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Uma comunicação eficiente e crítica entre os tripulantes de cabine de uma aeronave decorre de influências externas e internas nas comunicações interpessoais. Os fatores externos englobam barreiras na comunicação, tais como a posição hierárquica, a idade, o sexo e a cultura organizacional, entre outros temas. Entre os fatores internos, pode-se destacar as habilidades para a escuta ativa e a tomada de decisão, bem como para a resolução de conflitos, a assertividade e a defesa da própria opinião. Em relação às técnicas de comunicação eficiente, correlacione as colunas abaixo e ao final assinale a opção que contenha a sequência correta para a Coluna II.
| Coluna I | Coluna II |
| (1) Técnica de questionamento adequado, com posicionamento firme e preciso em prol da segurança do voo, mesmo que este envolva opiniões técnicas conflitantes. | ( ) Briefing |
| (2) Técnica de abordagem de temas operacionais e interpessoais, visando enfatizar procedimentos, antecipar contingências e estabelecer comunicações abertas e multilaterais. | ( ) Questionamento / assertividade |
| (3) Técnica de resolução de opinião em relação a diversos aspectos operativos, mantendo uma comunicação aberta, efetiva e eficaz. | ( ) Crítica / debriefing |
| (4) Técnica de feedback de decisões e ações com foco no processo e nas pessoas. Reforça procedimentos operacionais apropriados e inapropriados, como forma de aprimorar a segurança das operações futuras. | ( ) Resolução de conflito |
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Os principais objetivos de uma lista de verificação (checklist) são promover uma estrutura sequencial de trabalho dentro da cabine, permitir a supervisão mútua dos tripulantes, estabelecer uma divisão de tarefas lógica e otimizada, integrar os tripulantes em um time unificado, conhecedor da configuração atual da aeronave, e prover uma ferramenta de controle de qualidade para os tripulantes. Em relação às listas de verificação (checklists), avalie os itens a seguir e escolha a opção correta.
I. Listas de verificação do tipo do-verify, do-response ou do-list são aquelas em que o método de execução das tarefas se assemelha a um livro de receitas, apresentando instruções passo a passo para que o piloto configure a aeronave. Este é o método mais atual e mais comum utilizado na aviação regular.
II. Listas de verificação do tipo challenge-do-verify, challenge-verification-response ou challenge-response são aquelas em que primeiramente os tripulantes configuram a aeronave de acordo com a memória, e após terminar a sequência de ações usam o checklist para verificar que todos os itens presentes na lista foram corretamente executados. Este tipo de lista elimina a redundância.
III. É recomendável que o operador estabeleça um ou mais procedimentos aceitáveis a serem utilizados no caso da interrupção de execução de um checklist, como, por exemplo, retomar a execução do início ou manter as mãos sobre o último sistema que foi verificado.
IV. Estudos recentes indicam que o desempenho dos tripulantes degrada-se enormemente na execução de mais de uma tarefa de cada vez. Portanto, os procedimentos apresentados devem ser preferencialmente sequenciais, com uma nova ação iniciando-se apenas após o término da ação que a precede.
Estão corretos os itens
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Na administração do estresse e da distração, observa-se que diversos estressores contribuem para que o estresse ultrapasse uma quantidade ótima necessária ao funcionamento individual eficiente e ao desempenho de uma tarefa como a pilotagem de aeronaves. Em relação às fontes de estresse, correlacione as colunas abaixo e ao final assinale a opção que contenha a sequência correta para a Coluna II.
| Coluna I – Fontes de estresse | Coluna II – Fontes de estresse |
| (1) Condições meteorológicas inesperadas | ( ) Vida |
| (2) Carga de trabalho e autonomia | ( ) Reativa |
| (3) Condições do ambiente da cabine | ( ) Organizacional |
| (4) Qualidade do sono e fadiga | ( ) Ambiental |
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Para o dimensionamento do terminal de passageiros de um aeroporto, usualmente são utilizados modelos empíricos, baseados no conceito de "hora-pico". Este conceito permite que o terminal não seja superdimensionado para o maior movimento instantâneo previsto, mas seja projetado para um valor representativo do fluxo. A tabela abaixo apresenta quantidades típicas de passageiros na "hora-pico" (medidas com base no percentual do volume de passageiros processados em um dia médio), adaptada de dados da ANAC, por faixa de demanda anual de passageiros processados nos aeroportos brasileiros.
| Faixa de Demanda Anual | PAX Dia-Médio | PAX Hora-Pico (% Dia-Médio) |
| < 100 mil | <274 | 40% |
| 100 até 399,9 mil | 274 até 1.096 | 12% |
| 400 até 999,9 mil | 1.096 até 2.740 | 8% |
| 1 M até 2,99 M | 2.740 até 8.219 | 7% |
| 3 M até 7,99 M | 8.219 até 21.918 | 6% |
| >8M | >21.918 | 5% |
Com base na análise dos dados da tabela, avalie os itens a seguir e escolha a opção correta.
I. Os pequenos aeroportos (<100 mil PAX/ano) devem ser projetados para menos de 2% dos passageiros na "hora-pico" dos grandes aeroportos (>8M PAX/ano).
II. Os grandes aeroportos (>8M PAX/ano) processam, tipicamente, mais de 1.000 passageiros na "hora-pico".
III. Os aeroportos médios (de 400 mil a 2,99M PAX/ano) apresentam uma ampla quantidade típica entre 90 e 570 passageiros processados na "hora-pico", mas devem ser sempre dimensionados para o maior valor.
IV. Os menores aeroportos, com demanda inferior a 400 mil passageiros/ano, tipicamente, processam menos de 140 passageiros na "hora-pico".
Estão corretos apenas os itens
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