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Um paciente com quarenta anos de idade procurou assistência em um ambulatório de clínica médica, em razão de apresentar edema facial matinal e, ao final do dia, de membros inferiores, de forma progressiva, havia dois anos. Ultimamente tem notado a eliminação de urina espumosa e aumento da pressão arterial. Realizou, havia cinco anos, tratamento com talidomida, em função do surgimento de lesões nodulares dolorosas. Negou tabagismo, uso de drogas ilícitas e outras comorbidades. O exame físico mostrou PA de 200 mmHg × 120 mmHg, nódulos dolorosos de coloração avermelhada e edema, localizados em membros inferiores. Os exames complementares revelaram anemia normocítica e normocrômica (hemoglobina de 10 g/dL), ureia de 120 mg/dL, creatinina de 2,5 mg/dL e proteinúria de 24 h: 4 g.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
O comprometimento renal pode-se dar mais em decorrência da deposição de imunocomplexos no tecido renal do que da agressão local por parte de agente bacteriano.
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Um paciente com quarenta anos de idade procurou assistência em um ambulatório de clínica médica, em razão de apresentar edema facial matinal e, ao final do dia, de membros inferiores, de forma progressiva, havia dois anos. Ultimamente tem notado a eliminação de urina espumosa e aumento da pressão arterial. Realizou, havia cinco anos, tratamento com talidomida, em função do surgimento de lesões nodulares dolorosas. Negou tabagismo, uso de drogas ilícitas e outras comorbidades. O exame físico mostrou PA de 200 mmHg × 120 mmHg, nódulos dolorosos de coloração avermelhada e edema, localizados em membros inferiores. Os exames complementares revelaram anemia normocítica e normocrômica (hemoglobina de 10 g/dL), ureia de 120 mg/dL, creatinina de 2,5 mg/dL e proteinúria de 24 h: 4 g.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A anemia do paciente pode decorrer da queda de produção da eritropoetina.
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Um paciente com quarenta anos de idade procurou assistência em um ambulatório de clínica médica, em razão de apresentar edema facial matinal e, ao final do dia, de membros inferiores, de forma progressiva, havia dois anos. Ultimamente tem notado a eliminação de urina espumosa e aumento da pressão arterial. Realizou, havia cinco anos, tratamento com talidomida, em função do surgimento de lesões nodulares dolorosas. Negou tabagismo, uso de drogas ilícitas e outras comorbidades. O exame físico mostrou PA de 200 mmHg × 120 mmHg, nódulos dolorosos de coloração avermelhada e edema, localizados em membros inferiores. Os exames complementares revelaram anemia normocítica e normocrômica (hemoglobina de 10 g/dL), ureia de 120 mg/dL, creatinina de 2,5 mg/dL e proteinúria de 24 h: 4 g.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Hanseníase polo tuberculoide pode ser uma possível explicação para os nódulos nos membros inferiores.
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Um paciente de cinquenta e dois anos de idade relatou dor epigástrica de forte intensidade, iniciada havia seis horas, com irradiação para região dorsal esquerda, acompanhada de náuseas e vômitos. Ele relatou ingestão abusiva de alimentos e álcool na noite anterior à dor. O paciente apresenta antecedentes de alcoolismo, obesidade grau III e diabetes. Ao exame físico, apresentou temperatura de 36,6 ºC, frequência cardíaca de 124 bpm e pressão arterial de 128 mmHg × 76 mmHg. O médico verificou, ainda, murmúrio vesicular diminuído em base pulmonar esquerda, com sibilos discretos, abdome globoso e em avental, doloroso à palpação no andar superior, principalmente no epigástrio, com ruídos hidroaéreos presentes. O exame físico não apresentou outras alterações. Os exames complementares revelaram hemoglobina = 16,5 g/100 mL; hematócrito = 49%; leucócitos = 22.000/mm3 (sem desvio à esquerda); glicemia = 222 mg/dL; TGO = 20 U/L; tempo de protrombina de 14 segundos, bilirrubina total de 1 mg/dL; DHL = 200 U/L; creatinina de 0,9 mg/dL e amilase = 1.592 U/L. O exame de raios X de tórax revelou discreto velamento nas bases. O resultado do eletrocardiograma e a avaliação das enzimas cardíacas apresentaram valores normais. O ultrassom de abdome, realizado com dificuldade devido ao biotipo do paciente, demonstrou fígado esteatótico e vesícula biliar de paredes finas sem imagens de cálculos no seu interior.
A partir desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso clínico em tela, deve-se indicar o uso de corticoide.
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Um paciente de cinquenta e dois anos de idade relatou dor epigástrica de forte intensidade, iniciada havia seis horas, com irradiação para região dorsal esquerda, acompanhada de náuseas e vômitos. Ele relatou ingestão abusiva de alimentos e álcool na noite anterior à dor. O paciente apresenta antecedentes de alcoolismo, obesidade grau III e diabetes. Ao exame físico, apresentou temperatura de 36,6 ºC, frequência cardíaca de 124 bpm e pressão arterial de 128 mmHg × 76 mmHg. O médico verificou, ainda, murmúrio vesicular diminuído em base pulmonar esquerda, com sibilos discretos, abdome globoso e em avental, doloroso à palpação no andar superior, principalmente no epigástrio, com ruídos hidroaéreos presentes. O exame físico não apresentou outras alterações. Os exames complementares revelaram hemoglobina = 16,5 g/100 mL; hematócrito = 49%; leucócitos = 22.000/mm3 (sem desvio à esquerda); glicemia = 222 mg/dL; TGO = 20 U/L; tempo de protrombina de 14 segundos, bilirrubina total de 1 mg/dL; DHL = 200 U/L; creatinina de 0,9 mg/dL e amilase = 1.592 U/L. O exame de raios X de tórax revelou discreto velamento nas bases. O resultado do eletrocardiograma e a avaliação das enzimas cardíacas apresentaram valores normais. O ultrassom de abdome, realizado com dificuldade devido ao biotipo do paciente, demonstrou fígado esteatótico e vesícula biliar de paredes finas sem imagens de cálculos no seu interior.
A partir desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso clínico acima apresentado, é indicada a aspiração do material pancreático, guiada pela tomografia de abdome, para fins de exame de cultura bacteriológica e início da antibioticoterapia apropriada ao caso.
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Em geral, a úlcera induzida por anti-inflamatórios não esteroides (AINE) produz menos sintomas que aquela causada pelo Helicobacter pylori. Ademais, os usuários de AINE que desenvolvem hemorragia digestiva frequentemente não apresentam sintomas premonitórios.
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Uma paciente de sessenta e seis anos de idade, hipertensa arterial há vários anos, compareceu à consulta com queixa de dispneia. Segundo ela, havia duas semanas, apresentava dispneia aos esforços maiores que os habituais, com evolução, na última semana, para dispneia aos esforços menores que os habituais. Relatou, ainda, que, havia dois dias, tem despertado à noite com severa falta de ar, que cede após quarenta minutos na posição sentada. Ao exame físico, a paciente apresentou-se normocorada, com as extremidades quentes, com frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 122 mmHg × 74 mmHg, e turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar evidenciou creptações nas bases pulmonares, ictus cordis propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (presença de terceira bulha), mas sem sopros. Adicionalmente, o médico notou refluxo hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue os itens que se seguem.
Nesse caso, deve-se solicitar a avaliação de peptídeo natriurético do tipo B para confirmação do diagnóstico.
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Uma paciente de sessenta e seis anos de idade, hipertensa arterial há vários anos, compareceu à consulta com queixa de dispneia. Segundo ela, havia duas semanas, apresentava dispneia aos esforços maiores que os habituais, com evolução, na última semana, para dispneia aos esforços menores que os habituais. Relatou, ainda, que, havia dois dias, tem despertado à noite com severa falta de ar, que cede após quarenta minutos na posição sentada. Ao exame físico, a paciente apresentou-se normocorada, com as extremidades quentes, com frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 122 mmHg × 74 mmHg, e turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar evidenciou creptações nas bases pulmonares, ictus cordis propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (presença de terceira bulha), mas sem sopros. Adicionalmente, o médico notou refluxo hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue os itens que se seguem.
Após a resolução do quadro clínico, o médico deve indicar a vacinação contra influenza e pneumococo, visando à redução da necessidade de novas hospitalizações.
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Uma paciente de sessenta e seis anos de idade, hipertensa arterial há vários anos, compareceu à consulta com queixa de dispneia. Segundo ela, havia duas semanas, apresentava dispneia aos esforços maiores que os habituais, com evolução, na última semana, para dispneia aos esforços menores que os habituais. Relatou, ainda, que, havia dois dias, tem despertado à noite com severa falta de ar, que cede após quarenta minutos na posição sentada. Ao exame físico, a paciente apresentou-se normocorada, com as extremidades quentes, com frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 122 mmHg × 74 mmHg, e turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar evidenciou creptações nas bases pulmonares, ictus cordis propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (presença de terceira bulha), mas sem sopros. Adicionalmente, o médico notou refluxo hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue os itens que se seguem.
Caso seja percebido a presença de edema intersticial, linhas B de Kerley, e índice cardiotorácico maior que 0,5 na radiografia de tórax dessa paciente, esses achados seriam compatíveis com o quadro clínico da paciente.
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Julgue os próximos itens, referentes às alterações da pressão arterial no idoso.
O hiato auscultatório, que é resultado da aterosclerose, consiste no desaparecimento dos sons durante a deflação do manguito, entre o final da fase III e o início da fase IV dos sons de Korotkoff, o que resulta em valores falsamente altos para a sistólica e valores falsamente baixos para a diastólica.
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