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2877507 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira [A] apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões [B] de estrelas, que representam cerca de 1% [B] do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares [D] de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada NÃO se classifique como numeral.

 

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2877506 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

O pronome “Essas” exerce, no texto, papel

 

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2877505 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês [A]).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós [B].

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm [C] matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além [D] da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada pelo mesmo motivo que “têm”.

 

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2877504 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais [A] completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais [B] detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais [C] próximas do centro da nossa galáxia são mais [D] ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Assinale a opção em que a palavra “mais” NÃO funcione, no texto, como advérbio.

 

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2877503 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

Assinale a alternativa em que a alteração do segmento sublinhado no período acima tenha sido feita obedecendo à norma culta.

 

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2877502 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Sendo um texto jornalístico que noticia dados novos a respeito da Missão Gaia, é correto afirmar que sua tipologia textual é

 

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2877501 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

A respeito do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:

I. A Missão Gaia constitui um projeto de enviar sondas ao espaço para pesquisar a veracidade de dados que nasceram da especulação científica dos astrônomos.

II. Com os dados obtidos com o projeto é possível criar um mapa da Via Láctea, que pode ser ampliado com mais detalhes ao passo que houver mais informações disponíveis.

III. Com a composição química de uma estrela é possível identificar se sua origem é da Via Láctea ou exterior.

Assinale

 

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2877500 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade

Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios, espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.

Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado [A], comum aos que têm transtorno de déficit de atenção [B]. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam o propósito. Ou não...

Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados, não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do autocontrole.

Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é verdadeiro e pode ser testado objetivamente?

Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à obra, especificamente em 2010 [C], na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor, pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 [D] voluntários. O mote era descobrir o que faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo: os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável, tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não sua mera consequência.

Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.

Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.

A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por uma solução.

Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então, automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.

Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante da criatividade.

(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada exerça papel adjetivo.

 

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2877499 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade

Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito [A] provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios, espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.

Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam o propósito. Ou não...

Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados, não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do autocontrole.

Mesmo mais [B] brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais e concentrarem-se no aqui [C] e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é verdadeiro e pode ser testado objetivamente?

Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes, ou melhor, pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo: os participantes estavam menos [D] felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável, tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não sua mera consequência.

Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.

Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.

A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar algumas pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por uma solução.

Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então, automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.

Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante da criatividade.

(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha papel adverbial.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2877498 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

A divagação da mente, o fluxo dos erros e a criatividade

Nossa mente vagueia entre passado e futuro, imaginando o que poderia ter sido, antecipando acontecimentos que muito provavelmente nunca ocorrerão, além de elaborar fantasiosas narrações. O padrão mental é criar pensamentos aleatórios, espontaneamente, à parte do que fazemos e das circunstâncias presentes.

Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações [A] melancólicas, características da depressão; as obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de atenção. Em pessoas livres dessas enfermidades, as consequências dos raciocínios intrusos podem ser mínimas, nem perturbam o propósito. Ou não...

Às vezes, flagramos nossa mente distante, por um tempo surpreendentemente longo. Resignados ou inconformados, não evitaremos essa repetição. A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. Um fracasso do autocontrole.

Mesmo mais brandamente, a divergência entre o pensar e o agir gera tristeza. Algumas tradições filosóficas e religiosas ensinam que a felicidade reside no presente; dessa forma, seus adeptos são incentivados a reconhecer as divagações mentais e concentrarem-se no aqui e agora. Essas práticas sugerem que uma mente errante é uma mente infeliz. Mas esse princípio é verdadeiro e pode ser testado objetivamente?

Questões complicadas como essas são um convite à divagação. Felizmente, alguns curiosos e persistentes foram à obra, especificamente em 2010, na Faculdade de Psicologia da Universidade Harvard. Esses insistentes [B], ou melhor, pesquisadores, enviaram perguntas, várias vezes e ao acaso, aos celulares de 2.250 voluntários. O mote era descobrir o que faziam, se o que estavam pensando era pertinente ao momento e como se sentiam. As conclusões obtidas desse clássico estudo: os participantes estavam menos felizes quando a mente vagueava, não importa se a atividade era agradável ou desagradável, tampouco se o pensamento transcorria sobre tópicos prazerosos ou não. A divagação da mente era a causa da tristeza, e não sua mera consequência.

Então, a chave do sucesso e da felicidade é o controle voluntário da mente, o fim dos devaneios? Desiludo o meu esperançoso leitor, não é possível alcançar esse objetivo.

Os pensamentos errantes ocupam muito do nosso tempo, por serem um aspecto normal da condição humana, um notável efeito da evolução que nos possibilita aprender, raciocinar, planejar e formatar a metacognição. A viagem mental de eventos passados às possibilidades futuras nos ajuda a integrar experiências e a antecipar consequências. Sem falar que essas divagações ajudam a enfrentar a chatice de tarefas monótonas, já que adicionam alguns intervalos reparadores.

A experiência humana da consciência é fluida, raramente restringe-se a um único tópico por um período extenso, sem desvios. Sua natureza é dinâmica. Alguns raciocínios que surgem durante o divagar da mente tendem a orbitar [C] algumas pendências pregressas e podem trazer momentos "Eureca", que talvez não seriam alcançados durante a exaustiva busca por uma solução.

Impasses mentais acontecem, e por vezes a concentração humana se desvia do obstáculo. A razão, então, automaticamente se envolve com outra atividade, cuidando de temas aleatórios. O problema fica incubado, submerso a nossa consciência. O que acontece durante o período de incubação é um mistério, não sabemos aquilo que se passa em subsolo [D] cerebral. Mas em meio à diversidade de pensamentos erráticos, uma solução pode ser encontrada.

Imerso em pensamentos e sentimentos, alguém pode perder-se em devaneios. Porém, as simulações mentais podem revelar aspectos da realidade. A diversidade dos pensamentos fortuitos, e não o foco em uma ideia repetitiva, é uma determinante da criatividade.

(Luciano Magalhães Melo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luciano-melo/2022/06/a-divagacao-da-mente-o-fluxo-dos-erros-e-a-criatividade.shtml. 7.jun.2022, com adaptações)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido empregada em sentido conotativo.

 

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