Depois de passar um final de semana na casa de seus
avós, um pré-escolar de 2 anos iniciou um quadro de diarreia associada à queda do estado geral. Seus pais dizem
que, nos últimos dois dias, anda muito sonolento e não
está querendo brincar. Ao serem perguntados sobre o aspecto das fezes, os pais afirmam que no último dia apresentou mais de 10 episódios de evacuação líquida, sem
sangue, muco ou pus.
No exame físico, encontrou-se o seguinte: peso: 13 kg;
desidratado: +4/4; sonolento; temperatura axilar: 36,8 °C;
FC: 176 bpm; FR: 32 irpm; PA: 72x50 mmHg; pulsos finos;
AR, ACV e abdome sem alterações.
Qual a conduta inicial para esse caso?
Gestante com idade gestacional de 30 semanas, Rh +,
até então com pré-natal sem intercorrências, apresenta
na US do 3o
trimestre, polidramnia, hidropisia fetal e placenta espessada. Foi constatado óbito fetal com 32 semanas de gestação. A necropsia fetal revelou hidropisia com
derrames cavitários, hepatoesplenomegalia acentuada,
fibroelastose endocárdica e leve hipoplasia tímica. Ausência de malformações internas ou externas. A placenta era
hidrópica, pesada com face materna pálida e esgarçada,
e o exame histopatológico mostrou vilosidades edemaciadas e dismaturas, sem necrose ou sinais de vilosite em
atividade, exibindo numerosas células hematopoiéticas
imaturas circulando nos vasos vilosos com ocasionais inclusões eosinofílicas intranucleares em eritrócitos e seus
precursores.
O que foi descrito acima permite o diagnóstico de
Mulher de 39 anos, 120 kg e 1,60 m será submetida à
mastectomia simples à esquerda, em regime ambulatorial.
O tempo de jejum recomendado para líquidos sem resíduos, nesse caso, é de quantas horas?
Cristina, 36 anos, GI, P0, A0, iniciou acompanhamento pré-natal na 9ª semana e vinha mantendo-se sem
intercorrências. Ao chegar para consulta de rotina, na
22ª semana, apresenta PA 140/90 mmHg, AFU 22 cm e
BCF 136 bpm, sem outras alterações ao exame físico
e sem queixas. Como conduta, opta-se por solicitar um
exame de urina (EAS) e retorno no dia seguinte para nova
aferição de PA. Ao retornar, sua PA é de 140/90 mmHg,
e EAS não revela alterações.
Avaliando o quadro clínico descrito, qual é a hipótese
diagnóstica mais provável e qual deve ser o acompanhamento?
Paciente de 62 anos, em hemodiálise intermitente há
3 anos devido à doença renal policística do adulto autossômica dominante, queixa-se de dor óssea há pelo menos 6 meses. Evolui com fratura patólogica em úmero
esquerdo, que foi corrigida cirurgicamente. Em consulta
com nefrologista, apresenta os seguintes exames laboratoriais: PTH = 58 pg/mL; Fosfatase Alcalina = 78U/L (referência: até 100U/L); Cálcio = 10,2 mg/dL; albumina = 4,0 g/dL;
fósforo = 4,2 mg/dL; 25 OH vitamina D = 35 ng/mL. Não
há histórico de exposição a alumínio.
No que diz respeito à etiopatogenia do adenocarcinoma
de cólon, podemos dizer que o oncogene mais frequentemente mutado identificado é o do tipo ras (K-ras proto-oncogene), o qual está mais provavelmente envolvido
com a seguinte função celular:
Nas últimas décadas, foram observados grandes avanços
na terapêutica do transplante renal com a descoberta de
inúmeras drogas imunossupressoras, com menores riscos de rejeição e melhora do prognóstico.
A mãe de uma pré-escolar de 4 anos está preocupada
com o fato de a menina ter iniciado manipulação ocasional dos órgãos genitais. Refere que isso ocorre com pouca frequência, mas não sabe como lidar com a situação.
Relata ainda que a menor não possui outros cuidadores
e não permanece momentos sozinha sem a presença da
mãe. O exame físico é normal.
Qual a conduta mais adequada?