Foram encontradas 593 questões.
“As diversas áreas e equipes de trabalho devem ter também
uma postura inclusiva ao desenvolver seus projetos e
atividades, dentro de suas especificidades, sendo que essa
postura permitirá uma maior flexibilidade de projetos
interdisciplinares e, como consequência, a otimização e
dinamização de ações, favorecendo tanto os profissionais
envolvidos como a instituição como um todo.”
TOJAL, A. F. Acessibilidade e inclusão de públicos especiais em museus. In: TOJAL, Amanda Fonseca et al. (Textos); CASSIMIRO, Regina (Design Gráfico). Caderno de acessibilidade: reflexões e experiências em museus e exposições. São Paulo: Expomus, 2010.
Assinale a alternativa que aponta um dos benefícios diretos da adoção de projetos interdisciplinares em museus.
TOJAL, A. F. Acessibilidade e inclusão de públicos especiais em museus. In: TOJAL, Amanda Fonseca et al. (Textos); CASSIMIRO, Regina (Design Gráfico). Caderno de acessibilidade: reflexões e experiências em museus e exposições. São Paulo: Expomus, 2010.
Assinale a alternativa que aponta um dos benefícios diretos da adoção de projetos interdisciplinares em museus.
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“Exemplo disso é o mau hábito de dotar as exposições de
recursos de acessibilidade que, isolados de um contexto mais
abrangente, pouco ou nada contribuem para o acesso e a
compreensão de públicos com deficiência, como etiquetas
em braille fixadas ao lado de obras de arte ou de vitrines
expositivas, sem que esses objetos possam ser alcançados e
reconhecidos por meio da exploração tátil.”
TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Política de acessibilidade
comunicacional em museus: para quê e para quem? Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 7, 2015.
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“Exemplo disso é o mau hábito de dotar as exposições de
recursos de acessibilidade que, isolados de um contexto mais
abrangente, pouco ou nada contribuem para o acesso e a
compreensão de públicos com deficiência, como etiquetas
em braille fixadas ao lado de obras de arte ou de vitrines
expositivas, sem que esses objetos possam ser alcançados e
reconhecidos por meio da exploração tátil.”
TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Política de acessibilidade
comunicacional em museus: para quê e para quem? Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 7, 2015.
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O que caracteriza uma exposição inclusiva em instituições
culturais de acordo com as abordagens contemporâneas?
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“Nenhuma formação docente verdadeira pode fazer-se
alheada, de um lado, do exercício da criticidade que implica
a promoção da curiosidade ingênua à curiosidade
epistemológica, e de outro, sem o reconhecimento do valor
das emoções, da sensibilidade, da afetividade, da intuição ou
adivinhação.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
“[...] entre outros atores que debatiam o lugar do museu no novo cenário mundial, sublinham-se as palavras do museólogo Hugues de Varine, que em sua obra O tempo social, de 1987, lembra o educador brasileiro Paulo Freire como referência para enfrentar o desafio da educação no museu [...]. Segundo Varine, a relação do visitante com o museu deve se dar de forma criativa pela ‘animação consciente’, fator que corresponde à ‘educação libertadora’, de Paulo Freire.”
VALENTE, Maria Esther Alvarez. Panorama da história da educação museal no Brasil: uma reflexão. Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, v. 52, p. 49–63, 2020.
Com base nos excertos, assinale a alternativa que apresenta a concepção de educação museal mais próxima da perspectiva freiriana.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
“[...] entre outros atores que debatiam o lugar do museu no novo cenário mundial, sublinham-se as palavras do museólogo Hugues de Varine, que em sua obra O tempo social, de 1987, lembra o educador brasileiro Paulo Freire como referência para enfrentar o desafio da educação no museu [...]. Segundo Varine, a relação do visitante com o museu deve se dar de forma criativa pela ‘animação consciente’, fator que corresponde à ‘educação libertadora’, de Paulo Freire.”
VALENTE, Maria Esther Alvarez. Panorama da história da educação museal no Brasil: uma reflexão. Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, v. 52, p. 49–63, 2020.
Com base nos excertos, assinale a alternativa que apresenta a concepção de educação museal mais próxima da perspectiva freiriana.
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“A arte, neste sentido para Dewey, não é algo para ser
armazenado ou um objeto remoto e esotérico, mas sim uma
ferramenta que usamos para enriquecer as vivências, é algo
que está envolto no processo básico da vida de qualquer
indivíduo.”
HAUBERT, Laura Elizia. Notas sobre uma filosofia da arte em John Dewey: a arte como modelo de experiências. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021.
Em sua leitura de Dewey, Laura Haubert propõe uma reconfiguração da arte na escola, pela qual passa a ser compreendida como
HAUBERT, Laura Elizia. Notas sobre uma filosofia da arte em John Dewey: a arte como modelo de experiências. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021.
Em sua leitura de Dewey, Laura Haubert propõe uma reconfiguração da arte na escola, pela qual passa a ser compreendida como
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A espasticidade é um dos fatores que mais interfere na
recuperação motora do paciente acometido por um acidente
vascular encefálico. De acordo com Rodrigues Jr (2012), as
alterações motoras características da espasticidade são
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A órtese é um importante recurso no tratamento de afecções
musculoesqueléticas. Conforme Luzo, Mello e Capanema
(2004), elas podem ser utilizadas para
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De acordo com a Política Nacional de Humanização, a
ambiência é o “tratamento dado ao espaço físico entendido
como espaço social, profissional e de relações interpessoais
que deve proporcionar atenção acolhedora, resolutiva e
humana” (Política Nacional de Humanização, 2017). Conforme
essa política, constitui um eixo da ambiência:
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A neonatologia é a área de atuação especializada na
assistência a recém-nascidos. Entre as ações propostas por
terapeutas ocupacionais que atuam em unidade neonatal,
está o posicionamento do bebê. De acordo com Correia, Maia
e Cavalcanti (2023), configura-se como objetivo do
posicionamento neonatal:
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