Foram encontradas 255 questões.
Texto para as questões 1 a 10
A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade
1 Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito
2 provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios,
3 espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.
4 Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as
5 obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de
6 atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam
7 o propósito. Ou não...
8 Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados,
9 não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são
10 consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do
11 autocontrole.
12 Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas
13 ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais
14 e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é
15 verdadeiro e pode ser testado objetivamente?
16 Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à
17 obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor,
18 pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que
19 faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo:
20 os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável,
21 tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não
22 sua mera consequência.
23 Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu
24 esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.
25 Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um
26 notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de
27 eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas
28 divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.
29 A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem
30 desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas
31 pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por
32 uma solução.
33 Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então,
34 automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa
35 consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo
36 cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.
37 Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem
38 revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante
39 da criatividade.
(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)
As conclusões obtidas desse clássico estudo: os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava... (linhas 19 e 20)
O segmento após os dois-pontos, sublinhado no período acima, em relação ao trecho anterior, estabelece uma relação de
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Texto para as questões 1 a 10
A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade
1 Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito
2 provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios,
3 espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.
4 Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as
5 obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de
6 atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam
7 o propósito. Ou não...
8 Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados,
9 não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são
10 consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do
11 autocontrole.
12 Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas
13 ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais
14 e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é
15 verdadeiro e pode ser testado objetivamente?
16 Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à
17 obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor,
18 pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que
19 faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo:
20 os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável,
21 tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não
22 sua mera consequência.
23 Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu
24 esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.
25 Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um
26 notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de
27 eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas
28 divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.
29 A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem
30 desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas
31 pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por
32 uma solução.
33 Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então,
34 automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa
35 consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo
36 cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.
37 Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem
38 revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante
39 da criatividade.
(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)
Esses insistentes, ou melhor, pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. (linhas 17 e 18)
A expressão sublinhada no período acima introduz uma
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Texto para as questões 1 a 10
A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade
1 Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito
2 provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios,
3 espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.
4 Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as
5 obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de
6 atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam
7 o propósito. Ou não...
8 Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados,
9 não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são
10 consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do
11 autocontrole.
12 Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas
13 ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais
14 e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é
15 verdadeiro e pode ser testado objetivamente?
16 Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à
17 obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor,
18 pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que
19 faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo:
20 os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável,
21 tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não
22 sua mera consequência.
23 Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu
24 esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.
25 Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um
26 notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de
27 eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas
28 divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.
29 A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem
30 desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas
31 pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por
32 uma solução.
33 Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então,
34 automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa
35 consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo
36 cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.
37 Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem
38 revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante
39 da criatividade.
(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)
A respeito das ideias do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:
I. Os devaneios futuros e ansiosos por autorrealização minimizam os efeitos da tristeza provocada pela divagação.
II. Não há relação direta entre o fim do devaneio e o alcance de sucesso e felicidade, mesmo que conjugados com o controle da mente.
III. Faz parte da natureza humana ter pensamentos errantes, e eles justamente constituíram fatores de aprendizado e possibilidades criativas.
Assinale
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Texto para as questões 1 a 10
A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade
1 Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito
2 provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios,
3 espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.
4 Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as
5 obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de
6 atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam
7 o propósito. Ou não...
8 Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados,
9 não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são
10 consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do
11 autocontrole.
12 Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas
13 ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais
14 e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é
15 verdadeiro e pode ser testado objetivamente?
16 Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à
17 obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor,
18 pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que
19 faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo:
20 os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável,
21 tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não
22 sua mera consequência.
23 Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu
24 esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.
25 Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um
26 notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de
27 eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas
28 divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.
29 A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem
30 desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas
31 pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por
32 uma solução.
33 Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então,
34 automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa
35 consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo
36 cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.
37 Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem
38 revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante
39 da criatividade.
(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)
O texto, em relação à sua tipologia, se classifica como
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A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade
1 Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito
2 provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios,
3 espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.
4 Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as
5 obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de
6 atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam
7 o propósito. Ou não...
8 Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados,
9 não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são
10 consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do
11 autocontrole.
12 Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas
13 ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais
14 e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é
15 verdadeiro e pode ser testado objetivamente?
16 Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à
17 obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor,
18 pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que
19 faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo:
20 os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável,
21 tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não
22 sua mera consequência.
23 Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu
24 esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.
25 Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um
26 notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de
27 eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas
28 divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.
29 A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem
30 desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas
31 pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por
32 uma solução.
33 Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então,
34 automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa
35 consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo
36 cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.
37 Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem
38 revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante
39 da criatividade.
(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)
A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. (linhas 9 e 10)
No período acima, os segmentos sublinhados exercem, respectivamente, papel sintático de
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
No segmento acima, a palavra “velocidade” compõe um campo sintático e semântico com
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
O termo sublinhado no segmento acima exerce a função sintática de
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno”, explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica.
O termo sublinhado no período acima se classifica como
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes”, em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. No período, há exemplo de linguagem conotativa.
II. A ausência da informação entre parênteses inviabiliza o entendimento do período.
III. A oração subordinada adjetiva se classifica como restritiva.
Assinale
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Trata-se da terceira apresentação (1) de informações (2) da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia (3).
Os termos sublinhados no período acima exercem, respectivamente, no texto, a função sintática de
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