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L’abattage de forêts pour faire place à des exploitations agricoles ou à des pâturages, ou pour d’autres raisons, entraîne des émissions de CO2. En effet, les arbres, une fois coupés, libèrent le carbone qu’ils ont stocké. Chaque année, environ 12 millions d’hectares de forêt sont détruits. Étant donné que les forêts absorbent le dioxyde de carbone, leur destruction limite également la capacité de la nature à empêcher les émissions dans l’atmosphère. La déforestation, associée à l’agriculture et à d’autres changements d’affectation des sols, est à l’origine d’environ un quart des émissions mondiales de gaz à effet de serre.
Internet: <www.un.org> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
Détruire des forêts pour l’exploitation agricole entraîne des émissions de dioxyde de carbone.
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Le réchauffement climatique est un phénomène global de transformation du climat caractérisé par une augmentation générale des températures moyennes (liée aux activités humaines), et qui modifie durablement les équilibres météorologiques et les écosystèmes. Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans.
Internet: <youmatter.world> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
Le réchauffement climatique se produit durablement à chaque 100 ou 150 ans.
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Le réchauffement climatique est un phénomène global de transformation du climat caractérisé par une augmentation générale des températures moyennes (liée aux activités humaines), et qui modifie durablement les équilibres météorologiques et les écosystèmes. Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans.
Internet: <youmatter.world> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
L’augmentation des températures moyennes qui modifie les équilibres climatiques et les écosystèmes est lié aux activités humaines.
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Le réchauffement climatique est un phénomène global de transformation du climat caractérisé par une augmentation générale des températures moyennes (liée aux activités humaines), et qui modifie durablement les équilibres météorologiques et les écosystèmes. Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans.
Internet: <youmatter.world> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
Le réchauffement climatique est un phénomène qui se produit sur Terre depuis l’apparition des êtres humains.
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Le réchauffement climatique est un phénomène global de transformation du climat caractérisé par une augmentation générale des températures moyennes (liée aux activités humaines), et qui modifie durablement les équilibres météorologiques et les écosystèmes. Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans.
Internet: <youmatter.world> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
Dans la phrase « Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans », le pronom « en » fait référence au déséquilibre climatique.
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Le réchauffement climatique est un phénomène global de transformation du climat caractérisé par une augmentation générale des températures moyennes (liée aux activités humaines), et qui modifie durablement les équilibres météorologiques et les écosystèmes. Lorsque l’on en parle aujourd’hui, il s’agit du phénomène d’augmentation des températures qui se produit sur Terre depuis 100 à 150 ans.
Internet: <youmatter.world> (adapté).
D’après le texte ci-dessus, jugez le item suivant.
L’augmentation des températures moyennes au niveau mondiala modifié ponctuellement l’équilibre des écosystèmes.
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A partir de la charge ci-dessus, jugez l’item suivant.
Le co-voiturage consiste dans l’utilisation d’une même voiture particulière par plusieurs personnes effectuant le même trajet.
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A gravidade da situação que hoje atravessamos não se deve unicamente ao fato de que temos de lidar com a ameaça da destruição de nossos recursos mais vitais: da água, do ar, das espécies vegetais e animais. O momento é grave, de modo mais essencial, porque o homem esqueceu a riqueza do que pode significar ser um ser humano. A tentativa de afirmar um poderio sem limites sobre as coisas — o projeto de estabelecer-se como tirano da vida — redunda em seu isolamento, em rompimento do diálogo com a natureza, em perda da referência da terra como abrigo.
Em outro nível, esse projeto está intimamente ligado aos ritmos da sociedade industrial. Cria-se a ilusão de que, embora existam desigualdades sociais evidentes demais para serem escamoteadas, todos os homens têm igual poderio sobre a natureza, de que todos, até os mais subjugados, têm o poder de subjugar as forças da natureza. Assim, o desequilíbrio ecológico e a planetarização de uma sociedade que, desenvolvendo-se sob a ideologia do individualismo e da pretensa igualdade de todos, caminha hoje para uma tecnocracia totalitária, são aspectos de um mesmo fenômeno.
Nancy M. Unger. Crise ecológica: a deserção do espaço comum. Revista Educação e Realidade, n. 34(3), set./dez. 2009, p.147-155 (com adaptações).
Tendo como referência o texto precedente, da filósofa Nancy Mangabeira Unger, julgue o próximo item.
A pensadora afirma que, em razão das desigualdades sociais, cada ser humano não tem igual poder sobre a natureza.
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A gravidade da situação que hoje atravessamos não se deve unicamente ao fato de que temos de lidar com a ameaça da destruição de nossos recursos mais vitais: da água, do ar, das espécies vegetais e animais. O momento é grave, de modo mais essencial, porque o homem esqueceu a riqueza do que pode significar ser um ser humano. A tentativa de afirmar um poderio sem limites sobre as coisas — o projeto de estabelecer-se como tirano da vida — redunda em seu isolamento, em rompimento do diálogo com a natureza, em perda da referência da terra como abrigo.
Em outro nível, esse projeto está intimamente ligado aos ritmos da sociedade industrial. Cria-se a ilusão de que, embora existam desigualdades sociais evidentes demais para serem escamoteadas, todos os homens têm igual poderio sobre a natureza, de que todos, até os mais subjugados, têm o poder de subjugar as forças da natureza. Assim, o desequilíbrio ecológico e a planetarização de uma sociedade que, desenvolvendo-se sob a ideologia do individualismo e da pretensa igualdade de todos, caminha hoje para uma tecnocracia totalitária, são aspectos de um mesmo fenômeno.
Nancy M. Unger. Crise ecológica: a deserção do espaço comum. Revista Educação e Realidade, n. 34(3), set./dez. 2009, p.147-155 (com adaptações).
Tendo como referência o texto precedente, da filósofa Nancy Mangabeira Unger, julgue o próximo item.
Ao tratar sobre o esquecimento da “riqueza do que pode significar ser um ser humano” e sobre “o projeto de estabelecer-se como tirano da vida”, a filósofa questiona sentidos da vida humana presentes no mundo contemporâneo.
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A gravidade da situação que hoje atravessamos não se deve unicamente ao fato de que temos de lidar com a ameaça da destruição de nossos recursos mais vitais: da água, do ar, das espécies vegetais e animais. O momento é grave, de modo mais essencial, porque o homem esqueceu a riqueza do que pode significar ser um ser humano. A tentativa de afirmar um poderio sem limites sobre as coisas — o projeto de estabelecer-se como tirano da vida — redunda em seu isolamento, em rompimento do diálogo com a natureza, em perda da referência da terra como abrigo.
Em outro nível, esse projeto está intimamente ligado aos ritmos da sociedade industrial. Cria-se a ilusão de que, embora existam desigualdades sociais evidentes demais para serem escamoteadas, todos os homens têm igual poderio sobre a natureza, de que todos, até os mais subjugados, têm o poder de subjugar as forças da natureza. Assim, o desequilíbrio ecológico e a planetarização de uma sociedade que, desenvolvendo-se sob a ideologia do individualismo e da pretensa igualdade de todos, caminha hoje para uma tecnocracia totalitária, são aspectos de um mesmo fenômeno.
Nancy M. Unger. Crise ecológica: a deserção do espaço comum. Revista Educação e Realidade, n. 34(3), set./dez. 2009, p.147-155 (com adaptações).
Tendo como referência o texto precedente, da filósofa Nancy Mangabeira Unger, julgue o próximo item.
Segundo a referida filósofa, o processo de destruição dos recursos naturais é resultado da riqueza de sermos seres humanos, que, por sua vez, nos distancia da natureza.
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