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Foram encontradas 170 questões.

2526695 Ano: 2016
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Em relação à glicerinação ou técnica de Giacomini, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2526647 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficializada como língua em todo o território brasileiro pela Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002. A regulamentação de Libras se deu pelo Decreto:
 

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Ao servidor público federal é vedado, EXCETO:
 

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2526307 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Pode-se conceituar o projeto de Paisagismo como o conjunto de elementos construídos ou naturais que visa a organizar e disciplinar o uso dos espaços externos, e à recomposição da paisagem, de modo a integrá-la com o edifício, ou com o conjunto de edifícios, protegendo e conservando o solo naturalmente e contribuindo para o conforto ambiental. Dentre as orientações a seguir, assinale aquela INADEQUADA, e que, por isso, não deve ser adotada no projeto de Paisagismo de obras públicas:
 

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2526232 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Texto para a questão abaixo.
MOVIMENTO ESCOLA SEM PARTIDO É UM
PARTIDO CHEIO DE CONTRADIÇÕES
Veio ao mundo o projeto de lei Escola sem Partido. Nasceu na família brasileira tradicional. Seu pai é o senador Magno Malta (PR-ES), e são seus irmãos os planos de redução da maioridade penal, de criminalização do aborto e de revogação do Estatuto do Desarmamento. Tem ainda laços de sangue com a estirpe xenófoba que se espalha por Europa e Estados Unidos. Com a saúde que exibe a linhagem, é de se esperar muitos novos rebentos. O Escola sem Partido, como seus parentes, exprime uma maneira de pensar a convivência em sociedade. A certidão de nascimento revela a identidade: ensinar sem partidarizar.
O site da família detalha tim-tim por tim-tim a aversão à parentela oposta, a dos com-partido. São desafetos os portadores de valores contrários. Depoimentos de aderentes o elucidam. Temem que adolescentes aprendam sobre igualdade de gênero e combate à homofobia, discutam pressupostos religiosos e se filiem a movimentos sociais de esquerda.
A lista é mais longa, mas seu sumo é a crítica a qualquer estímulo à liberdade de pensamento. Os sem-partidos receiam a "contaminação ideológica" – como se também não exprimissem uma ideologia – e propagandeiam como antídoto uma "biblioteca politicamente incorreta". Mobilizam-se em defesa da família brasileira, instituição que julgam sob ameaça, cerceada em sua liberdade de transmitir valores.
A queixa exprime tensão antiga entre particular e universal. A família vincula por sangue e afeto e é o espaço mais potente de reprodução da hierarquia social. Dê uma olhada em volta: quem nasce em casa de médico, advogado, engenheiro, costuma adquirir idêntico diploma. Já a escola propicia, ou deveria, convivência compulsória com o diferente em corpo e alma. A experiência da diversidade incute a tolerância ao apresentar o distinto antes como complemento que como ameaça. A escola também provê, ou deveria, um escape da família.
Os sem-partido protegem a liberdade dos pais de transmitir suas crenças, mas a escola defende a dos filhos de produzir as próprias: proporciona estilos alternativos de pensar, crucial para constituição de pensamento autônomo. Provê uma liberdade que os sem-partido negam, a de dissentir dos consanguíneos.
Acima disse "a escola deveria" porque na prática sua versão privada espelha a segregação social, se restringe a um estrato, com mesmos hábitos, renda, cor e sobrenome. De seu lado, a escola pública, pelas dificuldades conhecidas, recebe apenas os sem renda suficiente para se refugiarem na escolarização privada. Cada um dos modelos tende a reproduzir uma ponta da pirâmide social. Sobra homogeneidade no grupo do alto, como no de baixo. Nenhum deles precisa da redução adicional da diversidade propalada pelos partidários do Escola sem Partido.
Isso mesmo: partidários. Os defensores do projeto falam em nome da nação, mas compõem partido no sentido lato da palavra. Os partidos políticos modernos apareceram simultaneamente aos parlamentos e movimentos sociais. São invenções ocidentais de fins do século 18, já demonstrou Charles Tilly. Primos-irmãos, movimentos e partidos se distinguem no grau de institucionalização, mas visam ao mesmo: exprimir demandas sociais sobre assuntos públicos. No Brasil Império, o segundo termo aludia a grupo de interesse –"partido do café"– ou de ideias –"partido abolicionista". Partido como facção, a favor ou contra certa causa.
A palavra remete ao ato de partir e desvela a existência do todo que nenhuma parte representa por completo. Aponta que o sentido do conjunto está sob contenda. A sociedade é heterogênea, heterogêneas são suas aspirações. Nas democracias, as divergências resolvem-se no voto, em vez de pela força – ou por manobras, como no Brasil de hoje. Mas não desaparecem, nem desaparecerão por mandinga ou projeto de lei. E é bom que assim seja, que haja campo para desacordo. Nenhum partido é a nação, esse ente abstrato. A comunhão pátria é excepcional – saliente nas guerras e copas do mundo. No dia a dia, cada um tem seu time, sua religião, seu estilo de vida, seu partido.
Os apoiadores do Escola sem Partido têm o seu, compõem partido de ideias. Trata-se de contradição, mas não a única: negam os partidos, mas agem por meio de um deles – o Partido da República, que de republicano não tem nada.
O partido do Escola sem Partido propaga uma autoilusão, a de encarnar a pátria. Ora, os rumos da nação estão sempre em disputa. Sua encarnação em um líder ou confraria de ungidos só é possível quando se esmaga o adversário. Erdogan deu o exemplo na Turquia, ao fechar seis centenas de escolas.
Alonso, Angela. Folha Online, 31 jul 2016. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/angela-alonso/2016/07/1796548-movimento-escola-sem-partido-e-um-partido-cheio-de-contradicoes.shtml
Pelo que se lê no texto, subentende-se que os apoiadores do projeto “Escola sem partido” consideram que seus opositores formam um
 

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Sobre o Decreto nº 1.171, de 1994, marque a alternativa CORRETA:
 

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2525599 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
No sentido de preparação da sociedade e abertura de oportunidades de aproximação da pessoa com deficiência com a prática de atividade física, competições de esportes adaptados têm sido os meios principais, desde a metade do século XX, a preparar o meio social para a participação da pessoa com deficiência, diminuindo o preconceito e melhorando a compreensão sobre as possibilidades de realização dessas pessoas. Os jogos Paralímpicos, por exemplo, têm causado impacto positivo em diferentes partes do mundo, inclusive onde a deficiência era ideologicamente problemática (Gold e Gold, 2007). De acordo com os autores, o esporte praticado por pessoas com deficiência auxilia na eliminação ou redução de qual barreira de acessibilidade:
 

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2525578 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Observe as afirmações abaixo, em relação ao Decreto Federal 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
I. Valoriza a educação de surdos no modelo bilíngue no Brasil.
II. Torna obrigatório o uso da Libras não somente para os surdos, mas também para professores e institui a presença do intérprete em sala de aula.
III. Coloca a Libras como disciplina optativa nos cursos de licenciatura e bacharelados.
IV. A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
V. A formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como primeira língua.
Assinale a alternativa que contém afirmações INCORRETAS.
 

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2525526 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
A qualidade muscular pode ser definida como força relativa à quantidade de massa muscular e é considerada um indicador mais sensível de função muscular do que a utilização da força e massa muscular separadamente (Fragala et al., 2015). Esse índice pode ser obtido de diversas formas e depende dos instrumentos e tecnologias disponíveis. Sabendo que a qualidade muscular sofre um declínio com o envelhecimento e que programas de treinamento de força podem promover uma melhora significativa dessa variável (Fragala et al., 2014; Ribeiro et al., 2016), a avaliação desse índice para o monitoramento da eficiência da prescrição dessa modalidade de exercício se torna indispensável, principalmente, para a população de idosos.
Analise as afirmações a seguir.
I. O índice de qualidade muscular pode ser obtido através da divisão da força muscular pela massa muscular.
II. O índice de qualidade muscular pode ser obtido somente por medidas de força realizadas através do dinamômetro isocinético e medidas de massa muscular através da ultrassonografia.
III. O índice de qualidade muscular pode ser calculado para membros inferiores, superiores e/ou corpo total.
IV. A sarcopenia e a dinapenia são condições que estão relacionadas a qualidade muscular.
V. O teste de força dinâmico de 1 repetição máxima (1-RM) e a massa muscular estimada através da absortometria radiológica de dupla energia (DEXA) podem ser utilizados para o cálculo do índice de qualidade muscular.
Assinale a alternativa em que todas afirmações estejam CORRETAS:
 

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2525210 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Na perspectiva da inclusão social, Pedrinelli e Nabeiro (2012) contextualizam a prática esportiva em três dimensões: a inclusão da pessoa com deficiência no esporte, o esporte como meio para a inclusão e a prática esportiva exercida de forma inclusiva. Associe as colunas, relacionando o tipo de contexto da prática esportiva com o seu respectivo conceito:
(1) A inclusão da pessoa com deficiência no esporte
(2) O esporte como meio para a inclusão
(3) A prática esportiva exercida de forma inclusiva
( ) Visa a promover a aceitação social por meio do processo de empoderamento. Ser diferente e aceitar o diferente é fundamental para a valorização e o reconhecimento da pessoa com deficiência que assume uma atividade comum da vida em sociedade.
( ) Significa oferecer a oportunidade e incentivar a adesão de qualquer pessoa com deficiência à prática esportiva.
( ) Considera que a relação recíproca entre pessoas com e sem deficiência permite se conhecerem e se compreenderem mutuamente, descobrindo e respeitando os talentos e as dificuldades de cada um.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

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