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Leia o caso clínico extraído de Tesser C.D. et al. (2015).
Adelir, 29 anos, G3P2C2A0, casada, em abril de 2014 estava no final da gestação e desejava parto normal. Fez o pré-natal no centro de saúde, mas abandonou o seguimento com 39 semanas por medo de ser induzida a uma cesariana. Com 41 semanas de gestação, foi ao hospital para uma avaliação de vitalidade fetal e iniciando o trabalho de parto. Foi realizado um ultrassom, que mostrou perfeitas condições de vitalidade fetal e feto pélvico. A médica no hospital indicou cesariana, por duas cirurgias anteriores e feto pélvico. Adelir recusou, assinou termo de responsabilidade e voltou para casa, para aguardar o avanço de seu trabalho de parto. Foi surpreendida às 01:30h por policiais que a obrigaram a ir ao hospital realizar a cesariana, enviados por um juiz, acionado por um promotor, requisitado pelo hospital onde havia sido atendida. No hospital, o marido é impedido de acompanhar a cesariana. Não houve intercorrências e o bebê nasceu com boa vitalidade.
Fonte: TESSER, C.D.; KNOBEL, R.; ANDREZZO, H.F.A., DINIZ, S.D. Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que é e o que fazer. Rev Bras Med Fam Comunidade,v. 10, n. 35,p. 1-12, 2015.
Com base nas boas práticas de assistência obstétrica, sobre o caso em análise, é CORRETO afirmar que:.
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Durante a discussão de casos clínicos em uma maternidade de referência para gestação de alto risco, a equipe multiprofissional discute sobre a problemática da prematuridade. Ao final, a preceptora elenca cinco condições, abaixo descritas, e solicita que os residentes reconheçam o que se configura como fator de risco independente para parto prematuro espontâneo. Analise as condições descritas:
I- Comprimento cervical <25 mm no segundo trimestre.
II- Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade diagnosticada após 34 semanas.
III- Diabetes Mellitus e ganho ponderal materno excessivo no terceiro trimestre.
IV- Hipotireoidismo subclínico tratado durante o pré-natal.
V- Gestação única em mulher multípara.
É CORRETO o que se afirma em:
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Situação hipotética: G.S., 29 anos, G2P0A1, Rh negativo e não sensibilizada, com gestação de 9 semanas, datada por ultrassonografia precoce, procura atendimento obstétrico referindo cessação dos sintomas gravídicos. Antecedentes pessoais incluem etilismo e tabagismo ativos, não interrompidos após o diagnóstico da gestação. Encontra-se em acompanhamento em CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial - Álcool e outras Drogas). Nega dor abdominal, sangramento vaginal ou perda de líquido. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, afebril e hemodinamicamente estável. Ao exame ginecológico, observa-se útero de tamanho inferior ao esperado para a idade gestacional e colo uterino com orifício interno fechado. A ultrassonografia transvaginal evidencia embrião único intrauterino, com comprimento cabeça-nádega de 16 mm, sem atividade cardíaca. Diante do quadro, foi instituído tratamento clínico com misoprostol, evoluindo com eliminação de conteúdo uterino após 48 horas, sem intercorrências imediatas. Não foi realizado exame anatomopatológico do produto do abortamento e foi orientado seguimento clínico com dosagem de hCG. A paciente demonstra interesse em realizar inserção de dispositivo intrauterino para evitar nova gestação.
Sobre o caso em questão, é CORRETO afirmar que:
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Situação hipotética: C.M.S., 34 anos, gestante de 30 semanas, G3P1A1, comparece ao serviço obstétrico relatando perda de líquido pelos genitais há cerca de 12 horas, em quantidade variável, porém frequentemente contínua, sem odor fétido. Apresenta hipertensão arterial crônica, em uso regular de anti-hipertensivo, histórico de infecções do trato urinário recorrentes na gestação atual, hipotireoidismo e é tabagista ativa. Encontra-se afebril, em bom estado geral, com pressão arterial de 135/85 mmHg. O abdome é gravídico, indolor, sem atividade uterina palpável. A ausculta fetal revela batimentos cardíacos regulares (145 bpm). À palpação obstétrica, observa-se redução da sensação de líquido amniótico. Ao exame ginecológico com espéculo, observa-se líquido claro em fundo de saco vaginal, com exteriorização pelo orifício externo do colo uterino, evidenciada após manobra de Valsalva. O colo uterino encontra-se fechado, posterior, sem sinais de trabalho de parto. A análise do conteúdo cervicovaginal evidenciou cristalização do muco cervical em padrão de “folha de samambaia”, e a mensuração do pH vaginal revelou valor de 7,0. Foi solicitado ultrassonografia obstétrica com Doppler e perfil biofísico fetal, e orientado conduta expectante.
Considerando o reconhecimento da situação obstétrica do caso clínico proposto, é CORRETO afirmar que:
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Diante do quadro clínico, dos achados objetivos maternos e do histórico clínico-obstétrico apresentado, é CORRETO afirmar que:
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Situação hipotética: A.J.F., 43 anos, obesa e diabética, após parto vaginal, evoluiu com hemorragia secundária à atonia uterina, refratária às medidas clínicas e conservadoras. Diante da gravidade do quadro, foi submetida a histerectomia supracervical, sem ooforectomia, por via laparotômica.
Considerando o caso apresentado, quanto às orientações e aos cuidados ginecológicos no seguimento de A.J.F., é CORRETO afirmar que:
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