual a !$ { \begin{bmatrix} { \large 360 \over \Phi^2} \end{bmatrix}}^{ \circ} = 137,5^{ \circ} !$ ângulo áureo, em que !$ \phi = { \large 1 +\sqrt{5} \over 2} !$.

Enunciado 2987967-1

A figura acima ilustra o trabalho de Aidan. Após medir as posições dos galhos em várias árvores, ele realizou, no quintal de sua casa, experimentos com pequenos coletores solares posicionados em uma armação metálica que imitava a configuração natural das folhas. Ele montou, ainda, uma quantidade igual de sensores e os dispôs em um painel, como é feito nos coletores comerciais. Com equipamentos simples, traçou gráficos comparativos da captação solar e observou que sua árvore solar captava 20% mais energia que o painel plano comum.

O Globo, 20/8/2011 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto acima, julgue o item.

Infere-se do texto, a partir da sequência de Fibonacci, que a distribuição das folhas em torno do caule facilita a exposição das folhas à luz e, consequentemente, o anabolismo de carboidratos.

 

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