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Foram encontradas 40.171 questões.

3929208 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Enunciado 4880838-1
 Em comemoração ao Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (25 de julho), as professoras de História e de Arte de uma escola de Ensino Médio se juntaram para propor uma atividade interdisciplinar que convidava as turmas da 2ª série a refletir criticamente sobre imagens atribuídas à líder quilombola. Sobre a Figura 1, as professoras informaram que o artista nunca esteve no Brasil e não tinha qualquer relação com a história de Tereza; em relação à Figura 2, revelaram que a fotografia retrata uma mulher negra no Brasil do século XIX, quase cem anos após a morte de Tereza. Durante a atividade, surgiram comentários como: “A primeira imagem é a verdadeira porque é muito usada nos livros didáticos.”; “Acho que qualquer imagem serve, desde que mostre que ela era uma mulher negra”. Considerando o protagonismo de Tereza de Benguela, as trajetórias de lutas de mulheres por direitos na história do Brasil e o conceito de política, é correto afirmar que
 

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3929205 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Com base no texto apresentado, qual proposta articula uma avaliação processual com a compreensão sobre a independência da Índia?
 

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3929204 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Um professor de História, do Ensino Médio, apresentou esse texto para discutir com os estudantes os desdobramentos globais após a Segunda Guerra Mundial, como o acirramento das lutas anticoloniais, que resultaram em independências de países da África e da Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã, que
 

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3929203 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Após abordar em suas aulas o imperialismo na Ásia entre os séculos XIX e XX, um professor de História de Ensino Médio realizou uma atividade para estimular uma postura crítica e investigativa. Com base no texto, o objetivo e a metodologia da atividade foram, respectivamente,
 

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3929201 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Um professor de História, do Ensino Médio, planejou uma aula sobre o imperialismo inglês na Índia, com base nas produções audiovisuais citadas no texto. Para estimular uma postura investigativa e científica, valorizando o protagonismo do estudante, a atividade deve
 

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3929200 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Sempre foi máxima inalteravelmente praticada em todas as Nações, que conquistaram novos domínios, introduzir logo nos povos conquistados o seu próprio idioma, por ser indisputável, que este é um dos meios mais eficazes para desterrar dos povos rústicos a barbaridade dos seus antigos costumes; e ter mostrado a experiência, que ao mesmo passo, que se introduz neles o uso da língua do príncipe, que os conquistou, se lhes radica também o afeto, a veneração, e a obediência ao mesmo príncipe. Observando pois todas as Nações polidas do mundo, este prudente, e sólido sistema, nesta conquista se praticou tanto pelo contrário, que só cuidaram os primeiros Conquistadores estabelecer nela o uso da língua, que chamaram geral; invenção verdadeiramente abominável, e diabólica, para que privados os Índios de todos aqueles meios, que os podiam civilizar, permanecessem na rústica, e bárbara sujeição, em que até agora se conservavam. Para desterrar esse perniciosíssimo abuso, será um dos principais cuidados dos diretores, estabelecer nas suas respectivas povoações o uso da língua portuguesa, não consentindo por modo algum, que os meninos, e as meninas, que pertencerem às escolas, e todos aqueles Índios, que forem capazes de instrução nesta matéria, usem da língua própria das suas Nações, ou da chamada geral; mas unicamente da portuguesa, na forma, que Sua Majestade tem recomendado em repetidas ordens, que até agora se não observaram com total ruína espiritual, e temporal do estado.
MENDONÇA FURTADO. Diretório que se deve observar nas Povoações dos Índios do Pará, e Maranhão, enquanto Sua Majestade não mandar o contrário (1755).
Disponível em: www2.senado.leg.br. Acesso em: 26 maio 2025.
Em uma aula de História, a professora abordou o processo de colonização portuguesa e as diferentes formas de dizimação dos povos indígenas. Ela destacou o etnocídio, ou seja, a destruição da cultura e da língua desses povos. Como metodologia, a turma comparou a fonte citada com informações que apontam para a atual situação das línguas indígenas. Para consolidar a atividade, os estudantes fizeram um levantamento dos povos indígenas e das línguas faladas no Brasil. Essa estratégia didática possibilitou compreender
 

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3929198 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
O Congresso da Mocidade Negra tem que se realizar, muito embora os trânsfugas pensem que a raça não esteja preparada para o certame, dentro da estabilidade essencial. Porém, a raça espoliada fará o seu congresso, entre as angústias e as glórias do seu antepassado, baseando-se nas esperanças de uma nova redenção para a família negra brasileira.
Jornal O Clarim d’Alvorada (1929) apud GOMES, F. Negros e política (1888-1937).
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.

Um professor apresentou aos estudantes esse trecho de uma notícia publicada em 1929 no jornal O Clarim d’Alvorada, criado por um grupo de intelectuais negros. No texto, é possível observar a defesa da realização do 1º Congresso da Mocidade Negra no Brasil. A análise do trecho da fonte documental em sala de aula demonstra a seguinte característica da organização do movimento negro brasileiro nas primeiras décadas do século XX:
 

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3929197 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Ao abordar a questão da Palestina, um professor do Ensino Médio explicou para a turma que a forma de descrever um conflito não é neutra ou isenta, mas faz parte das disputas inerentes ao próprio conflito. Qual alternativa indica o objetivo comum entre Israel e Palestina na forma de descrever o conflito tratado?
 

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3929195 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880825-1

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do

trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.

São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2

A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.

ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.

Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Com base na charge e no texto, uma professora perguntou aos estudantes se o cenário descrito se aplicava à América Latina. Diante das respostas positivas, a professora solicitou que pesquisassem as causas desse processo, reconhecendo as medidas adotadas pelos governos autoritários nos anos 1970. Com uma postura crítica e investigativa, a pesquisa constatou as seguintes características que impactaram a população latino-americana durante os anos 1970:
 

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3929194 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND

TEXTO 1

Enunciado 4880824-1

TEIXEIRA, V. In: ANTUNES. R. (Org.). Riqueza e miséria do

trabalho no Brasil IV: trabalho digital, autogestão e expropriação da vida.

São Paulo: Boitempo, 2019.



TEXTO 2

A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.

ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho.

Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Ao abordar a charge e o texto, uma professora solicitou aos estudantes do Ensino Médio que analisassem o contexto descrito. A política e a medida econômica que caracterizam o cenário apresentado são, respectivamente,
 

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