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No Manual de produção de CDs e fitas demo, já na terceira edição, os autores tentam mostrar os caminhos a quem quer entrar no mercado musical. Eles explicam, passo a passo, a importância de um trabalho demo e do material de divulgação de um artista. Procuram esclarecer dúvidas a respeito dos processos de pré e pós-produção de um CD. O livro conta com um glossário de termos musicais e artísticos e com uma planilha de anotação dos gastos da produção musical.
Internet: <www.litec.com.bro> (com adaptações).
Acerca do texto acima e do trabalho de profissionais da linguagem musical, julgue o item a seguir.
No processo de produção de um CD, o arranjador é o profissional cuja função, no estúdio de gravação, é captar o som de cada instrumentista e de cada vocalista, bem como escolher os microfones e os demais equipamentos apropriados à gravação.
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No Manual de produção de CDs e fitas demo, já na terceira edição, os autores tentam mostrar os caminhos a quem quer entrar no mercado musical. Eles explicam, passo a passo, a importância de um trabalho demo e do material de divulgação de um artista. Procuram esclarecer dúvidas a respeito dos processos de pré e pós-produção de um CD. O livro conta com um glossário de termos musicais e artísticos e com uma planilha de anotação dos gastos da produção musical.
Internet: <www.litec.com.bro> (com adaptações).
Acerca do texto acima e do trabalho de profissionais da linguagem musical, julgue o item a seguir.
O segmento “a quem quer entrar” poderia ser corretamente substituído por àqueles que desejam lançar-se.
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No Manual de produção de CDs e fitas demo, já na terceira edição, os autores tentam mostrar os caminhos a quem quer entrar no mercado musical. Eles explicam, passo a passo, a importância de um trabalho demo e do material de divulgação de um artista. Procuram esclarecer dúvidas a respeito dos processos de pré e pós-produção de um CD. O livro conta com um glossário de termos musicais e artísticos e com uma planilha de anotação dos gastos da produção musical.
Internet: <www.litec.com.bro> (com adaptações).
Acerca do texto acima e do trabalho de profissionais da linguagem musical, julgue o item a seguir.
Tem-se verificado que a maioria das gravadoras, na atualidade, vem adotando como critério de escolha dos seus contratados exclusivamente a qualidade artística, em detrimento do apelo comercial do produto musical.
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Hoje, as artes dramáticas se utilizam dos elementos principais ― gestos e sons ― somados a tantos outros, o que, muitas vezes, surpreende, dadas a criatividade e a engenhosidade como são trabalhados. Músicas, instrumentos, luzes de diferentes cores e dirigidas a diferentes pontos com distintas intensidades, bonecos, máscaras, panos, sucata, móveis, tintas, água, figurinos, objetos e cenários são compostos de infinitas formas em apresentações e espetáculos teatrais.
Esses elementos cênicos surgem e são utilizados em momentos distintos, nos contextos tanto do mundo ocidental quanto do oriental, sendo apropriados e articulados também de diferentes formas. Eles constituem o recheio, o sabor, a visualidade e dão materialidade às tramas imaginadas por autores e espectadores.
Márcia Feldman e Mônica D. Pinto. Reflexões sobre a educação no
próximo milênio. Brasília: MEC, 1998 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
No teatro Nô, são utilizados como elementos cênicos a música, a maquiagem e os figurinos, o que o torna uma das principais manifestações do teatro ocidental.
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Hoje, as artes dramáticas se utilizam dos elementos principais ― gestos e sons ― somados a tantos outros, o que, muitas vezes, surpreende, dadas a criatividade e a engenhosidade como são trabalhados. Músicas, instrumentos, luzes de diferentes cores e dirigidas a diferentes pontos com distintas intensidades, bonecos, máscaras, panos, sucata, móveis, tintas, água, figurinos, objetos e cenários são compostos de infinitas formas em apresentações e espetáculos teatrais.
Esses elementos cênicos surgem e são utilizados em momentos distintos, nos contextos tanto do mundo ocidental quanto do oriental, sendo apropriados e articulados também de diferentes formas. Eles constituem o recheio, o sabor, a visualidade e dão materialidade às tramas imaginadas por autores e espectadores.
Márcia Feldman e Mônica D. Pinto. Reflexões sobre a educação no
próximo milênio. Brasília: MEC, 1998 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
No teatro de animação, produzido desde os primeiros momentos da humanidade, têm sido utilizados diversos tipos de elementos cênicos, entre os quais, bonecos. No Brasil, a região Nordeste é um grande centro do teatro de bonecos, conhecido como teatro de marionetes.
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O teatro já nasceu musicado. O canto e a dança tiveram presença marcante nas manifestações artísticas da Antiguidade. Havia música não só nas tragédias, mas também nos dramas, nas sátiras e nas comédias.
Na história mais recente, a relação do teatro com a música atingiu o seu mais alto grau a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI. Porém os cantos e as melodias acompanharam o teatro popular, durante todo o seu percurso, por toda a Europa, até que apontasse, triunfante, em terras do além-mar.
Mais do que em qualquer outro lugar do mundo, o teatro musical floresceu no Brasil de uma forma ímpar. A opereta e o teatro de revista se instalaram no Brasil na segunda metade do século passado e, de lá pra cá, o casamento do teatro com a música sempre deu certo. Antes da era do rádio, iniciada em 1922, o teatro de revista foi o grande responsável pela divulgação dos êxitos da música popular brasileira. E, durante muito tempo, a ideia do teatro musicado brasileiro esteve associada a balangandãs, plumas e lantejoulas e, mais particularmente, à imagem do teatro de revista. Esquecemo-nos de que esse teatro teve um significado histórico e político, e o reduzimos a fantasias brilhantes e coloridas.
A partir dos anos 1960, registrou-se uma crise do teatro de revista, o qual parecia remeter a um passado politicamente ingênuo e distante das plateias ávidas em debater e combater as injustiças sociais.
Ainda assim, o gênero teatro musical não abandonou nossos palcos. Apenas mudou de cara. Espetáculos como Arena Conta Zumbi, Arena Conta Tiradentes, Roda Viva e tantos outros, como o mais recente Gota D’água, passaram para a história do musical brasileiro.
Neyde de Veneziano. Teatro da juventude. São
Paulo: Ano 1, n.º 5, 1996 (com adaptações)
Considerando o texto acima e o que ele suscita, julgue o item a seguir.
O bumba meu boi é uma manifestação folclórica centrada exclusivamente na música e, portanto, não envolve outras linguagens artísticas.
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O teatro já nasceu musicado. O canto e a dança tiveram presença marcante nas manifestações artísticas da Antiguidade. Havia música não só nas tragédias, mas também nos dramas, nas sátiras e nas comédias.
Na história mais recente, a relação do teatro com a música atingiu o seu mais alto grau a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI. Porém os cantos e as melodias acompanharam o teatro popular, durante todo o seu percurso, por toda a Europa, até que apontasse, triunfante, em terras do além-mar.
Mais do que em qualquer outro lugar do mundo, o teatro musical floresceu no Brasil de uma forma ímpar. A opereta e o teatro de revista se instalaram no Brasil na segunda metade do século passado e, de lá pra cá, o casamento do teatro com a música sempre deu certo. Antes da era do rádio, iniciada em 1922, o teatro de revista foi o grande responsável pela divulgação dos êxitos da música popular brasileira. E, durante muito tempo, a ideia do teatro musicado brasileiro esteve associada a balangandãs, plumas e lantejoulas e, mais particularmente, à imagem do teatro de revista. Esquecemo-nos de que esse teatro teve um significado histórico e político, e o reduzimos a fantasias brilhantes e coloridas.
A partir dos anos 1960, registrou-se uma crise do teatro de revista, o qual parecia remeter a um passado politicamente ingênuo e distante das plateias ávidas em debater e combater as injustiças sociais.
Ainda assim, o gênero teatro musical não abandonou nossos palcos. Apenas mudou de cara. Espetáculos como Arena Conta Zumbi, Arena Conta Tiradentes, Roda Viva e tantos outros, como o mais recente Gota D’água, passaram para a história do musical brasileiro.
Neyde de Veneziano. Teatro da juventude. São
Paulo: Ano 1, n.º 5, 1996 (com adaptações)
Considerando o texto acima e o que ele suscita, julgue o item a seguir.
A fusão de linguagens artísticas, tema tratado no fragmento de texto apresentado, caracteriza os desfiles das escolas de samba.
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O teatro já nasceu musicado. O canto e a dança tiveram presença marcante nas manifestações artísticas da Antiguidade. Havia música não só nas tragédias, mas também nos dramas, nas sátiras e nas comédias.
Na história mais recente, a relação do teatro com a música atingiu o seu mais alto grau a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI. Porém os cantos e as melodias acompanharam o teatro popular, durante todo o seu percurso, por toda a Europa, até que apontasse, triunfante, em terras do além-mar.
Mais do que em qualquer outro lugar do mundo, o teatro musical floresceu no Brasil de uma forma ímpar. A opereta e o teatro de revista se instalaram no Brasil na segunda metade do século passado e, de lá pra cá, o casamento do teatro com a música sempre deu certo. Antes da era do rádio, iniciada em 1922, o teatro de revista foi o grande responsável pela divulgação dos êxitos da música popular brasileira. E, durante muito tempo, a ideia do teatro musicado brasileiro esteve associada a balangandãs, plumas e lantejoulas e, mais particularmente, à imagem do teatro de revista. Esquecemo-nos de que esse teatro teve um significado histórico e político, e o reduzimos a fantasias brilhantes e coloridas.
A partir dos anos 1960, registrou-se uma crise do teatro de revista, o qual parecia remeter a um passado politicamente ingênuo e distante das plateias ávidas em debater e combater as injustiças sociais.
Ainda assim, o gênero teatro musical não abandonou nossos palcos. Apenas mudou de cara. Espetáculos como Arena Conta Zumbi, Arena Conta Tiradentes, Roda Viva e tantos outros, como o mais recente Gota D’água, passaram para a história do musical brasileiro.
Neyde de Veneziano. Teatro da juventude. São
Paulo: Ano 1, n.º 5, 1996 (com adaptações)
Considerando o texto acima e o que ele suscita, julgue o item a seguir.
No trecho “a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI”, o emprego da vírgula é obrigatório para se informar que a ópera é oriunda da Itália.
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O teatro já nasceu musicado. O canto e a dança tiveram presença marcante nas manifestações artísticas da Antiguidade. Havia música não só nas tragédias, mas também nos dramas, nas sátiras e nas comédias.
Na história mais recente, a relação do teatro com a música atingiu o seu mais alto grau a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI. Porém os cantos e as melodias acompanharam o teatro popular, durante todo o seu percurso, por toda a Europa, até que apontasse, triunfante, em terras do além-mar.
Mais do que em qualquer outro lugar do mundo, o teatro musical floresceu no Brasil de uma forma ímpar. A opereta e o teatro de revista se instalaram no Brasil na segunda metade do século passado e, de lá pra cá, o casamento do teatro com a música sempre deu certo. Antes da era do rádio, iniciada em 1922, o teatro de revista foi o grande responsável pela divulgação dos êxitos da música popular brasileira. E, durante muito tempo, a ideia do teatro musicado brasileiro esteve associada a balangandãs, plumas e lantejoulas e, mais particularmente, à imagem do teatro de revista. Esquecemo-nos de que esse teatro teve um significado histórico e político, e o reduzimos a fantasias brilhantes e coloridas.
A partir dos anos 1960, registrou-se uma crise do teatro de revista, o qual parecia remeter a um passado politicamente ingênuo e distante das plateias ávidas em debater e combater as injustiças sociais.
Ainda assim, o gênero teatro musical não abandonou nossos palcos. Apenas mudou de cara. Espetáculos como Arena Conta Zumbi, Arena Conta Tiradentes, Roda Viva e tantos outros, como o mais recente Gota D’água, passaram para a história do musical brasileiro.
Neyde de Veneziano. Teatro da juventude. São
Paulo: Ano 1, n.º 5, 1996 (com adaptações)
Considerando o texto acima e o que ele suscita, julgue o item a seguir.
No texto acima, afirma-se que o surgimento da ópera foi um marco na integração do teatro com a música e que a música já estava presente no teatro popular, informações que permitem inferir que a autora do texto não considera a ópera uma manifestação artística popular.
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O teatro já nasceu musicado. O canto e a dança tiveram presença marcante nas manifestações artísticas da Antiguidade. Havia música não só nas tragédias, mas também nos dramas, nas sátiras e nas comédias.
Na história mais recente, a relação do teatro com a música atingiu o seu mais alto grau a partir do surgimento da ópera, na Itália do século XVI. Porém os cantos e as melodias acompanharam o teatro popular, durante todo o seu percurso, por toda a Europa, até que apontasse, triunfante, em terras do além-mar.
Mais do que em qualquer outro lugar do mundo, o teatro musical floresceu no Brasil de uma forma ímpar. A opereta e o teatro de revista se instalaram no Brasil na segunda metade do século passado e, de lá pra cá, o casamento do teatro com a música sempre deu certo. Antes da era do rádio, iniciada em 1922, o teatro de revista foi o grande responsável pela divulgação dos êxitos da música popular brasileira. E, durante muito tempo, a ideia do teatro musicado brasileiro esteve associada a balangandãs, plumas e lantejoulas e, mais particularmente, à imagem do teatro de revista. Esquecemo-nos de que esse teatro teve um significado histórico e político, e o reduzimos a fantasias brilhantes e coloridas.
A partir dos anos 1960, registrou-se uma crise do teatro de revista, o qual parecia remeter a um passado politicamente ingênuo e distante das plateias ávidas em debater e combater as injustiças sociais.
Ainda assim, o gênero teatro musical não abandonou nossos palcos. Apenas mudou de cara. Espetáculos como Arena Conta Zumbi, Arena Conta Tiradentes, Roda Viva e tantos outros, como o mais recente Gota D’água, passaram para a história do musical brasileiro.
Neyde de Veneziano. Teatro da juventude. São
Paulo: Ano 1, n.º 5, 1996 (com adaptações)
Considerando o texto acima e o que ele suscita, julgue o item a seguir.
Das informações expressas no parágrafo inicial depreende-se que as primeiras manifestações das artes cênicas correspondem aos musicais atuais.
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