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Foram encontradas 6.733 questões.

2191128 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: FCC
Orgão: SEE-MG
O mito de Prometeu é uma das imagens mais ricas já inventadas para diferenciar o homem dos demais seres vivos.
Nesse mito, o
 

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2191127 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: FCC
Orgão: SEE-MG
Nas reflexões filosóficas sobre a relação milenar entre natureza e cultura desenvolvidas desde a antiguidade até a modernidade,
 

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1751597 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Os sofistas tiveram as suas marcas pelo individualismo, relativismo e subjetivismo em suas concepções e ações, considerando principalmente que a verdade não existe fora do sujeito.
Nesse aspecto o sofista Protágoras afirma que
 

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1733536 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia o texto sobre a tragédia de Realengo.
É possível que a vida escolar de Wellington, o assassino de Realengo, tenha sido um suplício. Mas a simples vingança pelo bullying sofrido não basta para explicar seu ato. Eis um modelo um pouco mais plausível.
A matança, neste caso, é uma maneira de suprimir os objetos de desejo, cuja existência ameaça o ideal de pureza do jovem. Para transformar os fracassos amorosos em glória, o fanatismo religioso é o cúmplice perfeito. Você acha que seu desejo volta e insiste? Nada disso, é o demônio que continua trabalhando para sujar sua pureza.
Graças ao fanatismo, em vez de sofrer com a frustração de meus desejos, oponho-me a eles como se fossem tentações externas. As meninas me dão um certo frio na barriga? Nenhum problema, preciso apenas evitar sua sedução – quem sabe, silenciá-las.
Fanático (e sempre perigoso) é aquele que, para reprimir suas dúvidas e seus próprios desejos impuros, sai caçando os impuros e os infiéis mundo afora.
Há uma lição na história de Realengo – e não é sobre prevenção psiquiátrica nem sobre segurança nas escolas. É uma lição sobre os riscos do aparente consolo que é oferecido pelo fanatismo moral ou religioso. Dito brutalmente, na carta sinistra de Wellington, eu leio isto: minha fé me autorizou a matar meninas (e a me matar) para evitar a frustrante infâmia de pensamentos e atos impuros.
(Contardo Calligaris. Folha de S.Paulo, 14.04.2011. Adaptado.)
De acordo com o autor,
 

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1723480 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Em sua conferência “O direito à Filosofia do ponto de vista cosmopolita”, proferida em 1991, Derrida defende que o direito à Filosofia
 

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1705278 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Karl Popper considera que o valor de uma teoria não se mede por sua verdade e sim deve ser medido pela possibilidade da teoria ser falseada.
Isso quer dizer que para Popper
 

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1681891 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Para Santo Agostinho a alma foi criada à imagem de Deus, daí o autoconhecimento significa conhecer Deus. Diz ele, “Entrei e, com aquela vista da minha alma, vi, acima dos meus olhos interiores e acima do meu espírito, a luz imutável... Quem conhece a verdade conhece a luz imutável e, quem a conhece, conhece a Eternidade”.
Essas passagens estão contidas em sua obra
 

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1670655 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Marcuse, membro da Escola de Frankfurt, diz que a razão filosófica ou razão crítica cedeu lugar à razão cientifica, tecnológica ou razão instrumental.
Para Marcuse, a razão tornou-se instrumental porque
 

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1659704 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia o trecho da entrevista com um médico epidemiologista.
Folha – Não é contraditório um epidemiologista questionar o conceito de risco?
Luis David Castiel – Tem também um lado opressivo que me incomoda. Uma dimensão moralista, que rotula as pessoas que se expõem ao risco como displicentes e que, portanto, merecem ser punidas [pela doença], se acontecer o evento ao qual estão se expondo. Estamos à mercê dessa prescrição constante que a gente tem que seguir. Na hora em que você traz para perto a ameaça, tem que fazer uma gestão cotidiana dela. Não há como, você teria que controlar todos os riscos possíveis e os impossíveis de se imaginar. É a riscofobia.
Folha – Há um meio do caminho entre a fobia e o autocuidado?
Luis David Castiel – A pessoa tem que puxar o freio de emergência quando achar necessário, decidir até que ponto vai conseguir acompanhar todos os ditames da saúde. (…) Na saúde, a vigilância constante, o excesso de exames criou uma nova categoria: a pessoa não está doente, mas não é saudável.
Está sob risco.
(Folha de S.Paulo, 11.04.2011. Adaptado.)
Assinale a alternativa que contempla adequadamente a opinião do médico, sob o ponto de vista filosófico.
 

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1627606 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
O cogito cartesiano “se duvido penso; se penso existo” diz respeito
 

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