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O diagrama de olho é uma técnica tradicional para avaliar de maneira rápida e intuitiva o desempenho de um sinal digital em um canal com ruído. A interpretação das características de um diagrama de olho é feita por meio de testes de máscaras que dependem do protocolo de comunicação. Sobre este tema, analise as assertivas a seguir:
I. A altura da máscara é dimensionada em proporção aos níveis lógicos "0" e "1" do sinal digital.
II. As inclinações das bordas laterais estão relacionadas com o parâmetro de jitter associado ao sinal.
III. A largura da máscara é dependente da taxa de bits por segundo, sendo mais larga para taxas maiores.
Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que
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Em um sinal analógico modulado em ângulo, o ruído no canal atua como uma interferência. Considerando um ruído branco, essa interferência difere se a modulação é feita em frequência (FM) ou em fase (PM). Com a finalidade de melhorar o desempenho do canal em relação ao ruído nos sinais modulados em frequência pode ser utilizado um esquema de pré-ênfase na transmissão associado a um esquema de de-ênfase na recepção.
Sobre este tema, analise as assertivas a seguir:
I. Nas frequências mais baixas do sinal modulante, a modulação em fase (PM) é menos sujeita a interferência que a modulação FM, porém nas frequências mais altas ocorre o oposto.
II. No processo de pré-ênfase aplicado na transmissão, as componentes de frequência mais altas do sinal são amplificadas antes do estágio de modulação em FM.
III. Na recepção, o sinal na saída do estágio demodulador é aplicado a um filtro de de-ênfase, que tem a finalidade de restaurar o sinal original.
Está correto apenas o que se afirma em
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Uma rede de comunicação de sinais digitais construída com a finalidade de enviar informações de um ponto a outro precisa codificar os sinais para a transmissão de acordo com o meio de comunicação a ser utilizado. Na comunicação por cabos condutores, a codificação de linha é a maneira de diminuir a atenuação do sinal e de facilitar a recuperação do sinal de relógio no receptor. As técnicas de codificação de linha definem se o sinal é unipolar ou polar (tensões positivas e negativas) e se retorna a zero no meio do bit ou não.
A técnica de codificação de linha que é polar na qual o bit "0" é representado por uma tensão de 0 volts e o bit "1" é representado por tensões positivas e negativas alternadas é denominada
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Uma nave espacial está a uma distância de 30 milhões de quilômetros da superfície da terra (30 x 109 m) e precisa enviar uma imagem capturada por ela que está em um arquivo cujo tamanho é de 4 Mbytes (4x106 bytes). Considere que 1 byte contém 8 bits.
O equipamento de comunicação pode transmitir a uma taxa de 256 kbps e não inclui bits extras nas mensagens. A velocidade de propagação da onda no meio entre a nave e a terra é de 3x108 m/s.
O tempo em segundos que se passa entre o início do envio da informação e seu completo recebimento na terra será de
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A figura abaixo mostra a forma de onda obtida em um osciloscópio de uma portadora senoidal modulada por um sinal senoidal puro, no processo AM-DSB.

Com base na figura, a amplitude da portadora (Vpico) utilizada no processo de modulação e a largura de banda ocupada por esse sinal ao redor da portadora são, respectivamente:
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O guia de onda retangular é um tubo de material considerado bom condutor que geralmente utiliza o ar seco como material dielétrico em seu interior. As dimensões internas denominadas de "a" (lado maior) e "b" (lado menor) vão definir as características de propagação de uma onda eletromagnética em seu interior.
Fazendo a análise de propagação da onda no guia de onda retangular, tem-se que o modo de propagação dominante é o TE10 (transversal elétrico, tipo 10). Quando temos a dimensão "b" menor ou igual a metade da dimensão "a" (ou seja, b ≤ a/2) podemos garantir que somente o modo TE10 poderá propagar se a frequência do sinal estiver entre as frequências de corte do modo TE10 (FC10) e do modo TE20 (FC20).
Nessas condições, avaliando a constante de atenuação no guia de onda, pode-se afirmar que:
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Numa rede óptica passiva (PON) é preciso utilizar acopladores ópticos. Os acopladores em estrela têm a função de combinar as potências dos sinais ópticos de "N" portas de entrada e dividi-las igualmente (em geral) entre "M" portas de saída.
Uma alternativa para construir acopladores em estrela com "N" entradas e "N" saídas é utilizar vários acopladores 2x2 (2 entradas e 2 saídas) com 3 dB de fator de acoplamento (sem considerar as perdas). Na configuração NxN uma fração de 1/N da potência lançada a partir de cada uma das "N" portas de entrada aparece em todas as "N" portas de saída.
Face ao exposto, marque a opção que apresenta a quantidade de acopladores 2x2 que serão necessários para construir um acoplador em estrela de 16x16 (16 entradas e 16 saídas).
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Um OTDR (refletômetro óptico no domínio do tempo) é um instrumento versátil e portátil amplamente utilizado para avaliar as características de um enlace por fibras ópticas.
Para localizar um evento de quebra de uma fibra óptica o OTDR envia um pulso luminoso que, ao encontrar o ponto de quebra, sofre uma reflexão devido à mudança brusca do meio de propagação da luz. Esse pulso retorna ao OTDR que avalia a distância do evento pelo tempo de atraso desse pulso, entre o instante de emissão e o instante de recebimento.
Considere uma fibra óptica cujo núcleo possui um índice de refração igual a 1,480. Se o OTDR indica que existe um evento de quebra na fibra a uma distância de 15 km, o tempo total de percurso do pulso luminoso terá sido de
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As conexões em fibras ópticas incluem as emendas por fusão. As emendas por fusão são feitas por processo térmico nas extremidades das fibras a serem conectadas.
Primeiramente as fibras são preparadas por processo de limpeza e clivagem, depois elas são colocadas na máquina de fusão manualmente e pré-alinhadas em um suporte em "V". A máquina de fusão acerta o alinhamento e a proximidade das fibras e faz a fusão. Essa técnica pode produzir perdas por emendas muito baixas, tanto para fibras monomodo quanto para as fibras multimodo.
A máquina de fusão faz a emenda por um processo térmico produzido por um
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Houve uma evolução de uma variedade de conectores para fibra óptica em várias aplicações. Alguns dos principais requisitos de um bom conector são: baixas perdas de acoplamento, facilidade de conexão, permutabilidade entre fabricantes, baixo custo e construção confiável.
O que principalmente diferencia os tipos de conectores é seu mecanismo de fixação, como aqueles com baioneta, rosca, engate rápido ou push-pull, etc. Para diferenciar os seus tipos de engate, os conectores são designados por siglas, como FC, SC ou ST.
A partir do exposto, relacione a sigla com a respectiva descrição do conector.
| Sigla | Descrição |
|---|---|
| (1) ST | ( ) Conector redondo com fixação por rosca. |
| (2) FC | ( ) Conector quadrado com conexão por engate rápido tipo push-pull. |
| (3) SC | ( ) Fixação da conexão do tipo baioneta de torção (semelhante ao conector coaxial BNC). |
A sequência correta dessa associação é:
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