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Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Para o filósofo , a beleza não é uma qualidade das coisas em si, mas um sentimento na mente de quem as contempla. Uma vez que os julgamentos de beleza não se referem a nenhum objeto fora do sujeito, somente ao sentimento de prazer trazido à tona pela percepção do objeto, eles só se referem a si mesmos.
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Uma doutrina que teve impacto importante na conformação das filosofias existencialistas foi a fenomenologia. Sobre o tema, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Husserl renovou a reflexão sobre o conhecimento, especialmente sobre a relação entre o sujeito e o objeto. Para esse filósofo, era preciso purificar essa relação para recuperar, em um extremo, a realidade das coisas e, no outro extremo, “descoisificar” a consciência.
II. A consciência não é, para Husserl, uma realidade essencial ou substancial, mas apenas um movimento – um movimento que se realiza na direção das coisas, dos objetos, pois toda consciência é sempre uma consciência de algo.
III. Husserl trouxe também outra novidade, pois observou que, nesse movimento, a consciência manifesta sempre uma intencionalidade, ou seja, um modo específico de visar as coisas. Em outras palavras, as coisas são sempre abordadas em função de alguma intenção do sujeito.
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Na maior parte dos sistemas de moral, felicidade é um conceito de grande importância. Considerando o tema, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Uma longa série de filósofos da moral, cuja ascendência remonta a Platão e Aristóteles, abordaram a felicidade como o bem supremo.
II. Ao contestar a primazia da felicidade, Kant o fez de forma inusual. Em sua Fundamentação, proclamou que o dever, e não a felicidade, era o supremo tema ético.
III. Bentham identifica a felicidade ao prazer, situando este como a verdadeira origem da ação. Para ele, maximizar a felicidade é o mesmo que maximizar o prazer.
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O mito conta uma história sagrada; quer dizer, um acontecimento primordial que teve lugar no começo do tempo, ab initio (desde o início). Mas contar uma história sagrada equivale a revelar um mistério, porque as personagens do mito não são seres humanos: são deuses ou heróis civilizadores; e, por esta razão, a sua gesta (ação memorável) constitui mistérios: o homem não poderia conhecê-los se lhos não revelassem. O mito é, pois, a história do que se passou in illo tempore (naquele tempo), a narração daquilo que os deuses ou os seres divinos fizeram no começo do tempo. “Dizer” um mito é proclamar o que se passou ab origine (desde a origem). Uma vez “dito”, quer dizer, revelado, o mito torna-se verdade apodítica: funda a verdade absoluta. “É assim, porque foi dito que é assim”, declaram os Eskimonetsilik (tribo de esquimós), a fim de justificarem a validade da sua história sagrada e de suas tradições religiosas.
(ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano: a essência das religiões. Lisboa: Livros do Brasil, s.d. p. 107-8.)
Durante um longo período da história grega, a mitologia constituiu a fonte exclusiva das explicações para a existência do homem e para a organização do mundo. A transição gradativa do domínio do “mito” pelo “logos” foi crucial no desenvolvimento do pensamento, especificamente para o surgimento da filosofia. Considerando “mito” e “logos”, na Grécia antiga, assinale a afirmativa correta.
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Sobre o conceito de vontade geral proposto por Rousseau, é correto afirmar que
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Sobre o Falsificacionismo, de Popper, é correto afirmar que
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A reprodutibilidade técnica da obra de arte modifica a relação das massas para com a arte. [...] O comportamento progressista se caracteriza pelo fato de que o prazer em ver e vivenciar entra em ligação imediata e interna com a postura do especialista. Tal ligação é um indício social importante. Pois quanto mais o significado social de uma arte diminui, tanto mais se separam, no público, a postura crítica da fruidora – o que se comprova claramente na pintura. O convencional é fruído acriticamente, e o verdadeiramente novo é criticado com aversão. Porém, isso não ocorre no cinema. O elemento determinante para esse fato é que em nenhum lugar mais do que no cinema as reações do indivíduo – cuja suma constitui a reação em massa do público – se mostram como condicionadas desde o começo pela sua massificação iminente. (BENJAMIN, 2012, p. 309)
BENJAMIM, W. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. In: DUARTE, R. (Org.).
O belo autônomo: textos clássicos de estética. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
De acordo com o texto, é correto afirmar que a reprodutibilidade técnica
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A Moral pode assumir dois polos contraditórios: o caráter social e o individual. A partir dessa afirmação, julgue o item a seguir.
O individualismo leva ao amoralismo.
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Da antiguidade até o início da modernidade, a ética sempre esteve associada à capacidade de conhecimento do homem. Acerca desse tema, julgue o item seguinte.
Para Aristóteles, o homem atinge a vida contemplativa ao buscar a felicidade.
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Para Friedrich Nietzsche, é a pluralidade da diferença o que nos torna humanos, demasiadamente humanos. De acordo com as ideias desse autor acerca da crítica e genealogia da moral, julgue o item que se segue.
Os conceitos de bom e mal surgem dos conceitos de puro e impuro, que serviam para separar as castas entre superiores e inferiores.
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