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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Em relação à pontuação do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os dois pontos da linha 16 poderiam ser substituídos por uma vírgula sem acarretar problemas na frase.
( ) A vírgula da linha 31 separa termos justapostos.
( ) A vírgula da linha 33 é utilizada pelo mesmo motivo que a da 37.
( ) As vírgulas da linha 43 separam um aposto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Analise as seguintes propostas de alteração de expressões do texto:
I. ‘empatia’ (l.06) por ‘consideração’.
II. ‘abrangem’ (l.24) por ‘compreender’.
III. ‘previstas’ (l.30) por ‘esperadas’.
IV. ‘chamados’ (l.49) por ‘convidados’.
Quais NÃO provocam mudanças semânticas no período em que se inserem?
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Considere as seguintes assertivas a respeito de alterações de palavras do texto:
I. ‘levou’ (l.03) por ‘ocasionou’.
II. ‘vida’ (l.24) por ‘rotina’.
III. ‘relatarem’ (l.33) por ‘falarem’.
IV. ‘Devido’ (l.45) por ‘Em razão’.
Quais provocam alterações sintáticas na frase em que estão inseridas?
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Assinale a alternativa que substitui corretamente a palavra ‘coniventes’ (l.29), considerando o seu contexto.
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito do vocábulo ‘que’:
I. O uso do ‘que’ na linha 04 é o mesmo do na linha 11.
II. O ‘que’ da linha 26 classifica-se como um pronome relativo.
III. O ‘que’ da linha 38 classifica-se como uma conjunção integrante, visto introduzir uma oração subordinada substantiva completiva
nominal.
IV. O ‘que’ da linha 44 é uma conjunção integrante, já que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
Quais estão corretas?
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O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Em relação à ocorrência de pronomes no texto, analise as seguintes assertivas:
I. O pronome ‘lo’ (l.19) retoma ‘bullying’ (l.18).
II. O pronome ‘ele’ (l.28) retoma ‘pior aspecto’ (l.26).
III. O pronome ‘eles’ (l.42) retoma ‘pais das crianças’ (l.41).
IV. O pronome ‘seu’ (l.47) retoma ‘alunos’ (l.47).
Quais estão corretas?
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Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Se a palavra ‘três’ (l.19) fosse substituída por ‘um’, quantas outras alterações deveriam ser feitas para fins de correção da frase?
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
Considerando as ideias do texto, analise as seguintes assertivas:
I. A Finlândia descobriu uma nova forma de combater o bullying: um método em que se busca respeito e empatia entre crianças de 6 a 12 anos.
II. O método finlandês é bastante simples e só envolve a participação dos alunos que praticam bullying e profissionais treinados especialmente para atendê-los.
III. De acordo com o KiVa, se o aluno que pratica o bullying não tiver audiência, ou seja, não tiver o apoio dos outros colegas, é possível que esse agressor não volte a cometer tal ato.
Quais estão corretas?
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Evitando o bullying
Existe uma maneira eficiente de impedir o bullying nas escolas? A Finlândia parece ter encontrado a resposta em duas sílabas: KiVa, um programa implementado em 90% das escolas do país e que, segundo estudos, levou a uma diminuição sensível do número de casos de agressão nos colégios que o adotaram.
O nome do programa vem de Kiusaamista Vastaan, que significa "contra o abuso escolar". Trata-se de um método que busca criar respeito e empatia entre crianças em idade escolar. A grande diferença em relação a outras iniciativas é que, para evitar que o bullying aconteça, o KiVa tem como foco os espectadores, ou seja, os potenciais observadores das agressões.
De acordo com Johanna Alanen, gerente do projeto na Universidade de Turku e parte do time que trabalha desenvolvendo e aprimorando o programa na Finlândia, o bullying é um fenômeno de grupo e só acontece _____ o bullie (aquele que ataca o colega) quer visibilidade e poder. "Por isso, o foco é agir sobre os espectadores das agressões para que eles influenciem a turma toda de modo que esse tipo de comportamento não seja aceito. Se não _____ uma plateia, o bullying não terá sentido e não acontecerá", explica.
O programa é estruturado para ser aplicado em turmas de crianças dos 6 aos 12 anos e busca ensinar que maltratar colegas não é aceitável. Para isso, o KiVa atua em três frentes: prevenção, intervenção e monitoramento. A prevenção é feita de maneira simples. Todas as escolas que aplicam o KiVa recebem um treinamento para que toda a equipe saiba o que é bullying e como identificá-lo. Depois disso, são escolhidos três funcionários para serem agentes KiVa: adultos que serão referência quando um problema acontecer e precisar ser discutido.
Todas as escolas que aplicam o KiVa precisam oferecer, mensalmente, pelo menos duas aulas de 45 minutos sobre assuntos relacionados ao programa. "Nessas aulas, os alunos discutem temas como emoções, como se comportar em grupo, como defender alguém em apuros e _____ as pessoas são diferentes", relata Johanna. As aulas abrangem assuntos internos e externos à vida escolar para que as crianças saibam respeitar diferenças e conviver melhor com elas.
"Quando você pergunta para um adulto que sofreu bullying na escola qual era o pior aspecto da situação, ele sempre diz que o mais cruel era pensar que estava sozinho e que ninguém se importava com ele", explica a gerente do programa. Por isso, o pacote de ações tenta encorajar os colegas a não serem coniventes com agressões a outras crianças.
Entre as ações previstas pelo programa estão a presença de supervisores no intervalo identificados com o nome do programa, pesquisas on-line periódicas com os estudantes e a inserção do tema em jogos de computador e ambientes virtuais de aprendizagem. Nessas plataformas, fica disponível uma caixa de mensagens para os alunos relatarem casos de agressão presenciados ou nos quais foram vítimas. Também ___ um site e um guia específico para os pais.
Se o problema não for resolvido com uma abordagem mais branda, os agentes KiVa partem para uma estratégia confrontativa. O agressor é chamado para uma conversa com os adultos para que ele entenda que seu comportamento não é aceitável. Alguns dias depois, os adultos e as crianças se reúnem novamente para se certificar de que o bullying deixou realmente de acontecer. Pesquisas de monitoramento apontam que, na maioria dos casos, o problema acaba depois das reuniões com as crianças.
O programa conta com uma série de materiais disponíveis para os pais das crianças. São folhetos e publicações on-line para que eles entendam e saibam lidar com a situação. Johanna explica que, no entanto, muitas vezes os responsáveis pelas crianças têm muita dificuldade em aceitar que seu filho ou filha é um bullie.
Devido a essa dificuldade no diálogo com os pais, eles não costumam ser envolvidos nas conversas diretas sobre o problema na escola. O foco, diz Johanna, é fazer com que os próprios alunos entendam que seu comportamento precisa mudar. Os pais são sempre informados sobre como estão os relacionamentos na turma dos filhos e são incentivados a acessar os materiais online e tirar dúvidas com os professores, mas raramente são chamados para reuniões em que as crianças são confrontadas com o problema, exceto em casos muito severos. Afinal, na Finlândia, dependendo do tipo de agressão, casos de bullying precisam ser informados à polícia.
(Fonte: Por Bruna Passos Amaral. Disponível em http://revistaeducacao.com.br/textos/222/o-metodo-nordico-364943- 1.asp - Texto adaptado)
A respeito das lacunas do texto, analise as seguintes assertivas:
I. A lacuna da linha 11 ficaria corretamente preenchida pela conjunção ‘porque’.
II. A lacuna da linha 13 ficaria corretamente preenchida pelo verbo ‘haver’ flexionado na terceira pessoa do singular do Presente do Indicativo.
III. A lacuna da linha 23 ficaria corretamente preenchida pela expressão ‘por que’, no sentido de ‘por qual motivo ou razão’.
IV. A lacuna da linha 34 ficaria corretamente preenchida por ‘há’, ou seja, a forma verbal do verbo ‘haver’ na terceira pessoa do plural.
Quais estão corretas?
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De acordo com a Constituição Federal, ao servidor público da administração direta, autarquia e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se, para efeito de benefício previdenciário, no caso de afastamento, os valores determinados:
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