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Disciplina: Educação Artística
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
Diante desse cenário, assinale a alternativa que melhor representa a realidade histórica da formação da educação musical no Brasil:
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Disciplina: Educação Artística
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[...]
Nessa dança muito louca Eu não quero ninguém parado E jogue os braços para trás Balança seu pescoço No suingue da batida Como um morto muito louco Para para para pá pá pá pá
Trecho da letra da música Um morto muito louco. CHOCOLATE; JACK. Um morto muito louco. Intérprete: Jack e Chocolate. In: Vários. Funk Hits. Rio de Janeiro: Atração, 2005. CD. Faixa 8.
Observe a fotografia abaixo:
Bonde dos Muleks 100 Limits ensaiando coreografia, 2006. Fotografia do projeto Rio Baile Funk, do francês Vincent Rosenblatt.
A partir do exposto, analise os itens abaixo.
I- O funk brasileiro é um fenômeno cultural que surgiu nas comunidades dos morros do Rio de Janeiro (foi chamado inicialmente de funk carioca, por isso) e ganhou espaço em todo o Brasil, nos mais diferentes contextos. O funk nas favelas e comunidades cariocas foi influenciado pelo funk estadunidense que, graças a sua força contagiante, emergiu em meio à cena musical negra daquele país e espalhou-se para o mundo.
II- Na época em que não existiam as tecnologias de comunicação atuais, e a música tocada em rádios, festas e bailes dos EUA era trazida ao Brasil através de fitas K7 e discos de vinil, os moradores das favelas e comunidades carentes cariocas criavam localmente formas próprias de diversão (festas e bailes, por exemplo) utilizando os espaços possíveis (salões, ruas, quadras de esporte, por exemplo) para organizar eventos, cujo tema era a linguagem do punk (como na letra da música acima) que passaram a ter, através da Dança e da Música, a temática que ficou conhecida como primeiros bailes punks. A fotografia acima é um exemplo de coreografia realizada nessas comunidades.
III- A letra da música apresenta, entre outros aspectos, alguns elementos disseminados pelos DJs (abreviatura de Disk Jockeys) como, por exemplo, o aspecto violento e masculino que ocorria nos bailes, e mais tarde foi ainda mais evidente quando surgiu a figura dos MCs (abreviatura vinda do inglês – Master of Cerimonies – para mestre de cerimônias). No verso exemplificado no enunciado acima percebe-se, pela leitura, que palavras como “batida” e “morto” resultam em uma onomatopeia que sugere o som de tiros, ao seu final. Essas características sugerem essa busca dos bailes pela violência. Também há a utilização, de forma incorreta, do verbo “balançar” no tempo imperativo, já que deveria ser “balance”, na terceira pessoa do singular. Isso sugere, mais uma vez a violência impositiva da polícia, quando invade esses eventos no intuito de pôr fim a eles. Hoje, esses bailes são chamados de batidões do phunk brasileiro, e toda a violência própria inicial perdura até os dias atuais, fazendo com que as mulheres fiquem afastadas deles.
IV- Aliada aos movimentos que se tornaram característicos do funk, a brincadeira proposta pelos MCs transformou-se, nos bailes, em uma coreografia chamada de “Dança do morto muito louco”, que também foi inspirada no filme Um morto muito louco II, de 1993, dirigido por Charlie Chaplin. O falecido milionário personagem do filme, após ser enfeitiçado, levanta-se e caminha ao som de uma música. Os artistas dos bailes criaram a coreografia do Morto muito louco, que consiste em jogar os braços para trás e balançar o corpo durante o “Para para para pá pá pá pá”. Essa é uma das provas de que o cinema americano também influencia a dança e a música produzidas no Brasil.
V- Com o passar dos anos, as coreografias tornaram-se cada vez mais populares no cenário funk. Os chamados “passinhos” (dança introduzida com maior força pelas mulheres do funk, as funkeiras) conquistaram espaço nos bailes e também na internet. Um dos exemplos desse fenômeno é o chamado “passinho do Romano”, nome do passo de dança que ficou famoso na internet e faz referência ao bairro Jardim Romano, na Zona Leste de São Paulo, onde essa dança foi criada.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Em julho de 1977, o espetáculo de balé Kuarup, ou a Questão do Índio foi encenado com sucesso de público e crítica. A apresentação do Stagium, uma companhia fundada apenas seis anos antes, se deu em um cenário singular e adverso, não apenas por ter acontecido no sisudo Theatro Municipal de São Paulo, mas principalmente pelo momento político e social pelo qual passava o nosso país. Aditadura militar censurava manifestações artísticas que parecessem ir contra qualquer prática desse regime, mas a apresentação do Stagium ousou ao embalar movimentos de seus bailarinos com a denúncia da violência sobre os povos indígenas desde 1500. Além disso, foi apresentada uma concepção artística que colocou no palco a temática brasileira, com música e coreografia nacionais, já que, até então, os palcos eram, em sua maioria, dominados por criações e modelos estrangeiros. De forma emblemática, a estreia foi marcada pela leitura do “Manifesto Antropofágico”, escrito por Oswald de Andrade.
Em 1989, Ruy Guerra dirigiu o filme do gênero drama Kuarup, baseado na citada obra de Antônio Callado. A produção, que contou com um elenco formado por nomes como Taumaturgo Ferreira, Fernanda Torres, Cláudia Raia, Maitê Proença e Lucélia Santos, foi indicada à Palma de Ouro do Festival de Cannes. Atrilha sonora do filme foi composta por Egberto Gismonti e lançada no mesmo ano do filme.
Observe as imagens a seguir:
Diante do exposto, analise as assertivas abaixo.
I- Ao realizar Kuarup, em 1989, Ruy Guerra fez uma releitura paródica de Quarup, de Antônio Callado, pois, ao se utilizar o formato de uma obra de arte anterior (aqui a Literatura) para um novo tipo (o Cinema), nunca se pode conservar as características da forma de Arte anterior mesmo que se conserve a essência dela.
II- O processo de transformação do texto de um livro para um roteiro de Cinema se chama adaptação. Porém não se pode afirmar que, ao se utilizar o texto para transformá-lo em um espetáculo de Dança, como é o caso de “Kuarup, ou a Questão do Índio”, Marika Gidali e Décio Otero realizaram uma adaptação. Isso ocorre pelo fato de que para se adaptar uma obra, antes precisa ser feita uma releitura dela. Dessa forma, apenas a obra de Egberto Gismonti pode ser considerada, de fato, uma adaptação do livro de Antônio Callado.
III- Ao evocar, na sua abertura, o “Manifesto Antropofágico”, a apresentação de balé “Kuarup, ou a Questão do Índio” ampliou a ideia de defesa de uma arte tipicamente brasileira, pois o movimento antropofágico tinha como principal finalidade estruturar uma cultura de caráter nacional e, da mesma forma, os elementos artísticos nacionais utilizados (música e coreografia brasileiras) e a denúncia da violência contra o indígena corroboram essa ideia do movimento. O engajamento político, nesse caso, é uma das provas de que a Dança, assim como ocorre com outras formas de Arte, também pode ter função social.
IV- Ao escrever o poema “Erro de português”, conforme versos abaixo, Oswald de Andrade (1890-1954) demonstra acreditar que o Brasil, desde o início da sua história pós 1500, deixou de aprender tudo o que podia com os povos originários de nossa terra. Essa ideia se coaduna com os princípios do movimento antropofágico. “Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português”
V- Observa-se claramente que as imagens III e IV foram influenciadas pela imagem I, pois os elementos geométricos contidos na capa do livro de Antônio Callado indicam que o estilo minimalista da obra também é explorado no conteúdo do filme e do vinil. Essa estética também é observada pelo teor das obras em questão, uma vez que todas elas são modernistas, assim como defendia o movimento antropofágico. O figurino das personagens do balé, na imagem II, também apresenta carga conceitual semelhante, pois os adornos são simples e o povo brasileiro se faz representado de forma contundente.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Observe as imagens abaixo e avalie os itens que se seguem.

Políptico de Santo Antônio, entre 1467 e 1469, de Piero Della Francesca.
Fonte: Internet.

Retábulo Portinari, aproximadamente 1475, de Hugo van der Goes.
Fonte: Internet.

Detalhe do Retábulo Portinari, aproximadamente 1475, de Hugo van der Goes.
Fonte: Internet.

Díptico de Asclépio e Hígia, aproximadamente 400 d.C.
Fonte: Internet.

Retábulo de Gante, 1430-1432, de Jan van Eyck.
Fonte: Internet.

Retábulo de Gante (fechado), 1430-1432, de Jan van Eyck.
Fonte: Internet.
I- A Imagem 1, do retábulo do Convento de Santo Antônio, é chamada de “políptico”, por ser um conjunto de vários painéis. Essa imagem é um exemplo da renascença italiana, que, apesar de ser marcada por obras de visão mais humanista, não significava uma rejeição ao conhecimento teológico.
II- Artistas flamengos, como Hugo van der Goes, costumavam usar detalhes arquitetônicos em cenas da natividade para simbolizar a nova ordem religiosa. A Imagem 2 é um exemplo disso. O detalhe apresentado na Imagem 3 apresenta pilastras em estilo gótico, demonstrando que a cena da natividade está situada em uma construção nova (atual para a época da obra).
III- O Retábulo de Portinari, Imagem 2, é tríptico, pois é um conjunto de três obras separadas por dobradiças que, juntas, formam um tema completo. Aobra é uma grande homenagem ao famoso pintor brasileiro.
IV- Dípticos, como O Díptico de Asclépio e Hígia, Imagem 4, são quaisquer objetos que tenham duas placas planas ligadas entre si através de uma dobradiça. A obra da Imagem 4 é um exemplo da Arte bizantina. Dividida em duas partes, para homenagear as divindades gregas da saúde e medicina, a obra é também um exemplo do que se produziu no Renascimento.
V- Jan van Eyck foi um artista do movimento gótico flamengo. A imagem 5, de sua autoria, é um políptico, pois é formada por um conjunto de várias imagens que, juntas, completam uma unidade. Quando o retábulo está fechado, porém, deixa de ser um políptico, pois as imagens que compõem esse novo conjunto não formam mais uma unidade. Estudiosos defendem que Jan van Eyck foi fortemente influenciado pela obra de outro grande realizador de trípticos, Hieronymus Bosch, pois suas obras sempre apresentavam como tema o grotesco e o enaltecimento dos prazeres mundanos em detrimento da religiosidade.
É CORRETO o que se afirma em
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Observe alguns desses critérios abaixo:
I- Estabelecer relações com o trabalho de arte produzido por si, por seu grupo e por outros sem discriminação estética, artística, étnica e de gênero.
II- Saber mover-se com consciência, desenvoltura, qualidade e clareza dentro de suas possibilidades de movimento e das escolhas que faz.
III- Criar e interpretar com autonomia, utilizando diferentes meios e materiais sonoros.
IV- Saber improvisar e atuar nas situações de jogos, explorando as capacidades do corpo e da voz.
Os itens I, II, III e IV pertencem, respectivamente, ao conjunto de critérios de avaliação das seguintes formas artísticas:
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Segundo os PCNs – ARTE, esse descompasso:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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