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Foram encontradas 100 questões.

2494586 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O processo psicodiagnóstico é um processo científico e, como tal, parte de perguntas específicas, cujas respostas prováveis se estruturam na forma de hipóteses que serão confirmadas ou não através dos passos seguintes do processo. (CUNHA, 2000, p.105).
O psicólogo deve assegurar as condições ideais previstas para a aplicação dos instrumentos de avaliação, mesmo quando conduzidos em ambientes específicos (hospital, escola), ou seja, locais distintos do consultório.
 

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Para melhor gerenciar os resultados, o processo de gestão de uma organização deve ser dinâmico e proativo, permitindo se antecipar às mudanças que ocorrem no ambiente. Para ter esta característica, é necessário um modelo de gestão que vise, simultaneamente, um resultado econômico positivo para a organização e a criação de valor aos usuários dos serviços prestados. Assim, a sua base de atuação deve ser calcada em um processo de gestão estratégica, ou seja, baseado em estratégias que visam criar para a organização a possibilidade de maximização do seu resultado econômico no longo prazo.
(MAUSS; SOUZA, 2008, p. 71).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão organizacional permitem afirmar:
O instrumento de planejamento, criado pela Constituição Federal de 1988, que reflete os objetivos estratégicos do organismo público, é a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO.
 

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2494250 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O tema cultura organizacional se tornou relevante, pois, por meio dela, é possível compreender muitos aspectos do comportamento organizacional uma vez que os valores básicos compartilhados influenciam, sobremaneira, o modo como os membros das organizações sentem, pensam e agem.
A existência de movimentos de contracultura sinaliza que em uma organização podem coexistir múltiplas culturas e que as relações de trabalho podem suscitar conflitos.
 

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2493900 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A história da Psicologia Organizacional e do Trabalho é marcada por transições, que configuram um domínio científico e profissional progressivamente mais complexo. (BASTOS; YAMAMOTO; RODRIGUES, 2013, p. 33).
Com base no trecho, pode-se afirmar:
O foco nas carreiras, na reinserção de trabalhadores excluídos e na ampliação do tipo de organização para além das organizações privadas são exemplos das novas configurações que marcam a transição histórica da atuação do profissional da área da psicologia organizacional e do trabalho.
 

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TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O período “Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.” admite, sem alterar a semântica do contexto, ser reestruturado como Meu amigo quis reformar seu apartamento e chamou um novo arquiteto.
 

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2493605 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Em Psicologia, a entrevista clínica é um conjunto de técnicas de investigação, de tempo delimitado, dirigido por um entrevistador treinado, que utiliza conhecimentos psicológicos, em uma relação profissional, com o objetivo de descrever e avaliar aspectos pessoais, relacionais ou sistêmicos (indivíduo, casal, família, rede social) em um processo que visa a fazer recomendações, encaminhamentos ou propor algum tipo de intervenção em benefício das pessoas entrevistadas. (TAVARES, 2000, p. 45).
Sobre a entrevista no processo diagnóstico, é possivel afirmar:

A entrevista é a única técnica capaz de testar os limites de aparentes contradições e de tornar explícitas as características indicadas pelos instrumentos padronizados, dando validade clínica.
 

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2493011 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Um dos elementos do Sistema de Treinamento, Desenvolvimento e Educação compreende o planejamento e a execução das ações de TD&E. Apesar de existir uma sólida fundamentação teórica e empírica acerca desse elemento, o que se observa, na prática, é que, muitas vezes, o foco das ações de TD&E recai na oferta de cursos planejados em função dos professores e tutores, e não dos aprendizes.
 

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Para melhor gerenciar os resultados, o processo de gestão de uma organização deve ser dinâmico e proativo, permitindo se antecipar às mudanças que ocorrem no ambiente. Para ter esta característica, é necessário um modelo de gestão que vise, simultaneamente, um resultado econômico positivo para a organização e a criação de valor aos usuários dos serviços prestados. Assim, a sua base de atuação deve ser calcada em um processo de gestão estratégica, ou seja, baseado em estratégias que visam criar para a organização a possibilidade de maximização do seu resultado econômico no longo prazo.
(MAUSS; SOUZA, 2008, p. 71).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão organizacional permitem afirmar:
A maximização do resultado econômico a que se refere o texto é conseguida mediante a remuneração mais elevada, a ser cobrada do contribuinte pelo uso dos serviços públicos.
 

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TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
A substituição da preposição “de” pelo vocábulo por, no fragmento “Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar”, resulta em outro significado para o contexto frasal.
 

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2492461 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Apesar da ênfase atual na saúde e na prevenção de doenças, a pessoa média permanece amplamente ignorante a respeito das doenças. Mesmo aqueles que têm um bom nível de instrução com frequência possuem crenças errôneas a respeito da sua saúde, em parte porque quando encontram novas informações tendem a reconstruí-las de maneira a integrá-las em suas crenças existentes. Quando as pessoas recebem informações novas que parecem contradizer crenças antigas, elas costumam considerar mais fácil modificar ou ignorar essas informações do que mudar sua estrutura de conhecimento existente. (STRAUB, 2007, p. 207).
As atribuições de causalidade para a doença também desempenham um papel importante nas decisões e ações das pessoas, havendo maior probabilidade de as pessoas buscarem tratamento profissional para sintomas percebidos como resultados de causas naturais ou emocionais.
 

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