Foram encontradas 172 questões.
Da fugacidade da fortuna
Não acredites que um homem possa ser feliz se a sua estabilidade depende de sua fortuna. Apoia-se em bases frágeis quem faz sua felicidade depender de elementos externos. Toda alegria que assim surge logo se vai; no entanto, aquela que vem do interior é firme e sólida. Ela cresce e nos acompanha até o final. Quanto aos objetos de admiração da plebe, esses são bens de apenas um dia. “Então, deles não podemos tirar proveito e prazer?” Não é isso que se diz, desde que eles de nós dependam, não nós deles.
Tudo o que vem da riqueza não gera frutos, não proporciona satisfação, se o possuidor não possui a si próprio e não toma posse do que lhe pertence. É uma tolice, Lucílio, pensar que a riqueza pode nos fazer algum bem ou mal; ela apenas fornece material para os nossos bens e nossos males, os elementos daquilo que junto a nós poderá se desenvolver em bem ou em mal. Bem mais poderosa que a fortuna é nossa alma. Para o melhor ou o pior, é ela que conduz os nossos destinos, é ela a responsável pela nossa felicidade ou miséria.
[...]
Lúcio Anneo. Da fugacidade da fortuna. In: . Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rebello. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 99-104.)
Na última frase do primeiro parágrafo, a locução conjuntiva “desde que” introduz uma oração que exprime:
Provas
Da fugacidade da fortuna
Não acredites que um homem possa ser feliz se a sua estabilidade depende de sua fortuna. Apoia-se em bases frágeis quem faz sua felicidade depender de elementos externos. Toda alegria que assim surge logo se vai; no entanto, aquela que vem do interior é firme e sólida. Ela cresce e nos acompanha até o final. Quanto aos objetos de admiração da plebe, esses são bens de apenas um dia. “Então, deles não podemos tirar proveito e prazer?” Não é isso que se diz, desde que eles de nós dependam, não nós deles.
Tudo o que vem da riqueza não gera frutos, não proporciona satisfação, se o possuidor não possui a si próprio e não toma posse do que lhe pertence. É uma tolice, Lucílio, pensar que a riqueza pode nos fazer algum bem ou mal; ela apenas fornece material para os nossos bens e nossos males, os elementos daquilo que junto a nós poderá se desenvolver em bem ou em mal. Bem mais poderosa que a fortuna é nossa alma. Para o melhor ou o pior, é ela que conduz os nossos destinos, é ela a responsável pela nossa felicidade ou miséria.
[...]
Lúcio Anneo. Da fugacidade da fortuna. In: . Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rebello. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 99-104.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Provas
Da fugacidade da fortuna
Não acredites que um homem possa ser feliz se a sua estabilidade depende de sua fortunab. Apoia-se em bases frágeis quem faz sua felicidade depender de elementos externos. Toda alegria que assim surge logo se vai; no entanto, aquela que vem do interior é firme e sólida. Ela cresce e nos acompanha até o final. Quanto aos objetos de admiração da plebe, esses são bens de apenas um diac. “Então, deles não podemos tirar proveito e prazer?” Não é isso que se diz, desde que eles de nós dependam, não nós deles.
Tudo o que vem da riqueza não gera frutos, não proporciona satisfação, se o possuidor não possui a si próprio e não toma posse do que lhe pertence. É uma tolice, Lucílio, pensar que a riqueza pode nos fazer algum bem ou mal; ela apenas fornece material para os nossos bens e nossos males, os elementos daquilo que junto a nós poderá se desenvolver em bem ou em mald. Bem mais poderosa que a fortuna é nossa almaa. Para o melhor ou o pior, é ela que conduz os nossos destinos, é ela a responsável pela nossa felicidade ou miséria.
[...]
Lúcio Anneo. Da fugacidade da fortuna. In: . Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rebello. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 99-104.)
Qual das frases transcritas a seguir apresenta, de maneira mais explícita, a ideia expressa pela palavra “fugacidade”, presente no título do texto?
Provas
Da fugacidade da fortuna
Não acredites que um homem possa ser feliz se a sua estabilidade depende de sua fortuna. Apoia-se em bases frágeis quem faz sua felicidade depender de elementos externos. Toda alegria que assim surge logo se vai; no entanto, aquela que vem do interior é firme e sólida. Ela cresce e nos acompanha até o final. Quanto aos objetos de admiração da plebe, esses são bens de apenas um dia. “Então, deles não podemos tirar proveito e prazer?” Não é isso que se diz, desde que eles de nós dependam, não nós deles.
Tudo o que vem da riqueza não gera frutos, não proporciona satisfação, se o possuidor não possui a si próprio e não toma posse do que lhe pertence. É uma tolice, Lucílio, pensar que a riqueza pode nos fazer algum bem ou mal; ela apenas fornece material para os nossos bens e nossos males, os elementos daquilo que junto a nós poderá se desenvolver em bem ou em mal. Bem mais poderosa que a fortuna é nossa alma. Para o melhor ou o pior, é ela que conduz os nossos destinos, é ela a responsável pela nossa felicidade ou miséria.
[...]
Lúcio Anneo. Da fugacidade da fortuna. In: . Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rebello. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 99-104.)
O texto consiste em uma carta. Que características ou usos linguísticos comuns nesse gênero textual são encontrados no texto?
Provas
O centralizador
Se você faz apresentações, certamente já deparou com um centralizador.
O centralizador é aquele participante que quer, a todo custo, dividir o foco com o palestrante.
Há pelo menos três tipos de centralizador:
O que adora o assunto, tem bom conhecimento sobre ele e quer aproveitar a oportunidade do contato com o especialista para ampliar seus conhecimentos.
O que tem um milhão de dúvidas sobre o assunto e quer tirá-las todas de uma vez durante a sua apresentação.
O que não tem o mínimo senso de oportunidade, gosta de brilhar e quer aparecer mais do que você. Trata-se pura e simplesmente do “chato”.
Quando você perceber que alguém está tentando tomar o seu lugar, fazendo perguntas e observações por todo o grupo, tentando transformar a sua apresentação em um diálogo (pois é isso que acontece se você vacilar), não entre em choque com ele. Simplesmente mande suas perguntas e observações de volta para o grupo. Na terceira pergunta seguida do mesmo participante, dê o seu melhor sorriso e diga o seguinte:
– Muito interessante a sua pergunta. Mas eu gostaria de saber o que os outros pensam a respeito.
Peça então a outros membros do grupo que dêem suas respostas ou façam observações. No final, o centralizador terá sua resposta, todos terão tido oportunidade de falar e você continuará como o centro das atenções.
(PIMENTEL, Carlos. O centralizador. In: . Falar é fácil: como falar em público sem inibições. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p. 28.)
Assinale a alternativa correta.
Provas
O centralizador
Se você faz apresentações, certamente já deparou com um centralizador.
O centralizador é aquele participante que quer, a todo custo, dividir o foco com o palestrante.
Há pelo menos três tipos de centralizador:
O que adora o assunto, tem bom conhecimento sobre ele e quer aproveitar a oportunidade do contato com o especialista para ampliar seus conhecimentos.
O que tem um milhão de dúvidas sobre o assunto e quer tirá-las todas de uma vez durante a sua apresentação.
O que não tem o mínimo senso de oportunidade, gosta de brilhar e quer aparecer mais do que você. Trata-se pura e simplesmente do “chato”.
Quando você perceber que alguém está tentando tomar o seu lugar, fazendo perguntas e observações por todo o grupo, tentando transformar a sua apresentação em um diálogo (pois é isso que acontece se você vacilar), não entre em choque com ele. Simplesmente mande suas perguntas e observações de volta para o grupo. Na terceira pergunta seguida do mesmo participante, dê o seu melhor sorriso e diga o seguinte:
– Muito interessante a sua pergunta. Mas eu gostaria de saber o que os outros pensam a respeito.
Peça então a outros membros do grupo que dêem suas respostas ou façam observações. No final, o centralizador terá sua resposta, todos terão tido oportunidade de falar e você continuará como o centro das atenções.
(PIMENTEL, Carlos. O centralizador. In: . Falar é fácil: como falar em público sem inibições. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p. 28.)
O autor do texto utiliza a mesma estrutura linguística para introduzir a apresentação das características dos três tipos de centralizador. No início da caracterização de cada um dos tipos de centralizador é empregado:
Provas
O centralizador
Se você faz apresentações, certamente já deparou com um centralizador.
O centralizador é aquele participante que quer, a todo custo, dividir o foco com o palestrante.
Há pelo menos três tipos de centralizador:
O que adora o assunto, tem bom conhecimento sobre ele e quer aproveitar a oportunidade do contato com o especialista para ampliar seus conhecimentos.
O que tem um milhão de dúvidas sobre o assunto e quer tirá-las todas de uma vez durante a sua apresentação.
O que não tem o mínimo senso de oportunidade, gosta de brilhar e quer aparecer mais do que você. Trata-se pura e simplesmente do “chato”.
Quando você perceber que alguém está tentando tomar o seu lugarb, fazendo perguntas e observações por todo o grupo, tentando transformar a sua apresentação em um diálogoa (pois é isso que acontece se você vacilar), não entre em choque com ele. Simplesmente mande suas perguntas e observações de volta para o grupod. Na terceira pergunta seguida do mesmo participante, dê o seu melhor sorrisoc e diga o seguinte:
– Muito interessante a sua pergunta. Mas eu gostaria de saber o que os outros pensam a respeito.
Peça então a outros membros do grupo que dêem suas respostas ou façam observações. No final, o centralizador terá sua resposta, todos terão tido oportunidade de falar e você continuará como o centro das atenções.
(PIMENTEL, Carlos. O centralizador. In: . Falar é fácil: como falar em público sem inibições. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p. 28.)
Em todos os trechos transcritos a seguir, o pronome sublinhado refere-se ao leitor do texto, exceto em:
Provas
O centralizador
Se você faz apresentações, certamente já deparou com um centralizador.
O centralizador é aquele participante que quer, a todo custo, dividir o foco com o palestrante.
Há pelo menos três tipos de centralizador:
O que adora o assunto, tem bom conhecimento sobre ele e quer aproveitar a oportunidade do contato com o especialista para ampliar seus conhecimentos.
O que tem um milhão de dúvidas sobre o assunto e quer tirá-las todas de uma vez durante a sua apresentação.
O que não tem o mínimo senso de oportunidade, gosta de brilhar e quer aparecer mais do que você. Trata-se pura e simplesmente do “chato”.
Quando você perceber que alguém está tentando tomar o seu lugar, fazendo perguntas e observações por todo o grupo, tentando transformar a sua apresentação em um diálogo (pois é isso que acontece se você vacilar), não entre em choque com ele. Simplesmente mande suas perguntas e observações de volta para o grupo. Na terceira pergunta seguida do mesmo participante, dê o seu melhor sorriso e diga o seguinte:
– Muito interessante a sua pergunta. Mas eu gostaria de saber o que os outros pensam a respeito.
Peça então a outros membros do grupo que dêem suas respostas ou façam observações. No final, o centralizador terá sua resposta, todos terão tido oportunidade de falar e você continuará como o centro das atenções.
(PIMENTEL, Carlos. O centralizador. In: . Falar é fácil: como falar em público sem inibições. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p. 28.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Provas
Segundo ponto de honra da comunicação: persuasão
Todo ato comunicativo implica a necessidade de persuadir. Quando nos comunicamos, esperamos que os destinatários aceitem bem nossas ideias e estejam, portanto, persuadidos a oferecer a resposta ou a colaboração que lhes solicitamos. É sempre útil lembrar que termos como “persuadir”, “persuasão” e “persuasivo” provêm da raiz latina svad (“suave”, “doce”), da qual se originou também a palavra suave.
Essa relação com o significado de doce, suave ou agradável permite compreender em que consiste, de fato, a persuasão: trata-se de uma operação estratégica que confere à comunicação suavidade, prazer, envolvimento e entusiasmo, a fim de que os ouvintes/clientes, a quem solicitamos a colaboração, sejam estimulados a produzir a resposta de que necessitamos. A persuasão é, pois, uma ferramenta necessária para o bom êxito de qualquer tipo de comunicação.
[...]
(BLIKSTEIN, Izidoro. Segundo ponto de honra da comunicação: persuasão. In: . Falar em público e convencer: técnicas e habilidades. São Paulo: Contexto, 2016. p. 84-103.)
Na última frase do texto, a conjunção “pois” exprime ideia de:
Provas
Segundo ponto de honra da comunicação: persuasão
Todo ato comunicativo implica a necessidade de persuadirb. Quando nos comunicamos, esperamos que os destinatários aceitem bem nossas ideias e estejam, portanto, persuadidos a oferecer a resposta ou a colaboração que lhes solicitamosd. É sempre útil lembrar que termos como “persuadir”, “persuasão” e “persuasivo” provêm da raiz latina svad (“suave”, “doce”), da qual se originou também a palavra suave.
Essa relação com o significado de doce, suave ou agradável permite compreender em que consiste, de fato, a persuasão: trata-se de uma operação estratégica que confere à comunicação suavidade, prazer, envolvimento e entusiasmo, a fim de que os ouvintes/clientes, a quem solicitamos a colaboraçãoa, sejam estimulados a produzir a resposta de que necessitamosc. A persuasão é, pois, uma ferramenta necessária para o bom êxito de qualquer tipo de comunicação.
[...]
(BLIKSTEIN, Izidoro. Segundo ponto de honra da comunicação: persuasão. In: . Falar em público e convencer: técnicas e habilidades. São Paulo: Contexto, 2016. p. 84-103.)
Assinale a alternativa correta.
Provas
Caderno Container