Foram encontradas 60 questões.
Analise a charge abaixo:

O período histórico a que a charge se refere é:
Provas
Leia atentamente os trechos das “95 teses de Martinho Lutero”:
• 21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
• 22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
• 27. Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
• 32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
• 76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.
Disponível em: https://www.luteranos.com.br/lutero/95_teses.html.Acesso em 04/10/2019.
Sobre a Reforma Protestante, analise as afirmações a seguir:
I. Martinho Lutero rompeu com a Igreja Católica por, entre outras coisas, não concordar com a venda de indulgências papais, utilizadas pela instituição também para a construção da Basílica de São Pedro.
II. Martinho Lutero e Calvino foram dois dos principais reformistas e, por não condenarem a usura, receberam amplo apoio da burguesia local.
III. Henrique VIII foi o reformista com maior motivação para a ruptura, já que a Igreja havia apoderado-se de grandes contingentes de terras na Inglaterra e, assim, impedia a expansão da produção agrícola local.
IV. Calvino era defensor da teoria da predestinação absoluta, ou seja, acreditava que o destino estava traçado antes do nascimento e os indícios de salvação eram a boa conduta, o progresso financeiro e o trabalho.
As alternativas corretas são:
Provas
Em um teste de frenagem realizado por uma revista automotiva especializada, um sedan médio vai de 108 km/h ao repouso, percorrendo uma distância de 45 m. Considerando a desaceleração constante durante a frenagem, o tempo decorrido desde o início do acionamento dos freios até o repouso foi de:
Provas
Observe o mapa abaixo:

Disponível em:https://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/ambiente-se/fotos-contam-historia-da-destruicao-daamazonia- do-desmatamento-as-queimadas/. Acesso em: 27/10/2019.
A legenda fica corretamente preenchida:
Provas
Separei e mudei
A coleção do Eça é minha. Você me deu. Lembrei-me do Neruda, que você nunca leu. Separação é assim mesmo. A gente divide o passado, relembra os presentes e acha que o futuro vai ser uma festa. Deve ter sido a tal crise dos cinco anos. Já que a outra parte não saía, tomei eu a iniciativa. Mudei. Comprei o apartamento da frente, atravessei o corredor sem entrar no elevador da vida, arrastando minhas toalhas, meus cobertores, meus projetos, minhas cuecas. Nos anos 60, o sonho de todo jovem era se mandar. Woodstock era ali mesmo, bem mais perto que Trancoso. A gente queria distância dos pais. Para ficar sozinho e fazer coisas que perto deles não podia. Hoje a gente deixa tudo. Pra que ir embora se a namorada vem e dá um tapinha na nossa cara?
Mas a sabedoria da separação está em cometê-la antes que a situação se deteriore de vez. A gente sabe quando está na hora certa. Sabe quando você vai com ele no restaurante e parece que não tem mais nada para conversar? Sabe quando um fica no quarto e o outro na sala? Sabe quando aquele chinelo esquecido na sala é motivo pra cara feia? Sabe como é? Entro em obras. Além das do Eça, no apartamento novo. Ele pouco vai olhar as evoluções. Faz cara feia para o piso. Pergunta que cor é aquela, meu Deus. Sente que o pai está saindo de casa. Um dia isso tinha de acontecer. Os pais crescem e um dia têm que ir embora. Tentar a vida sozinhos. Dizem que é assim desde que o mundo é mundo. – O quê? A coleção completa do Caetano? Não vem, não. A mamãe que me deu. Até que ele foi compreensivo. Ajudou-me a carregar os quadros, a geladeira e a cama com o colchão novo. Colchão novo que, pasmem!, ele quem inaugurou meses atrás. Deixo ele sentado no chão vendo o Boris Casoy, já que os sofás eu levei. Tranco a porta do meu (dele) apartamento, atravesso o corredor. Entro no meu. Fecho a porta. Enfim sós. Eu comigo. Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço. Balanço a cabeça e a vida. Quando percebo, já voltei umas cinco vezes para o apartamento dele que, a essa altura, já está a bagunça que ele sempre sonhou. Tinha esquecido o chinelo. Tinha esquecido a pasta de dentes. Tinha esquecido um endereço. Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro. Numa das voltas, já está a Fefa com ele, rolando pelo velho colchão na sala que virou improvisado sofá. Peço licença, desculpas, pego o pequeno abajur para ler o meu Neruda. Volto para meu ninho. Estou estranho ali. Aquela sensação do que é que eu vou fazer agora? Uma sensação mais ou menos igual a quando cheguei em São Paulo e fui morar sozinho, aos 20 anos, lá perto do campo do Corinthians. Livre dos meus pais e preso ao futuro. Presente para mim mesmo. Estou ali, na cadeira de balanço, olhando pela janela. Vejo as torres da Paulista, penso no Natal, no ano-novo. E agora, o que é que eu vou fazer? Jingle Bell. Não tá legal aqui, sozinho. Chamo a Lucila que sempre me anestesia nessas horas. Ligo para os amigos, todos eles cuidando dos filhos pequenos. Eles não podem abandonar o Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara, o Joaquim. Não podem, por enquanto. Mas o dia deles vai chegar, eu sei. O Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara e o Joaquim também não vão sair de casa. Eles é que vão. E não vai demorar muito, não. Duas da manhã, volto para o apartamento velho. Ver se ele está dormindo, se está coberto. Estava acordado, lendo Eça, como se nada estivesse acontecendo. Como se fosse a coisa mais normal do mundo um pai, depois de crescidinho, sair de casa, ir tentar a vida-solo. – Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Época. Você fica com a Net e eu com a TVA. Você fica com a Uol e eu com o Terra. Você fica com o 486, eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E o cortador de unhas, aquele bom? São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele me deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan? Cuidado com a gastrite. Combino de ir ao jogo, logo mais, com ele. Você fica com o Corinthians, que eu fico com o meu mineiro Cruzeiro. – E, por falar em cruzeiro, você tem aí uns reais? É duro cara, cair na real, separar e mudar. Principalmente quando a gente ama, e como ama, a pessoa separada.
Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/separei-e-mudei/. Acesso em 15/10/19. Texto adaptado.
Considere o seguinte trecho adaptado: “[...] já que os sofás eu levei”. Os termos destacados exercem a função sintática de:
Provas
O proprietário de uma loja resolveu enfeitá-la para o Natal, para isso resolveu colocar na sua fachada um cordão com 200 luzes coloridas. As cores das luzes seguiam a sequência: 1 verde, 1 amarela, 1 azul, 2 verdes, 2 amarelas, 2 azuis, 3 verdes, 3 amarelas, 3 azuis e assim por diante. A quantidade de luzes na cor verde utilizadas nesse cordão foi de:

Provas
Trying to Plant a Trillion Trees Won’t Solve Anything
Only a monster would say no to this pitch: The best way to beat climate change - the warming of Earth caused by gases like carbo dioxide emitted by human industry, leading to rising sea levels, worsening fires and storms, drought and disease – is simple. Plant a trillion trees. It’d be “one of the most effective carbon drawdowns to date,” said an article on the idea in the journal Science this past summer. And who doesn’t love trees, right?
Except the math turned out to be a little shady. Last month a bunch of climate scientists and ecologists piled onto that tree research in the same journal, calling out numerous errors in the first team’s calculations. At about the same time, a whole other bunch of ecologists started pushing back on the agriculture - tech startup Indigo for pitching a similar land-based carbon sequestration strategy, the “Terraton Initiative”, paying farmers to use new methods that could suck down a trillion metric tons (a teraton) of carbon. These goals are critical and the ideals are noble - who doesn’t want to stop climate change? Pretty much everyone except the US government agrees on that. It’s the numbers that are the problem. Take the trees thing. The scientists who proposed it made careful maps of where trees grow today, all over the planet. They had a census of how many were there, combined with satellite data, all used to estimate how many potential trees could grow - and how much carbon those trees would slurp out of the atmosphere, a nontrivial calculation. There’s room for 0.9 billion hectares of new trees, they said - 2.2 billion acres of tree cover, which draws down 205 metric gigatons of carbon, or 225 billion tons in US non-metric. That’s in line with the goal of keeping warming at or below 1.5 degrees, per the Intergovernmental Panel on Climate Change. World: saved! But then the bills started coming due. The team forgot that 55 percent of all historically emitted carbon got absorbed by the oceans, not the land, and so underestimated the total amount of carbon by about one half. They overestimated carbon uptake by trees, and suggested putting trees where they’ve never been, or where they’d actually make the planet hotter (by darkening planetary albedo over icy, more reflective terrain). They didn’t take into account that the ecosystems where they wanted to plant trees already sequestered carbon. And so on. “We’re not talking about small errors here. We’re talking about a huge difference in the total amount of carbon you could sequester,” says Carla Staver, an ecologist at Yale University.
(Adam Rogers, www.wired.com, 25/10/2019)
De acordo com o texto:
Provas
Sobre representação geométrica das raízes complexas do polinômio p(x) = x6 – 64. Temos as afirmações:
I. As raízes do polinômio formam um hexágono regular inscrito em uma circunferência de raio igual a 2 unidades de comprimento.
II. Os argumentos dos afixos das raízes do polinômio formam uma progressão aritmética de razão 60°.
III. A área do polígono formado é 6√3 unidades de área.
IV. Os módulos dos afixos das raízes do polinômio formam uma progressão geométrica de razão 2.
Onde:
Provas
Em um experimento, um grupo de estudantes utiliza um ebulidor elétrico para aquecer meio litro de água (calor específico 4,2 kJ/kgºC e densidade 1,0 g/cm³) inicialmente a 20ºC. Após 2 min e 6 segundos, os estudantes verificam que a temperatura da água se elevou a 80ºC. Considerando que o ebulidor tenha potência elétrica constante e que todo o calor fornecido por ele seja absorvido pela água, o tempo necessário para aquecer 250 ml de água de 20ºC até a temperatura de ebulição (100ºC) é de:
Provas
Separei e mudei
A coleção do Eça é minha. Você me deu. Lembrei-me do Neruda, que você nunca leu. Separação é assim mesmo. A gente divide o passado, relembra os presentes e acha que o futuro vai ser uma festa. Deve ter sido a tal crise dos cinco anos. Já que a outra parte não saía, tomei eu a iniciativa. Mudei. Comprei o apartamento da frente, atravessei o corredor sem entrar no elevador da vida, arrastando minhas toalhas, meus cobertores, meus projetos, minhas cuecas. Nos anos 60, o sonho de todo jovem era se mandar. Woodstock era ali mesmo, bem mais perto que Trancoso. A gente queria distância dos pais. Para ficar sozinho e fazer coisas que perto deles não podia. Hoje a gente deixa tudo. Pra que ir embora se a namorada vem e dá um tapinha na nossa cara?
Mas a sabedoria da separação está em cometê-la antes que a situação se deteriore de vez. A gente sabe quando está na hora certa. Sabe quando você vai com ele no restaurante e parece que não tem mais nada para conversar? Sabe quando um fica no quarto e o outro na sala? Sabe quando aquele chinelo esquecido na sala é motivo pra cara feia? Sabe como é? Entro em obras. Além das do Eça, no apartamento novo. Ele pouco vai olhar as evoluções. Faz cara feia para o piso. Pergunta que cor é aquela, meu Deus. Sente que o pai está saindo de casa. Um dia isso tinha de acontecer. Os pais crescem e um dia têm que ir embora. Tentar a vida sozinhos. Dizem que é assim desde que o mundo é mundo. – O quê? A coleção completa do Caetano? Não vem, não. A mamãe que me deu. Até que ele foi compreensivo. Ajudou-me a carregar os quadros, a geladeira e a cama com o colchão novo. Colchão novo que, pasmem!, ele quem inaugurou meses atrás. Deixo ele sentado no chão vendo o Boris Casoy, já que os sofás eu levei. Tranco a porta do meu (dele) apartamento, atravesso o corredor. Entro no meu. Fecho a porta. Enfim sós. Eu comigo. Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço. Balanço a cabeça e a vida. Quando percebo, já voltei umas cinco vezes para o apartamento dele que, a essa altura, já está a bagunça que ele sempre sonhou. Tinha esquecido o chinelo. Tinha esquecido a pasta de dentes. Tinha esquecido um endereço. Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro. Numa das voltas, já está a Fefa com ele, rolando pelo velho colchão na sala que virou improvisado sofá. Peço licença, desculpas, pego o pequeno abajur para ler o meu Neruda. Volto para meu ninho. Estou estranho ali. Aquela sensação do que é que eu vou fazer agora? Uma sensação mais ou menos igual a quando cheguei em São Paulo e fui morar sozinho, aos 20 anos, lá perto do campo do Corinthians. Livre dos meus pais e preso ao futuro. Presente para mim mesmo. Estou ali, na cadeira de balanço, olhando pela janela. Vejo as torres da Paulista, penso no Natal, no ano-novo. E agora, o que é que eu vou fazer? Jingle Bell. Não tá legal aqui, sozinho. Chamo a Lucila que sempre me anestesia nessas horas. Ligo para os amigos, todos eles cuidando dos filhos pequenos. Eles não podem abandonar o Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara, o Joaquim. Não podem, por enquanto. Mas o dia deles vai chegar, eu sei. O Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara e o Joaquim também não vão sair de casa. Eles é que vão. E não vai demorar muito, não. Duas da manhã, volto para o apartamento velho. Ver se ele está dormindo, se está coberto. Estava acordado, lendo Eça, como se nada estivesse acontecendo. Como se fosse a coisa mais normal do mundo um pai, depois de crescidinho, sair de casa, ir tentar a vida-solo. – Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Época. Você fica com a Net e eu com a TVA. Você fica com a Uol e eu com o Terra. Você fica com o 486, eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E o cortador de unhas, aquele bom? São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele me deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan? Cuidado com a gastrite. Combino de ir ao jogo, logo mais, com ele. Você fica com o Corinthians, que eu fico com o meu mineiro Cruzeiro. – E, por falar em cruzeiro, você tem aí uns reais? É duro cara, cair na real, separar e mudar. Principalmente quando a gente ama, e como ama, a pessoa separada.
Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/separei-e-mudei/. Acesso em 15/10/19. Texto adaptado.
Considere o trecho do texto: “Entro no meu. Fecho a porta. Enfim sós. Eu comigo. Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço. Balanço a cabeça e a vida. Quando percebo, já voltei umas cinco vezes para o apartamento dele que, a essa altura, já está a bagunça que ele sempre sonhou. Tinha esquecido o chinelo. Tinha esquecido a pasta de dentes. Tinha esquecido um endereço. Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro”. Julgue V, para verdadeiro; F, para falso e assinale a alternativa correta:
( ) No trecho: “Enfim livre”. O elemento grifado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por “finalmente”.
( ) No trecho: “Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço”. O pronome grifado encontra-se utilizado inadequadamente, pois deveria iniciar a frase (Me sento na cadeira).
( ) No trecho: “Balanço a cabeça e a vida”. “Balanço a vida” deve ser entendido no sentido denotativo.
( ) No trecho: “Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro. O termo grifado dá ideia de intensidade.
Provas
Caderno Container