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Em 2020, a Articulação Nacional de Agroecologia identificou mais de 700 experiências de políticas públicas municipais em cidades de todas as regiões do Brasil. Através da agricultura familiar e da agroecologia, essas experiências ajudam a melhorar a vida das pessoas, incentivando a comercialização de produtos agroecológicos não industrializados, garantindo a alimentação escolar saudável, e muito mais. A Articulação Nacional de Agroecologia irá identificar que políticas e iniciativas já existem e quais são as prioridades para as pessoas que vivem ali.
(Adaptado de https://www.youtube.com/watch?v=cVgU8sM3CWI&t= 100s. Acessado em 07/01/2022)
Qual imagem está relacionada aos objetivos das experiências citadas no texto?
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O texto a seguir integra a programação da 19ª Festa Literária de Paraty (FLIP). Nesta FLIP, a cantora, compositora e poeta Iara Rennó estreia o filme Transflorestar – Ato I. Obra com direção, roteiro e atuação de Iara Rennó, montagem e videoarte de Mary Gathis, e direção de arte de Alma Negrot, Transflorestar revê o mundo através da floresta e promove diálogos entre música, poesia, artes visuais e corpo, propondo a subversão do antro-falo-eurocentrismo e da supremacia do pensamento cartesiano sobre o sentir. Tudo num universo mítico habitado por Xapiri e Orisá, no qual as raízes da Yãkõana e do Iroko encontram-se sob o Oceano Atlântico.
(Adaptado de https://flip.org.br/2021/consulte-aqui-a-programa-princi pal-confirmado-para-a-19a-flip/. Acessado em 10/12/2021)
Pode-se afirmar que a palavra que melhor resume a configuração da obra em questão é
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Txai Suruí, da etnia paiter-suruí, discursou na abertura oficial da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26). Ela estuda Direito na Universidade Federal de Rondônia e foi a única brasileira a falar na COP26. Leia, a seguir, a transcrição de partes do discurso dela, proferido em português:

“Meu nome é Txai Suruí. Tenho apenas 24 anos, mas o meu povo tem vivido na Amazônia por pelo menos 6 mil anos. Meu pai, o grande chefe Almir Suruí, me ensinou que devemos ouvir as estrelas, a lua, o vento, os animais e as árvores. A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo. Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora! Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar no centro das decisões que acontecem aqui. Temos ideias para adiar o fim do mundo. Vamos frear as emissões de promessas mentirosas e irresponsáveis; vamos acabar com a poluição das palavras vazias. E vamos lutar por um futuro e um presente habitáveis. É necessário sempre acreditar que o sonho é possível.”
(Disponível em https://www.instagram.com/p/CVvDniglYCW/. Acessado em 10/12/2021.)
As afirmativas a seguir foram retiradas do texto do discurso de Txai Suruí. Assinale aquela cujo verbo está na primeira pessoa do plural.
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Txai Suruí, da etnia paiter-suruí, discursou na abertura oficial da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26). Ela estuda Direito na Universidade Federal de Rondônia e foi a única brasileira a falar na COP26. Leia, a seguir, a transcrição de partes do discurso dela, proferido em português:

“Meu nome é Txai Suruí. Tenho apenas 24 anos, mas o meu povo tem vivido na Amazônia por pelo menos 6 mil anos. Meu pai, o grande chefe Almir Suruí, me ensinou que devemos ouvir as estrelas, a lua, o vento, os animais e as árvores. A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo. Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora! Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar no centro das decisões que acontecem aqui. Temos ideias para adiar o fim do mundo. Vamos frear as emissões de promessas mentirosas e irresponsáveis; vamos acabar com a poluição das palavras vazias. E vamos lutar por um futuro e um presente habitáveis. É necessário sempre acreditar que o sonho é possível.”
(Disponível em https://www.instagram.com/p/CVvDniglYCW/. Acessado em 10/12/2021.)
Para Txai Suruí,
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Entre 2012 e 2019, o número de indígenas que entrou nas universidades por meio do sistema de cotas saltou de 10 mil para cerca de 81 mil, segundo o censo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Considerando que 81 mil indígenas de uma população de 900 mil estavam cursando o ensino superior em 2019, isso representa um índice educacional superior a 9%, muito maior do que a média da população brasileira em geral, que é de 5,8%, afirma João Pacheco de Oliveira, professor do Museu Nacional.
(Adaptado de Karla Mendes, ‘Somos invisibilizados’: Indígenas denunciam preconceito nas cidades brasileiras, 12 de abril de 2021. Mongabay.)
Segundo o texto,
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Em dezembro de 2021, a jornalista Eliane Brum participou da 19ª Festa Literária de Paraty (FLIP). Leia, a seguir, a transcrição de um trecho de sua fala ocorrida na ocasião:

“Eu cubro as Amazônias, no plural, há quase 25 anos. Em 2017, me mudo para a Amazônia, para Altamira, que é um dos epicentros da destruição da floresta. Eu vim para cá por defender, junto com várias outras pessoas, que a Amazônia não é periferia (...); a Amazônia é um dos principais centros desse mundo. Eu entendo que nesse momento em que a gente enfrenta a emergência climática, a sexta extinção em massa de espécies (...), é determinante, é obrigatório que a gente reconheça a legitimidade dos verdadeiros centros do mundo que são os suportes naturais de vida, suportes da natureza, como os oceanos, como as florestas tropicais, sendo a Amazônia a maior de todas elas.”
(Eliane Brum e Kim Stanley Robinson, Políticas vegetais. 02/12/2021. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Ajl3lyzUy_8.)
A autora defende o papel central da Amazônia para
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O censo de 2010 foi o primeiro a mapear a presença dos povos indígenas em todo o país. O item 6.04 do questionário do censo pede que se responda: “A sua cor ou raça é: 1.branca; 2.preta; 3.amarela; 4.parda; 5.indígena”. A pergunta seguinte, 6.05 – “você se considera indígena?” –, e as perguntas subsequentes, que indagam sobre a(s) etnia(s), sobre a(s) língua(s) indígena(s) falada(s) e se o entrevistado fala português, só foram aplicadas em terras indígenas.
Ativistas indígenas criticam o uso do termo “pardo” no item 6.04. Eles afirmam que esse termo tem sido usado para tornar as identidades indígenas “invisíveis”, principalmente em áreas urbanas, nas quais muitos moradores se autodeclaram “pardos” para fugirem do preconceito.
Como o termo “pardo”, mesmo criticado, ainda vai permanecer no censo de 2022, a questão “você se considera indígena?” será aplicada também para todos os indígenas que vivem em áreas urbanas.
(Adaptado de Karla Mendes, ‘Não sou pardo, sou indígena’: mobilização indígena para a autodeterminação no censo de 2022. Mongabay, 30/06/2021.)
Mantendo o mesmo sentido, o terceiro parágrafo do texto pode ser reescrito da seguinte maneira:
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O objetivo do "Livro sem letras" (2021), de Telma Pacheco Tãmba Tremembé e Beatriz Pacheco, mulheres indígenas do povo Tremembé do Ceará, é a inclusão dos indígenas mais velhos, em sua maioria não alfabetizados em português. O livro se divide em dois volumes: o primeiro emprega a linguagem não verbal, desenhos e pinturas sobre cenários e costumes dos Povos Originários do Ceará; o segundo, escrito em português, é um "Livro explicativo", com informações sobre esses povos. Para Telma, "O livro sem letras é um sonho realizado, pois durante muito tempo vi meu pai, parentes e pessoas que não sabem ler, folheando livros, procurando figuras, para saber sobre o que falava aquele livro, ou pedindo para que alguém lesse um pouco, para saber da história". O livro é uma iniciativa das autoras para valorizar ainda mais os anciões, que detêm os conhecimentos ancestrais e a memória da cultura nativa desses povos indígenas.
(Adaptado de Julie Dorrico, Livro sem letras: a inclusão indígena literária das autoras Tremembé. UOL, ECOA. Acessado em 10/12/2021.)
O primeiro volume do Livro sem letras usa a linguagem não verbal para contar histórias e
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Observe a charge a seguir.

(Charge da Tribuna do Norte. Disponível no Twitter do chargista Brum, @brummmmm. Acessado em 11/01/2022.)
Com relação à fala de Bolsonaro, a reação da personagem da charge é de
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O vento pode ser usado para produzir energia elétrica de forma limpa e sustentável. Os chamados geradores eólicos convertem, sem emitir poluentes na natureza, a energia cinética do vento em energia elétrica. No dia 22/11/2021, o Diário Oficial da União informou que o Brasil supera a marca de 20 gigawatts de capacidade instalada em geração eólica, sendo capaz de suprir a demanda de mais de 20 milhões de habitantes. A força dos ventos é a terceira maior fonte de geração de energia elétrica no país. Considere um minigerador eólico que gera aproximadamente 600 watts. Quantas horas um rádio com potência média de 40 watts consegue se manter ligado com a energia gerada pelo minigerador eólico?
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