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“A tradição da ideologia econômica brasileira desde o início do século XIX até os anos 30 foi liberal, como é consenso entre os historiadores. A crise internacional e as transformações econômicas, políticas e sociais que se seguiram solaparam a base real de sua sustentação. Nasceram, a partir daí, diferentes concepções do desenvolvimento brasileiro. Em reação, à ideologia liberal, teve de passar, ela mesma, por transformações que viabilizassem sua resistência frente à nova realidade. O neoliberalismo econômico foi resultante desse processo”.
Fonte: BIELSCHOWSKY, Ricardo. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-
40142001000100009&script=sci_arttext. Acesso em
12/07/2012.
Com base no fragmento do artigo científico, acima transcrito, marque a alternativa CORRETA, condizente com este momento da história econômica brasileira:
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A figura ao lado representa uma espira retangular próxima a um fio infinito percorrido por uma corrente contínua de valor !$ i !$. Para a situação ilustrada é CORRETO afirmar que:

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Dentre os principais tipos de encapsulamentos utilizados atualmente em transistores comerciais, cinco deles são mostrados a seguir:

Qual é o ordenamento CORRETO, da esquerda para a direita, da identificação destes padrões?
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Utilize o texto I para responder a questão.
Trabalhar e sofrer
"Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade"
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam, feito reza automatizada. Outra é "A quem Deus ama, ele faz sofrer", que fala de uma divindade cruel, fria, que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna mais nobres, nem sempre a dor nos deixa mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza, ou curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores, nos ensinaram, colocando à nossa frente cartazes pintados que impedem que a gente enxergue além disso. Eu prefiro a velha dama esquecida num canto feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra refinada para dizer o que está ao alcance de qualquer um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho como única salvação, e da dor como cursinho de aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos amores e dos valores que nos tornariam mais humanos. Para que se trabalhe com mais força e ímpeto e se viva com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e nos sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os de trabalho, trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento suportado com dignidade, quem sabe com estoicismo. Mas um ser humano decente é resultado de muito mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e de escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil).
Quanto tempo o meu trabalho – se é que temos escolha, pois a maioria de nós dá graças a Deus se consegue trabalhar por um salário vil – me permite para lazer, ou o que eu de verdade quero, se é que paro para refletir sobre isso? Quanto tempo eu me dou para viver? Quanto sobra para meu crescimento pessoal, para tentar observar o mundo e descobrir meu lugar nele, por menor que seja, ou para entender minha cultura e minha gente, para amar minha família?
E, se o luxo desse tempo existe, eu o emprego para ser, para viver, ou para correr atrás de mais um trabalho a fim de pagar dívidas nem sempre necessárias? Ou apenas não me sinto bem ficando sem atividade, tenho de me agitar sem vontade, rir sem alegria, gritar sem entusiasmo, correr na esteira além do indispensável para me manter sadio, vagar pelos shoppings quando nada tenho a fazer ali e já comprei todo o possível – muito mais do que preciso, no maior número de prestações que me ofereceram? E, quando tenho momentos de alegria, curto isso ou me preocupo: algo deve estar errado?
Servos de uma culpa generalizada, fabricamos caprichosamente cada elo do círculo infernal da nossa infelicidade e alienação. Essas frases feitas, das quais aqui citei só duas, podem parecer banais. Até rimos delas, quando alguém nos leva a refletir a respeito. Mas na verdade são instrumento de dominação de mentes: sofra e não se queixe, não se poupe, não se dê folga, mate-se trabalhando, seja humilde, seja pobre, sofrer é nosso destino, darás à luz com dor – e todo o resto da tola e desumana lavagem cerebral de muitos séculos, que a gente em geral nem questiona mais.
FONTE: LUFT, Lya. In. VEJA, nº 2148, de 20/01/2010.
Com relação à estrutura e às ideias desenvolvidas no texto, pode-se dizer que:
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Criado segundo um critério temático, cronológico, onomástico ou geográfico, descreve unitariamente os documentos pertencentes a um ou mais fundos, de forma resumida ou analítica. Essa descrição é chamada de:
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A coleta de material biológico, como por exemplo, o de sangue, é o primeiro passo para todas as análises efetuadas em Laboratório Clínico. Dela dependem todas as etapas seguintes, de forma a ser impossível a obtenção de resultados exatos sem um procedimento correto e a utilização de material apropriado. Com base nas informações acima, marque a alternativa CORRETA.
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Os Custos Unitários Básicos (CUB) de edificações são divulgados pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil, em cada estado federado e no Distrito Federal, em cumprimento ao artigo 54, da Lei 4.591/1964 e está de acordo com o determinado pela norma NBR 12.721:2006 da ABNT. Em relação ao CUB assinale a alternativa INCORRETA:
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Uma pequena espira condutora de raio 3 cm está imersa em um campo magnético que varia à taxa de 0,5 T por segundo. O plano da espira está perpendicular às linhas do campo magnético. A fem induzida na espira (em mV) é igual a:
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A ecologia é uma ciência multidisciplinar, que envolve biologia animal e vegetal. O estudo no universo multidisciplinar torna necessária uma série de definições, compondo, dessa forma, um amplo glossário ecológico. Dentre as definições existentes na área da ecologia, encontra-se a seguinte: “é o papel que o organismo desempenha no ecossistema, isto é, a "PROFISSÃO" do organismo no ecossistema”.
A definição dada refere-se à / ao:
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A corrente (em amperes) que circula no resistor de 4 ohm, indicada no circuito da figura abaixo, é igual a:

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