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A ansiedade, emoção que todos já sentimos, costuma surgir quando se enfrenta uma situação desconhecida. Ela é benéfica se prepara a mente para desafios, como falar em público. Mas, quando provoca preocupação exagerada, tensão muscular, tremores, insônia, suor demasiado, medo de falar com estranhos ou de ser criticado em situações sociais, pode indicar uma ansiedade generalizada (que requer acompanhamento médico) ou até transtornos mais graves, como fobia, pânico ou obsessão compulsiva.
Mesmo que apenas 20% das vítimas de ansiedade busquem ajuda médica, o problema pode e deve ser tratado. Embora se procure um clínico geral num primeiro momento, é importante a orientação de um psiquiatra, que prescreverá a medicação adequada. A terapia, em geral, é à base de antidepressivos. “Hoje, existe uma geração mais moderna de remédios”, conforme o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
(Revista Claudia, nov. 2000)
O texto é um trecho de uma reportagem. Sobre esse gênero textual é incorreto afirmar que:
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A tecnologia é parte notória do mundo contemporâneo. Essa parte é importante porque pode significar tanto a nossa satisfação pelos aparelhos que tornam nossa vida mais cômoda, o nosso entusiasmo ante as possibilidades que o computador e a internet nos abrem, quanto o nosso temor às armas cada vez mais potentes e sofisticadas ou a nossa perplexidade ante a clonagem de organismos. A importância da tecnologia (isto é, o fato de que ela nos “importa”, quase inevitavelmente) implica que todos somos levados a pensar, de modo mais ou menos sistemático e duradouro, sobre sua presença na nossa vida. Desde a banal questão acerca das vantagens de possuir um telefone celular, até a requintada meditação de quem se pergunta se não seria melhor um mundo sem tecnologia, passando pelas pesquisas sociológicas e históricas sobre as formas da sua existência e evolução, a tecnologia é sem dúvida objeto de reflexão.
(CUPANI, Alberto. Filosofia da Tecnologia: um convite. Florianópolis: EDUFSC, 2011, p. 11).
Com base na análise da construção do texto, assinale a alternativa correta:
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A tecnologia é parte notória do mundo contemporâneo. Essa parte é importante porque pode significar tanto a nossa satisfação pelos aparelhos que tornam nossa vida mais cômoda, o nosso entusiasmo ante as possibilidades que o computador e a internet nos abrem, quanto o nosso temor às armas cada vez mais potentes e sofisticadas ou a nossa perplexidade ante a clonagem de organismos. A importância da tecnologia (isto é, o fato de que ela nos “importa”, quase inevitavelmente) implica que todos somos levados a pensar, de modo mais ou menos sistemático e duradouro, sobre sua presença na nossa vida. Desde a banal questão acerca das vantagens de possuir um telefone celular, até a requintada meditação de quem se pergunta se não seria melhor um mundo sem tecnologia, passando pelas pesquisas sociológicas e históricas sobre as formas da sua existência e evolução, a tecnologia é sem dúvida objeto de reflexão.
(CUPANI, Alberto. Filosofia da Tecnologia: um convite. Florianópolis: EDUFSC, 2011, p. 11).
É correto afirmar que, no texto, o autor:
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A tecnologia é parte notória do mundo contemporâneo. Essa parte é importante porque pode significar tanto a nossa satisfação pelos aparelhos que tornam nossa vida mais cômoda, o nosso entusiasmo ante as possibilidades que o computador e a internet nos abrem, quanto o nosso temor às armas cada vez mais potentes e sofisticadas ou a nossa perplexidade ante a clonagem de organismos. A importância da tecnologia (isto é, o fato de que ela nos “importa”, quase inevitavelmente) implica que todos somos levados a pensar, de modo mais ou menos sistemático e duradouro, sobre sua presença na nossa vida. Desde a banal questão acerca das vantagens de possuir um telefone celular, até a requintada meditação de quem se pergunta se não seria melhor um mundo sem tecnologia, passando pelas pesquisas sociológicas e históricas sobre as formas da sua existência e evolução, a tecnologia é sem dúvida objeto de reflexão.
(CUPANI, Alberto. Filosofia da Tecnologia: um convite. Florianópolis: EDUFSC, 2011, p. 11).
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir:
No período “Essa parte é importante porque pode significar tanto a nossa satisfação pelos aparelhos que tornam nossa vida mais cômoda, o nosso entusiasmo ante as possibilidades que o computador e a internet nos abrem, quanto o nosso temor às armas cada vez mais potentes e sofisticadas ou a nossa perplexidade ante a clonagem de organismos”,
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Texto A

(SARMENTO, Leila. Gramática em textos. São Paulo: Moderna, 2005, p. 205).
Sobre o gênero textual “carta”, é incorreto afirmar:
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Texto A

(SARMENTO, Leila. Gramática em textos. São Paulo: Moderna, 2005, p. 205).
No primeiro quadrinho, o termo “Querido amigo de correspondência” é classificado sintaticamente como:
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Decisões conscientes
Certa vez, escrevi sobre como deixamos de refletir antes de tomar decisões – muitas delas importantes – na nossa vida. Sobre como muitas pessoas têm um carro sem nunca se questionarem se realmente precisam de um. Ou como casais decidem ter filhos sem avaliar se realmente ter um filho se encaixa no estilo de vida que levam – ou pretendem levar – e no tempo livre de que dispõemb. Por conta desses questionamentos, uma leitora me escreveu o seguinte: “Nossa, mas se eu for pensar a cada vez que for tomar uma decisão, não vai ser muito cansativo?”. De fato, começar a fazer escolhas conscientes pode ser um tanto cansativo no começo. Muitas coisas na vida são assim.
Pense em um bebê aprendendo a andar. Ele levanta titubeando, se segura em um móvel e, quando sente que está de pé, se empolga e solta as mãos. Dá um pequeno passo, no máximo dois, e cai. Mas, em seguida, levanta e recomeça. Centenas de vezes. Certamente é cansativo... Até o momento em que não é mais! Vai ficando mais fácil, natural, se transforma em um hábito. A mesma coisa acontece quando aprendemos a andar de bicicleta ou dirigir. Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controladad. Só significa que, até o momento, um outro alguém estava no controle.
Os seus valores, as suas crenças familiares ou culturais, a forma como você se posiciona diante do trabalho ou das dificuldades, dos relacionamentos, o seu desejo de ter coisas, e até mesmo que coisas você deseja ter, tudo isso foi escolhido por você a partir do mundo externo. Se você não controla a sua mente e não escolhe conscientemente a sua vida, nem mesmo os seus desejos são realmente seus.
Para sua felicidade, mudar essa situação está nas suas mãos. A cada novo dia, você tem a oportunidade de refazer as suas escolhas. De rever os caminhos que escolheu percorrer,a as coisas, as pessoas, as opiniões e as conquistas a que escolheu dar valor.c E ainda os seus conceitos sobre felicidade e sucesso.
[...]
(ABREU, Paula. Decisões conscientes. Vida Simples, 24 maio 2018. Disponível em: <http://vidasimples.uol.com.br/noticias/ pensar/decisoes-conscientes.phtml#.W5Sf185KjIU>. Acesso em: 9 set. 2018.)
Em todos os trechos transcritos a seguir, a palavra sublinhada é um pronome relativo, exceto em:
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Decisões conscientes
Certa vez, escrevi sobre como deixamos de refletir antes de tomar decisões – muitas delas importantes – na nossa vida. Sobre como muitas pessoas têm um carro sem nunca se questionarem se realmente precisam de um. Ou como casais decidem ter filhos sem avaliar se realmente ter um filho se encaixa no estilo de vida que levam – ou pretendem levar – e no tempo livre de que dispõem. Por conta desses questionamentos, uma leitora me escreveu o seguinte: “Nossa, mas se eu for pensar a cada vez que for tomar uma decisão, não vai ser muito cansativo?”. De fato, começar a fazer escolhas conscientes pode ser um tanto cansativo no começo. Muitas coisas na vida são assim.
Pense em um bebê aprendendo a andar. Ele levanta titubeando, se segura em um móvel e, quando sente que está de pé, se empolga e solta as mãos. Dá um pequeno passo, no máximo dois, e cai. Mas, em seguida, levanta e recomeça. Centenas de vezes. Certamente é cansativo... Até o momento em que não é mais! Vai ficando mais fácil, natural, se transforma em um hábito. A mesma coisa acontece quando aprendemos a andar de bicicleta ou dirigir. Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controlada. Só significa que, até o momento, um outro alguém estava no controle.
Os seus valores, as suas crenças familiares ou culturais, a forma como você se posiciona diante do trabalho ou das dificuldades, dos relacionamentos, o seu desejo de ter coisas, e até mesmo que coisas você deseja ter, tudo isso foi escolhido por você a partir do mundo externo. Se você não controla a sua mente e não escolhe conscientemente a sua vida, nem mesmo os seus desejos são realmente seus.
Para sua felicidade, mudar essa situação está nas suas mãos. A cada novo dia, você tem a oportunidade de refazer as suas escolhas. De rever os caminhos que escolheu percorrer, as coisas, as pessoas, as opiniões e as conquistas a que escolheu dar valor. E ainda os seus conceitos sobre felicidade e sucesso.
[...]
(ABREU, Paula. Decisões conscientes. Vida Simples, 24 maio 2018. Disponível em: <http://vidasimples.uol.com.br/noticias/ pensar/decisoes-conscientes.phtml#.W5Sf185KjIU>. Acesso em: 9 set. 2018.)
Na frase “Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controlada.”, a locução conjuntiva “mesmo que” pode, sem provocar alteração de sentido, ser substituída por:
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Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério)
O CEO da Lego diz que é difícil saber as implicações financeiras do plano – apoiado por uma das famílias mais ricas da Dinamarca – de deixar de fabricar blocos de brinquedo de plástico.
“É difícil dizer”, disse Niels B. Christiansen, por telefone, da sede da Lego, na região oeste da Dinamarca. “Não tenho certeza nem se atualmente podemos chegar à qualidade que desejamos. Mas esse é um plano que queremos impulsionar, um plano que tem nosso proprietário por trás. Queremos nos tornar líderes nisso.”
Controlada pela bilionária família Kirk Kristiansen, da Dinamarca, a Lego contratou Christiansen como CEO em outubro. A família está por trás de um plano para fabricar todos os blocos de construção coloridos da Lego com materiais sustentáveis, como cana-de-açúcar, até 2030. A mudança, anunciada em março, faz parte de um esforço global de combate à poluição de plásticos e à ameaça que o material representa para a vida marinha, em particular. A empresa dinamarquesa começou a oferecer pequenos conjuntos Lego feitos à base de plantas como presente para grandes compras.
Christiansen diz que ainda não está claro se a mudança pode ser realizada sem prejudicar as margens de lucro. O sentimento na Lego é que houve um “avanço” no caminho da produção de plástico não baseado em petróleo, mas ainda há muitas incógnitas, disse ele. A empresa diz que o novo plástico será baseado em materiais sustentáveis e não em combustíveis fósseis.
“Acho que é cedo demais para dizer se será necessário” sacrificar o lucro para atingir o objetivo de sustentabilidade da empresa, disse Christiansen. “Mas não abrimos mão da nossa qualidade.”
[...]
(WIENBERG, Christian. Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério). Exame, 8 set. 2018. Disponível em: <https://exame.
abril.com.br/negocios/bilionarios-donos-da-lego-querem-eliminar-plastico-e-serio/>. Acesso em: 8 set. 2018.)
No quarto parágrafo, pode-se, sem provocar alteração de sentido, substituir “muitas incógnitas” por:
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Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério)
O CEO da Lego diz que é difícil saber as implicações financeiras do plano – apoiado por uma das famílias mais ricas da Dinamarca – de deixar de fabricar blocos de brinquedo de plástico.
“É difícil dizer”, disse Niels B. Christiansen, por telefone, da sede da Lego, na região oeste da Dinamarca. “Não tenho certeza nem se atualmente podemos chegar à qualidade que desejamos. Mas esse é um plano que queremos impulsionar, um plano que tem nosso proprietário por trás. Queremos nos tornar líderes nisso.”
Controlada pela bilionária família Kirk Kristiansen, da Dinamarca, a Lego contratou Christiansen como CEO em outubro. A família está por trás de um plano para fabricar todos os blocos de construção coloridos da Lego com materiais sustentáveis, como cana-de-açúcar, até 2030. A mudança, anunciada em março, faz parte de um esforço global de combate à poluição de plásticos e à ameaça que o material representa para a vida marinha, em particular. A empresa dinamarquesa começou a oferecer pequenos conjuntos Lego feitos à base de plantas como presente para grandes compras.
Christiansen diz que ainda não está claro se a mudança pode ser realizada sem prejudicar as margens de lucro. O sentimento na Lego é que houve um “avanço” no caminho da produção de plástico não baseado em petróleo, mas ainda há muitas incógnitas, disse ele. A empresa diz que o novo plástico será baseado em materiais sustentáveis e não em combustíveis fósseis.
“Acho que é cedo demais para dizer se será necessário” sacrificar o lucro para atingir o objetivo de sustentabilidade da empresa, disse Christiansen. “Mas não abrimos mão da nossa qualidade.”
[...]
(WIENBERG, Christian. Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério). Exame, 8 set. 2018. Disponível em: <https://exame.
abril.com.br/negocios/bilionarios-donos-da-lego-querem-eliminar-plastico-e-serio/>. Acesso em: 8 set. 2018.)
Assinale a alternativa correta.
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