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Uma paciente de setenta e sete anos de idade, hipertensa, diabética e com antecedente de ataque isquêmico transitório ocorrido havia um ano, foi atendida no ambulatório, relatando ter sido internada, havia quatro semanas, com diagnóstico de insuficiência cardíaca. Segundo ela, após a alta hospitalar, não apresentou mais dispneia, contudo, desde então, tem apresentado palpitações, sem qualquer outro sintoma correlato. Ao exame físico, apresentava-se eupnêica, normocorada, hidratada e em bom estado geral, com frequência respiratória de 18 rpm, pressão arterial de 128 mmHg x 84 mmHg e frequência cardíaca de 82 bpm, sem turgência jugular a 30º. O médico verificou ictus cordis normal e ritmo cardíaco irregular em dois tempos, sem sopros. Os demais sistemas não apresentaram alterações significativas ao exame clínico. Os exames laboratoriais não revelaram anormalidades. Ela realizou eletrocardiograma (com calibração padrão), conforme ilustrado na figura abaixo.

Com base no caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Com relação à redução da mortalidade, o uso de amiodarona para controle do ritmo é superior à estratégia de controle da frequência cardíaca apenas com medicação cronotrópica negativa.
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Uma paciente de setenta e sete anos de idade, hipertensa, diabética e com antecedente de ataque isquêmico transitório ocorrido havia um ano, foi atendida no ambulatório, relatando ter sido internada, havia quatro semanas, com diagnóstico de insuficiência cardíaca. Segundo ela, após a alta hospitalar, não apresentou mais dispneia, contudo, desde então, tem apresentado palpitações, sem qualquer outro sintoma correlato. Ao exame físico, apresentava-se eupnêica, normocorada, hidratada e em bom estado geral, com frequência respiratória de 18 rpm, pressão arterial de 128 mmHg x 84 mmHg e frequência cardíaca de 82 bpm, sem turgência jugular a 30º. O médico verificou ictus cordis normal e ritmo cardíaco irregular em dois tempos, sem sopros. Os demais sistemas não apresentaram alterações significativas ao exame clínico. Os exames laboratoriais não revelaram anormalidades. Ela realizou eletrocardiograma (com calibração padrão), conforme ilustrado na figura abaixo.

Com base no caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Em longo prazo, a anticoagulação oral com warfarina, na faixa terapêutica do índice internacional normalizado entre 2 e 3, possibilita a redução da morbimortalidade, a despeito das comorbidades apresentadas pela paciente acima referida.
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Durante atendimento em um hospital devidamente equipado conforme as últimas diretrizes médicas, uma paciente de cinquenta e cinco anos de idade, com antecedentes de sedentarismo e diabetes, relatou quadro de precordialgia em opressão, de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com a ingestão de dipirona, com início, segundo ela, havia duas horas. Ao exame físico, a paciente encontrava-se eupneica e acianótica, com pressão arterial de 132 mmHg x 84 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem presença de sopros. O restante do exame físico e a dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB massa e troponina) não evidenciaram anormalidades. O perfil metabólico apresentado pela paciente foi triglicerídeos = 161 mg/dL; colesterol total = 220 mg/dL; HDL colesterol = 50 mg/dL; LDL colesterol =138 mg/dL e glicemia = 128 mg/dL. Os resultados dos demais exames laboratoriais de rotina foram normais. A paciente realizou eletrocardiograma (com calibração padrão), cujo resultado é evidenciado na figura abaixo.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
O caso clínico acima descrito refere-se a um quadro de angina instável de alto risco.
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Durante atendimento em um hospital devidamente equipado conforme as últimas diretrizes médicas, uma paciente de cinquenta e cinco anos de idade, com antecedentes de sedentarismo e diabetes, relatou quadro de precordialgia em opressão, de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com a ingestão de dipirona, com início, segundo ela, havia duas horas. Ao exame físico, a paciente encontrava-se eupneica e acianótica, com pressão arterial de 132 mmHg x 84 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem presença de sopros. O restante do exame físico e a dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB massa e troponina) não evidenciaram anormalidades. O perfil metabólico apresentado pela paciente foi triglicerídeos = 161 mg/dL; colesterol total = 220 mg/dL; HDL colesterol = 50 mg/dL; LDL colesterol =138 mg/dL e glicemia = 128 mg/dL. Os resultados dos demais exames laboratoriais de rotina foram normais. A paciente realizou eletrocardiograma (com calibração padrão), cujo resultado é evidenciado na figura abaixo.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Nessa situação, o tratamento indicado deve ser o uso de estatina em alta dose, tendo como meta um nível de LDL inferior a 70 mg/dL.
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Durante atendimento em um hospital devidamente equipado conforme as últimas diretrizes médicas, uma paciente de cinquenta e cinco anos de idade, com antecedentes de sedentarismo e diabetes, relatou quadro de precordialgia em opressão, de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com a ingestão de dipirona, com início, segundo ela, havia duas horas. Ao exame físico, a paciente encontrava-se eupneica e acianótica, com pressão arterial de 132 mmHg x 84 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem presença de sopros. O restante do exame físico e a dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB massa e troponina) não evidenciaram anormalidades. O perfil metabólico apresentado pela paciente foi triglicerídeos = 161 mg/dL; colesterol total = 220 mg/dL; HDL colesterol = 50 mg/dL; LDL colesterol =138 mg/dL e glicemia = 128 mg/dL. Os resultados dos demais exames laboratoriais de rotina foram normais. A paciente realizou eletrocardiograma (com calibração padrão), cujo resultado é evidenciado na figura abaixo.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
A terapia de escolha para redução da mortalidade e de novos eventos é o uso de nitroglicerina endovenosa e inibidor da glicoproteína IIb/IIIa, associada à heparinização plena.
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Um paciente foi atendido em caráter emergencial com as seguintes manifestações clínicas: bradipneia, hipoatividade, rebaixamento do nível de consciência, insuficiência respiratória, hipercapnia e aspiração.
A respeito dessa situação, e considerando que a intoxicação exógena pode ser confundida com um grande número de doenças ou com elas coexistir, julgue os itens que se seguem.
No caso de ingestão de substâncias corrosivas em tempo menor que uma hora, deve-se proceder à lavagem gástrica de imediato.
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Um paciente foi atendido em caráter emergencial com as seguintes manifestações clínicas: bradipneia, hipoatividade, rebaixamento do nível de consciência, insuficiência respiratória, hipercapnia e aspiração.
A respeito dessa situação, e considerando que a intoxicação exógena pode ser confundida com um grande número de doenças ou com elas coexistir, julgue os itens que se seguem.
No diagnóstico diferencial da intoxicação exógena, pode-se considerar: trauma crânio-encefálico, acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, hiperglicemia, cetoacidose diabética, uremia, doença coronariana isquêmica, arritmias.
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Um paciente foi atendido em caráter emergencial com as seguintes manifestações clínicas: bradipneia, hipoatividade, rebaixamento do nível de consciência, insuficiência respiratória, hipercapnia e aspiração.
A respeito dessa situação, e considerando que a intoxicação exógena pode ser confundida com um grande número de doenças ou com elas coexistir, julgue os itens que se seguem.
Se forem observadas pupilas muito mióticas, deve-se associar a provável intoxicação por álcool e derivados, anticonvulsivantes e benzodiazepínicos.
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Um paciente foi atendido em caráter emergencial com as seguintes manifestações clínicas: bradipneia, hipoatividade, rebaixamento do nível de consciência, insuficiência respiratória, hipercapnia e aspiração.
A respeito dessa situação, e considerando que a intoxicação exógena pode ser confundida com um grande número de doenças ou com elas coexistir, julgue os itens que se seguem.
No tratamento da intoxicação exógena, a lavagem gástrica não deve ser uma indicação de rotina.
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Sempre que necessário, a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado.
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