Foram encontradas 40 questões.
Um paciente de 10 anos é levado ao serviço de
emergência por seus pais devido a episódios de perda
de consciência que ocorreram nas últimas semanas.
Durante a consulta, os pais relatam que os episódios são
breves, durando apenas alguns segundos, e que a
criança parece "desconectar-se" do ambiente, sem
resposta ao chamado. Além disso, observaram que,
durante esses episódios, o menino apresenta
movimentos de piscadas rápidas e contrações
involuntárias dos músculos da face, mas não há
convulsões tônicas-clônicas. A criança tem um histórico
de dificuldades de aprendizado e possui também
sintomas de hiperatividade.
Durante a avaliação, o neurologista nota que o menino é uma criança ativa e sociável, sem sinais de comprometimento neurologicamente visíveis no exame físico. O eletroencefalograma (EEG) revela episódios de descargas elétricas que são compatíveis com epilepsia do lobo temporal.
Com base neste quadro clínico, assinale a alternativa correta sobre a epilepsia do lobo temporal e suas características:
Durante a avaliação, o neurologista nota que o menino é uma criança ativa e sociável, sem sinais de comprometimento neurologicamente visíveis no exame físico. O eletroencefalograma (EEG) revela episódios de descargas elétricas que são compatíveis com epilepsia do lobo temporal.
Com base neste quadro clínico, assinale a alternativa correta sobre a epilepsia do lobo temporal e suas características:
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A Síndrome de Lennox-Gastaut (SLG) é uma forma
complexa de epilepsia que se apresenta com
características clínicas específicas. Em relação à
síndrome de Lennox-Gastaut, qual das seguintes
afirmações é correta?
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A síndrome de Müller-Fisher, uma manifestação da
síndrome de Guillain-Barré, é importante de ser
reconhecida na emergência. Qual das seguintes
afirmações sobre a síndrome de Müller-Fisher e sua
identificação clínica é correta?
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Uma menina de 9 anos é trazida à emergência pela mãe,
que está preocupada com episódios inexplicáveis que a
criança vem apresentando nas últimas semanas. A mãe
relata que, durante esses episódios, a menina parece
"desligar-se" e não responde a estímulos, ficando com os
olhos fixos e realizando movimentos automáticos, como
morder os lábios e puxar os cabelos. Cada episódio dura
cerca de 30 segundos e ocorre diversas vezes ao dia,
muitas vezes sem que a menina perceba.
A mãe comenta que a menina não teve febre ou qualquer outra doença conhecida recentemente, e não havia episódios semelhantes registrados no passado. O desempenho escolar da criança tem diminuído devido à dificuldade de concentração, mas não há histórico familiar significativo de epilepsia ou outras condições neurológicas.
Na avaliação inicial, a menina parece alertar-se imediatamente após os episódios e está sem déficits neurológicos visíveis. O neurologista decide solicitar um eletroencefalograma (EEG) para investigar uma possível epilepsia de ausência atípica.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre as ausências atípicas e sua abordagem:
A mãe comenta que a menina não teve febre ou qualquer outra doença conhecida recentemente, e não havia episódios semelhantes registrados no passado. O desempenho escolar da criança tem diminuído devido à dificuldade de concentração, mas não há histórico familiar significativo de epilepsia ou outras condições neurológicas.
Na avaliação inicial, a menina parece alertar-se imediatamente após os episódios e está sem déficits neurológicos visíveis. O neurologista decide solicitar um eletroencefalograma (EEG) para investigar uma possível epilepsia de ausência atípica.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre as ausências atípicas e sua abordagem:
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Um paciente masculino de de 9 anos é trazido ao
consultório de neurologia pediátrica pela mãe devido a
episódios de movimentos involuntários e posturas
anormais. A mãe relata que esses episódios começaram
há aproximadamente seis meses e ocorrem
principalmente quando o menino tenta realizar tarefas,
como escrever ou jogar videogame. Durante esses
episódios, ele apresenta contrações musculares que
forçam seus braços e mãos a se moverem em posições
não intencionais, dificultando seu desempenho nas
atividades diárias.
Não há relato de traumatismo craniano, infecções recentes ou doenças neurológicas na família. A história médica do menino é não significativa, e seu desenvolvimento foi normal até o início dos sintomas. Durante o exame físico, o neurologista observa que o menino tem hipertonacidade nos músculos afetados e que seus movimentos são exacerbados por situações de estresse ou fadiga.
O médico decide realizar uma investigação mais aprofundada, incluindo exames de imagem e avaliação laboratorial para determinar a causa dos sintomas.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre a distonia e sua avaliação:
Não há relato de traumatismo craniano, infecções recentes ou doenças neurológicas na família. A história médica do menino é não significativa, e seu desenvolvimento foi normal até o início dos sintomas. Durante o exame físico, o neurologista observa que o menino tem hipertonacidade nos músculos afetados e que seus movimentos são exacerbados por situações de estresse ou fadiga.
O médico decide realizar uma investigação mais aprofundada, incluindo exames de imagem e avaliação laboratorial para determinar a causa dos sintomas.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre a distonia e sua avaliação:
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Uma menina de 6 anos é levada ao consultório
pediátrico por sua mãe, que está preocupada com o
desenvolvimento neurológico da filha. A mãe relata que a
criança começou a apresentar dificuldade em manter a
atenção em sala de aula e que frequentemente parece
distraída e desatenta. Recentemente, a mãe notou que a
filha também tem se queixado de dores de cabeça
frequentes e episódios esporádicos de perda de força
em um dos braços, que duram alguns minutos e depois
se resolvem espontaneamente.
Durante a consulta, a menina parece inquieta e tem dificuldade de permanecer sentada. Os pais também relatam que, em algumas ocasiões, a criança apresentou episódios de comportamento explosivo, que não eram comuns anteriormente. Até agora, não há história familiar significativa de doenças neurológicas.
Exame Físico:
Geral: Paciente alerta, mas com dificuldade em manter a atenção.
Neurológico: Sem déficits neurológicos focais evidentes, mas havia relatos de episódios de fraqueza temporária e dores de cabeça.
Comportamental: Apresenta inquietação e dificuldade em interagir efetivamente.
Qual é a condição mais provável associada aos sintomas apresentados pela paciente, considerando a descrição clínica e os achados?
Durante a consulta, a menina parece inquieta e tem dificuldade de permanecer sentada. Os pais também relatam que, em algumas ocasiões, a criança apresentou episódios de comportamento explosivo, que não eram comuns anteriormente. Até agora, não há história familiar significativa de doenças neurológicas.
Exame Físico:
Geral: Paciente alerta, mas com dificuldade em manter a atenção.
Neurológico: Sem déficits neurológicos focais evidentes, mas havia relatos de episódios de fraqueza temporária e dores de cabeça.
Comportamental: Apresenta inquietação e dificuldade em interagir efetivamente.
Qual é a condição mais provável associada aos sintomas apresentados pela paciente, considerando a descrição clínica e os achados?
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Uma pré-adolescente de 11 anos é trazida à clínica por
seus pais devido a preocupações com fraqueza muscular
progressiva. Os pais relatam que, nos últimos seis
meses, a criança tem apresentado dificuldades para
correr, subir escadas e levantar objetos, além de
episódios frequentes de dor muscular após atividades
físicas. Eles também notaram que a menina se cansa
facilmente em atividades que anteriormente eram
simples para ela.
No exame físico, a criança mostra fraqueza nos músculos proximais dos membros superiores e inferiores, com um leve aumento no tônus muscular. Não há sinais de fasciculações ou atrofia muscular evidente, mas observa-se uma leve dificuldade em manter a posição de pé com os pés juntos (teste de Romberg).
A história familiar revela que o avô da menina teve problemas musculares na juventude, mas não foi diagnosticado com uma condição específica. A equipe médica decide solicitar exames laboratoriais, incluindo uma análise de creatinoquinase (CK) e uma biópsia muscular, além de considerar uma análise genética.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre a miopatia RYR1 e sua abordagem diagnóstica:
No exame físico, a criança mostra fraqueza nos músculos proximais dos membros superiores e inferiores, com um leve aumento no tônus muscular. Não há sinais de fasciculações ou atrofia muscular evidente, mas observa-se uma leve dificuldade em manter a posição de pé com os pés juntos (teste de Romberg).
A história familiar revela que o avô da menina teve problemas musculares na juventude, mas não foi diagnosticado com uma condição específica. A equipe médica decide solicitar exames laboratoriais, incluindo uma análise de creatinoquinase (CK) e uma biópsia muscular, além de considerar uma análise genética.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre a miopatia RYR1 e sua abordagem diagnóstica:
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No contexto da avaliação emergencial de pacientes
pediátricos com condições neurológicas, qual das
seguintes afirmações sobre o exame de fundo de olho
(fundoscopia) é correta?
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Um menino de 6 anos é trazido ao consultório pediátrico
pelos pais, preocupados com seu desenvolvimento
motor. Eles relatam que, desde os 4 anos, o menino
começou a ter dificuldades para correr e subir escadas,
frequentemente tropeçando e caindo. Recentemente, ele
tem se queixado de cansaço extremo após atividades
físicas, e seus amigos notaram que ele tem dificuldade
para acompanhar os demais em brincadeiras mais
ativas.
Os pais também notam que ele tem uma marcha estranha, com dificuldade para levantar os pés durante a caminhada, e frequentemente se apoia em objetos ao se mover por casa. Além disso, já houve relatos de dor nas pernas, especialmente após atividades físicas.
Durante o exame físico, observam-se os seguintes achados:
Força: Fraqueza muscular difusa das extremidades, com acentuada fraqueza nos músculos proximais dos membros inferiores.
Reflexos: Reflexos tendinosos profundos estão preservados.
Sinais Clínicos: Sinais de hipertrofia muscular nos músculos da panturrilha (sinais de pseudo-hipertrofia).
Um teste de sangue revela níveis elevados de creatina quinase (CK), e posteriormente, a biópsia muscular é realizada, mostrando alterações características da distrofia muscular.
Qual é a característica mais importante da Distrofia Muscular de Duchenne que ajuda a confirmar o diagnóstico na criança deste caso?
Os pais também notam que ele tem uma marcha estranha, com dificuldade para levantar os pés durante a caminhada, e frequentemente se apoia em objetos ao se mover por casa. Além disso, já houve relatos de dor nas pernas, especialmente após atividades físicas.
Durante o exame físico, observam-se os seguintes achados:
Força: Fraqueza muscular difusa das extremidades, com acentuada fraqueza nos músculos proximais dos membros inferiores.
Reflexos: Reflexos tendinosos profundos estão preservados.
Sinais Clínicos: Sinais de hipertrofia muscular nos músculos da panturrilha (sinais de pseudo-hipertrofia).
Um teste de sangue revela níveis elevados de creatina quinase (CK), e posteriormente, a biópsia muscular é realizada, mostrando alterações características da distrofia muscular.
Qual é a característica mais importante da Distrofia Muscular de Duchenne que ajuda a confirmar o diagnóstico na criança deste caso?
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Uma menina de 10 anos é trazida à emergência pela
mãe, que relata que a criança começou a experimentar
episódios de "luzes piscantes" e "manchas" em sua
visão, que duram cerca de 20 minutos. Esses episódios
são frequentemente seguidos por dor de cabeça intensa,
que a menina descreve como uma dor latejante
unilateral. A mãe menciona que esses episódios têm se
tornado mais frequentes nas últimas semanas, ocorrendo
em média duas vezes por semana.
Além disso, durante um dos episódios, a mãe notou que a menina parecia confusa e teve dificuldade em encontrar as palavras, mas não houve perda de consciência. O histórico médico é significativo por episódios anteriores de enxaqueca, mas não há história de epilepsia na família. Na avaliação inicial, o exame neurológico é normal entre os episódios.
O médico solicita um eletroencefalograma (EEG) para investigar a natureza dos episódios e determinar se a origem é epilética ou se trata de sintomas relacionados à enxaqueca.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre como diferenciar uma aura visual epiléptica de uma aura visual migranosa:
Além disso, durante um dos episódios, a mãe notou que a menina parecia confusa e teve dificuldade em encontrar as palavras, mas não houve perda de consciência. O histórico médico é significativo por episódios anteriores de enxaqueca, mas não há história de epilepsia na família. Na avaliação inicial, o exame neurológico é normal entre os episódios.
O médico solicita um eletroencefalograma (EEG) para investigar a natureza dos episódios e determinar se a origem é epilética ou se trata de sintomas relacionados à enxaqueca.
Com base neste caso clínico, assinale a alternativa correta sobre como diferenciar uma aura visual epiléptica de uma aura visual migranosa:
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