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Observe a charge abaixo:

Disponível em:https://pgrqitaqui.wordpress.com/2014/10/14/o-que-e-o-programa-de-gerenciamento-de-residuos-quimicos/. Acesso em 25/10/2015.
O Brasil tem quase 3 mil lixões funcionando em 1.600 cidades, segundo relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Por lei, todos os lixões do Brasil deveriam ter sido fechados até 2014, prazo dado pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos. O levantamento da Abrelpe mostra que, de 2016 para 2017, o despejo inadequado do lixo aumentou 3%. A produção de lixo no Brasil também aumentou no ano passado. Cada brasileiro gerou 378 kg de resíduos no ano, um volume que daria para cobrir um campo e meio de futebol. Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2018/09/14/brasil-tem-quase-3-mil-lixoes-em-1600-cidades-dizrelatorio. ghtml. Acesso em: 17/10/2019.
Com base na análise da charge e do texto, utilize seus conhecimentos sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos e suas implicações para marcar V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) A produção de lixo cresce na razão inversa do poder aquisitivo das populações. Isso ocorre porque os segmentos de alto poder aquisitivo adotam posturas mais conscientes em relação ao destino de lixo.
( ) Embora a Política Nacional de Resíduos Sólidos tenha determinado que todos os lixões deveriam ser fechados até 2014, em muitas cidades do Brasil ainda conta com depósitos sem qualquer tratamento.
( ) O constante aumento populacional nas cidades proporciona também uma grande geração de rejeitos urbanos, que deveriam ser separados e destinados para a reciclagem ou reutilização de acordo com sua classificação.
( ) Entre os tipos de resíduos contemplados pela lei estão os industriais, resíduos de saneamento público, da construção civil, da saúde, agropecuários, domiciliares e até os perigosos, como corrosivos e tóxicos e radioativos.
( ) A reciclagem e a mudança de hábitos são instrumentos importantes na Política Nacional de Resíduos Sólidos não só na esfera ambiental, mas também por exercer um impacto social e econômico. Assinale a alternativa que contém a sequência correta:
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Choose the correct a lternative to fill in the blanks respectively.
If you spend any time in small British venues, it is likely you have noticed there are quite a few bands like Dry Cleaning around at the moment – bands that don’t employ a singer so much as someone who _______ their words, and that are getting _______. It is not a complete surprise that many artists are operating in that part of the musical spectrum marked, broadly, as post-punk. The late 70s and early 80s were when sprechgesang – literally, “spoken singing” – _______ as a means of expression, in part because of the embrace of musical limitations, in part because it was a clear point of difference from traditional rock music, and in part because it was ideal for _______ the scorn, sarcasm and disgust that performers such as John Lydon and Mark E Smith dealt in. Source:
https://www.theguardian.com/music/2019/oct/31/all-talk-why-2019s-best-bands-speak-instead-of-sing
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Trying to Plant a Trillion Trees Won’t Solve Anything
Only a monster would say no to this pitch: The best way to beat climate change - the warming of Earth caused by gases like carbo dioxide emitted by human industry, leading to rising sea levels, worsening fires and storms, drought and disease – is simple. Plant a trillion trees. It’d be “one of the most effective carbon drawdowns to date,” said an article on the idea in the journal Science this past summer. And who doesn’t love trees, right?
Except the math turned out to be a little shady. Last month a bunch of climate scientists and ecologists piled onto that tree research in the same journal, calling out numerous errors in the first team’s calculations. At about the same time, a whole other bunch of ecologists started pushing back on the agriculture - tech startup Indigo for pitching a similar land-based carbon sequestration strategy, the “Terraton Initiative”, paying farmers to use new methods that could suck down a trillion metric tons (a teraton) of carbon. These goals are critical and the ideals are noble - who doesn’t want to stop climate change? Pretty much everyone except the US government agrees on that. It’s the numbers that are the problem. Take the trees thing. The scientists who proposed it made careful maps of where trees grow today, all over the planet. They had a census of how many were there, combined with satellite data, all used to estimate how many potential trees could grow - and how much carbon those trees would slurp out of the atmosphere, a nontrivial calculation. There’s room for 0.9 billion hectares of new trees, they said - 2.2 billion acres of tree cover, which draws down 205 metric gigatons of carbon, or 225 billion tons in US non-metric. That’s in line with the goal of keeping warming at or below 1.5 degrees, per the Intergovernmental Panel on Climate Change. World: saved! But then the bills started coming due. The team forgot that 55 percent of all historically emitted carbon got absorbed by the oceans, not the land, and so underestimated the total amount of carbon by about one half. They overestimated carbon uptake by trees, and suggested putting trees where they’ve never been, or where they’d actually make the planet hotter (by darkening planetary albedo over icy, more reflective terrain). They didn’t take into account that the ecosystems where they wanted to plant trees already sequestered carbon. And so on. “We’re not talking about small errors here. We’re talking about a huge difference in the total amount of carbon you could sequester,” says Carla Staver, an ecologist at Yale University.
(Adam Rogers, www.wired.com, 25/10/2019)
De acordo com o texto:
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Observe o mapa abaixo:

Mapa de Luís Teixeira (c. 1574) com a divisão do Brasil em capitanias e com a indicação do Tratado de Tordesilhas.
Sobre o período colonial brasileiro, pode-se afirmar que:
I. A divisão em Capitanias Hereditárias foi um fracasso e apenas duas obtiveram êxito, Pernambuco e São Vicente.
II. A estrutura econômica adotada na América Portuguesa era o “Plantation”, ou seja, a utilização de grandes propriedades agroexportadoras, com uso de mão de obra escravizada e monocultora.
III. A produção de cana-de-açúcar associada ao café foram os principais meios de obtenção de riqueza no período inicial da colonização.
IV. A descoberta de ouro na Brasil fez com que Portugal optasse por adotar o sistema de Capitanias Hereditárias, já que este fornecia melhor segurança para o litoral da colônia.
As afirmativas corretas são:
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O tectonismo é responsável por fenômenos como formação de cadeias montanhosas, deriva dos continentes, expansão do assoalho oceânico, erupções vulcânicas e terremotos. Observe a figura abaixo.

Disponível em: https://geografalando.blogspot.com/2012/11/relevo-terrestre-nocoes-gerais.html. Acesso em: 24/10/2019.
O movimento responsável pela formação da imagem acima está corretamente relacionado:
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Sejam f, g e h funções reias, sabendo que os gráficos das funções f e g são simétricos em relação ao gráfico da função h, se f(x) = !$ \dfrac{e^{-x}-e^x}{6} !$, g(x) é:

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Separei e mudei
A coleção do Eça é minha. Você me deu. Lembrei-me do Neruda, que você nunca leu. Separação é assim mesmo. A gente divide o passado, relembra os presentes e acha que o futuro vai ser uma festa. Deve ter sido a tal crise dos cinco anos. Já que a outra parte não saía, tomei eu a iniciativa. Mudei. Comprei o apartamento da frente, atravessei o corredor sem entrar no elevador da vida, arrastando minhas toalhas, meus cobertores, meus projetos, minhas cuecas. Nos anos 60, o sonho de todo jovem era se mandar. Woodstock era ali mesmo, bem mais perto que Trancoso. A gente queria distância dos pais. Para ficar sozinho e fazer coisas que perto deles não podia. Hoje a gente deixa tudo. Pra que ir embora se a namorada vem e dá um tapinha na nossa cara?
Mas a sabedoria da separação está em cometê-la antes que a situação se deteriore de vez. A gente sabe quando está na hora certa. Sabe quando você vai com ele no restaurante e parece que não tem mais nada para conversar? Sabe quando um fica no quarto e o outro na sala? Sabe quando aquele chinelo esquecido na sala é motivo pra cara feia? Sabe como é? Entro em obras. Além das do Eça, no apartamento novo. Ele pouco vai olhar as evoluções. Faz cara feia para o piso. Pergunta que cor é aquela, meu Deus. Sente que o pai está saindo de casa. Um dia isso tinha de acontecer. Os pais crescem e um dia têm que ir embora. Tentar a vida sozinhos. Dizem que é assim desde que o mundo é mundo. – O quê? A coleção completa do Caetano? Não vem, não. A mamãe que me deu. Até que ele foi compreensivo. Ajudou-me a carregar os quadros, a geladeira e a cama com o colchão novo. Colchão novo que, pasmem!, ele quem inaugurou meses atrás. Deixo ele sentado no chão vendo o Boris Casoy, já que os sofás eu levei. Tranco a porta do meu (dele) apartamento, atravesso o corredor. Entro no meu. Fecho a porta. Enfim sós. Eu comigo. Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço. Balanço a cabeça e a vida. Quando percebo, já voltei umas cinco vezes para o apartamento dele que, a essa altura, já está a bagunça que ele sempre sonhou. Tinha esquecido o chinelo. Tinha esquecido a pasta de dentes. Tinha esquecido um endereço. Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro. Numa das voltas, já está a Fefa com ele, rolando pelo velho colchão na sala que virou improvisado sofá. Peço licença, desculpas, pego o pequeno abajur para ler o meu Neruda. Volto para meu ninho. Estou estranho ali. Aquela sensação do que é que eu vou fazer agora? Uma sensação mais ou menos igual a quando cheguei em São Paulo e fui morar sozinho, aos 20 anos, lá perto do campo do Corinthians. Livre dos meus pais e preso ao futuro. Presente para mim mesmo. Estou ali, na cadeira de balanço, olhando pela janela. Vejo as torres da Paulista, penso no Natal, no ano-novo. E agora, o que é que eu vou fazer? Jingle Bell. Não tá legal aqui, sozinho. Chamo a Lucila que sempre me anestesia nessas horas. Ligo para os amigos, todos eles cuidando dos filhos pequenos. Eles não podem abandonar o Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara, o Joaquim. Não podem, por enquanto. Mas o dia deles vai chegar, eu sei. O Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara e o Joaquim também não vão sair de casa. Eles é que vão. E não vai demorar muito, não. Duas da manhã, volto para o apartamento velho. Ver se ele está dormindo, se está coberto. Estava acordado, lendo Eça, como se nada estivesse acontecendo. Como se fosse a coisa mais normal do mundo um pai, depois de crescidinho, sair de casa, ir tentar a vida-solo. – Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Época. Você fica com a Net e eu com a TVA. Você fica com a Uol e eu com o Terra. Você fica com o 486, eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E o cortador de unhas, aquele bom? São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele me deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan? Cuidado com a gastrite. Combino de ir ao jogo, logo mais, com ele. Você fica com o Corinthians, que eu fico com o meu mineiro Cruzeiro. – E, por falar em cruzeiro, você tem aí uns reais? É duro cara, cair na real, separar e mudar. Principalmente quando a gente ama, e como ama, a pessoa separada.
Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/separei-e-mudei/. Acesso em 15/10/19. Texto adaptado.
Considere o trecho: “Volto para meu ninho. Estou estranho ali. Aquela sensação do que é que eu vou fazer agora? Uma sensação mais ou menos igual a quando cheguei em São Paulo e fui morar sozinho, aos 20 anos, lá perto do campo do Corinthians. Livre dos meus pais e preso ao futuro. Presente para mim mesmo”. Os verbos grifados encontram-se conjugados, respectivamente, no:
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“Se numa conversa com homens medievais utilizássemos a expressão “Idade Média”, eles não teriam ideia do que estaríamos falando. Como todos os homens de todos os períodos históricos, eles viam-se na época contemporânea. De fato, falarmos em Idade Antiga ou Média representa uma rotulação a posteriori, uma satisfação da necessidade de se dar nome aos momentos passados. No caso do que chamamos de Idade Média, foi o século XVI que elaborou tal conceito. Ou melhor, tal preconceito, pois o termo expressava um desprezo indisfarçado em relação aos séculos localizados entre a Antiguidade Clássica e o próprio século XVI”
(Franco Júnior, Hilário, 1948- A Idade Média: nascimento do Ocidente. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo : Brasiliense, 2001.)
Por preconceito o autor refere-se ao fato de que:
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Os paralelos estão dispostos em linha reta e os meridianos são elípticos entre si. Esta projeção é equivalente, isto é, busca manter as superfícies em verdadeira grandeza, alterando a fisionomia das regiões representadas. As deformações são cada vez maiores na direção da periferia do mapa. Procura imitar o formato da Terra.
Disponível em:http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/download/isabel/cartografia_geog_isabel/Aula4/projecoes_cartogr1.pdf. Acesso
em: 30/10/2019.
A projeção cartográfica descrita acima pode ser representa pela alternativa:
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O dispositivo mostra do na figura abaixo permite medir a pressão do gás contido no botijão. Ao nível do mar, um barômetro de mercúrio indica 76 cm e, à medida que se aumenta a altitude em relação ao nível do mar, ocorre uma queda gradual de 1 cmHg da pressão atmosférica para cada 100 m de subida, aproximadamente. Sabendo que a experiência foi realizada em uma cidade localizada a 800 m de altitude, é possível concluir que a pressão do gás é igual a:

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