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Foram encontradas 720 questões.

3264776 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Em um projeto de editoração, “sangrar” significa:

 

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3264775 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Leia o texto a seguir:

Em Brasília, ontem foi dia de discussões sobre o livro didático para o ensino fundamental/anos iniciais. Em audiência pública realizada pelo FNDE, foram estabelecidos os critérios e as inovações para o processo de inscrição e avaliação de obras dentro do Programa Nacional do Livro Didático – PNLD 2016 nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências e Arte. A escolha do formato PDF para os livros dos alunos causou certa celeuma na turma dos livros digitais. No grupo Amigos dos editores digitais no Facebook, por exemplo, houve uma ampla discussão sobre o tema. Muitos consideraram um retrocesso. No entanto, para a colunista do PublishNews, Gabriela Dias, a audiência pública pode ser considerada um avanço e que a universalidade do PDF faz algum sentido dentro do PNLD. “Eu entendo que as pessoas ficaram assustadas, mas há de se relativizar. O fato de o governo ter estipulado uma configuração mínima já pode ser considerado um avanço e o PDF, apesar de não ser o formato mais avançado, é o mais universal e portátil”, pondera.

O livro digital em formato mais flexível ficou somente para o manual dos professores. “Isso também faz sentido já que estamos falando de alunos da faixa etária de 6 a 10 anos e há dúvidas pedagógicas se é positivo ou não entregar um tablet nas mãos de crianças dessa idade”, comenta Gabriela. A especialista observa ainda que há outro avanço no PNLD 2016. Antes, era exigida a paridade entre livro digital e o impresso, ou seja, nos dois formatos, os títulos deveriam ter o mesmo conteúdo, formato e até paginação e isso foi abolido.

(MEC dá diretrizes para livros didáticos e cria polêmica. PublishNews, 22/01/2014 – Disponível em: http://www.publishnews.com.br/ telas/noticias/detalhes.aspx?id=75719. Acesso em 02.04.14)

Com base em conhecimentos sobre projetos editoriais e no trecho acima, assinale a alternativa correta.

 

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3264774 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Em um projeto editorial para impressão:

 

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3264773 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Numere a 1ª coluna com base na informação da 2ª coluna, associado cada termo a sua definição.

( ) Mancha gráfica.

( ) Lauda.

( ) Sumário.

( ) Viúva.

1. Folha padronizada, de extensão variável, usada para facilitar a diagramação.

2. Último elemento pré-textual, deve iniciar-se sempre em página ímpar.

3. Espaço delimitado de impressão dentro de uma página.

4. Primeira linha de um parágrafo que fica isolada no final da página ou coluna.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na coluna, de cima para baixo.

 

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3264772 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Leia o texto a seguir:

O projeto e o produto gráfico-editorial devem primar pela: (1) ergonomia visual, que trata do planejamento estético; (2) ergonomia cognitiva, que trata do planejamento simbólico, visando garantir boas condições de leitura e interpretação da semântica gráfico-visual e do conteúdo verbal do produto editorial; (3) ergonomia funcional, que trata da acessibilidade e da usabilidade na interação entre os usuários e o produto gráfico-editorial. Entretanto, esses três parâmetros não são independentes entre si.

O projeto gráfico-editorial, portanto, caracteriza-se como um processo integrador, buscando a configuração mais eficiente que proponha a melhor solução para cada parâmetro ergonômico, sem que nenhum seja obstáculo para a eficiência dos outros.

(CASTRO, L. P.S.; SOUSA, R.P.L. A tipografia como base do projeto gráfico-editorial. Disponível em: right.ava.ufsc.br/~grupohipermidia/ graphica2013/trabalhos/A%20TIPOGRAFIA%20COMO%20BASE%20DO%20PROJETO%20GRAFICO%20EDITORIAL.pdf. Acesso em 12 mar 2014.)

Com base no texto, é correto afirmar sobre o projeto gráfico editorial:

 

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3264771 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Leia o texto a seguir:

Na segunda metade do século XVII surgem as primeiras revistas científicas (Meadows, 1999). Esse tipo de publicação foi fruto de exigências da comunidade científica, que necessitava cada vez mais circular os resultados de observações e experiências empíricas, que passaram a ser impressos, para ser avaliados pelos pares dessas pesquisas. No ano de 1665 foram lançados dois periódicos: o Le Journal des Sçavans, produzido na França, e o Philosophical Transactions, publicado pela Royal Society de Londres – dando origem ao sistema de revisão de pares, hoje tão usual e importante para a atividade científica (Stumpf, 1996; Meadows, 1999).

Em resumo, na própria origem da ideia de universidade, notadamente aquela inaugurada na modernidade, e também na origem da necessidade da disseminação da produção científica, estão coladas a atividade editorial e a de publicação. (MARQUES NETO, J.C.; ROSA, F. G. Editoras universitárias: academia ou mercado? Reflexões sobre um falso problema. In: BRAGANÇA, A.; ABREU, M. Orgs. Impresso no Brasil – dois séculos de livros brasileiros. São Paulo: UNESP, 2010, p. 334.)

O texto acima aponta uma característica que perdura na política editorial de periódicos científicos produzidos em âmbito acadêmico, que é:

 

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3264770 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Texto-base para a questão a seguir.

Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui

O Estado de S. Paulo – 11/07/12

Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.

Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.

Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.

E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.

[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.

[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."

Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]

Tendo em vista as informações do texto lido, sobre a pesquisa da FIPE, é correto afirmar:

 

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3264769 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Texto-base para a questão a seguir.

Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui

O Estado de S. Paulo – 11/07/12

Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.

Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.

Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.

E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.

[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.

[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."

Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]

Em relação aos diferentes segmentos editoriais, é correto afirmar com base no texto que:

1. em 2011 foram vendidos mais livros científicos, técnicos e profissionais do que obras gerais.

2. o crescimento do público universitário contribuiu para o incremento nas vendas de livros científicos, técnicos e profissionais.

3. o faturamento relativo a e-books em 2011 foi muito reduzido em comparação com o de outros segmentos.

 

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3264768 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Texto-base para a questão a seguir.

Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui

O Estado de S. Paulo – 11/07/12

Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.

Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.

Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.

E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.

[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.

[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."

Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]

Com base no texto sobre o mercado editorial brasileiro, é correto afirmar:

 

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3264767 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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Numere os parênteses a fim de ordenar corretamente as etapas da produção editorial de um livro impresso por uma editora universitária (do início para o fim do processo):

( ) Decisão de publicação pelo Conselho Editorial.

( ) Copidesque / Revisão de texto.

( ) Diagramação / Composição / Projeto gráfico.

( ) Avaliação dos originais por pareceristas.

( ) Revisão de prova.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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