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Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com
32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em
acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas.
Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou
tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com
o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a
alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações
graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as
diretrizes pediátricas?
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Um recém-nascido a termo, de 20 dias de vida, está em acompanhamento domiciliar.
A mãe está preocupada com a alta incidência de casos de coqueluche (pertússis) na comunidade. A
mãe recebeu vacina para pertússis na gestação. O recém-nascido ainda não recebeu a primeira dose
da vacina DTPa, prevista para os 2 meses de idade. Considerando a alta vulnerabilidade do
recém-nascido à coqueluche e a potencial exposição familiar, qual é a estratégia de prevenção mais
eficaz e recomendada para proteger o bebê nessa situação?
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Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no
ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações.
Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame
físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico
tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e
estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?
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Um menino de 7 anos com diagnóstico conhecido de anemia falciforme (HbSS) é
levado à emergência com febre (38,8 °C), dor torácica pleurítica intensa no hemitórax direito, tosse
produtiva e dispneia súbita há aproximadamente 18 horas. Ele apresenta saturação de oxigênio de
89% em ar ambiente. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado pulmonar em lobo médio direito,
que não estava presente em um exame anterior há 2 dias. Diante desse quadro clínico agudo em um
paciente com anemia falciforme, qual é o diagnóstico mais provável e a principal complicação
respiratória que exige manejo imediato?
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Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito
de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao
pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com
saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do
murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta
pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral
típica?
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Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao
exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia
(fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns
sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico
diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
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Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica,
dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico,
consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com
necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e
fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução
revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro
clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo
mais provável da bronquiolite inicial?
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Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME)
Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias
aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto
respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para
reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta
para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
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Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa
(ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e
administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa
alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o
principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser
prontamente investigado e manejado?
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Um adolescente de 16 anos com doença de Crohn em tratamento imunossupressor
apresenta dor e edema no membro inferior direito há 3 dias. Procurou o pronto-socorro com início
súbito de dispneia, taquicardia (FC 115 bpm) e tosse seca. Ele está hemodinamicamente estável. A
ultrassonografia Doppler confirmou Trombose Venosa Profunda (TVP) extensa na perna direita. Diante
da alta probabilidade clínica de tromboembolismo pulmonar (TEP) nesse adolescente, qual é o exame
diagnóstico de imagem mais indicado para confirmar o TEP e guiar a conduta terapêutica?
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