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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Candiota-RS
A língua é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Araçariguama-SP
Assinale a alternativa correta quanto aos autores e obras da Literatura Infantil Brasileira:
I- Monteiro Lobato é conhecido como o pai da literatura infantil no Brasil, por ter sido um dos primeiros a desenvolver um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado.
II- O Fantástico Mistério de Feiurinha, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de literatura, no ano de 1986, é de autoria de Ziraldo.
III- Cartunista, desenhista, jornalista, cronista, chargista, pintor e dramaturgo brasileiro: Ziraldo é muitos em um só. Foi um dos fundadores da revista humorística “O Pasquim” durante a ditadura militar, mas na literatura infantil o destaque de sua carreira é a criação do personagem Menino Maluquinho.
IV- A Bolsa Amarela é um dos livros mais conhecidos de Ruth Rocha. Na história conhecemos Raquel, uma menina que esconde a vontade de não crescer, de ser um menino e de ser escritora em sua bolsa amarela. Além dessas vontades inusitadas, Raquel também abriga em sua bolsa alguns amigos secretos como o galo Afonso e um alfinete de fralda.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Jacareí-SP
Texto para as questões 4 a 10.
Recomece
(Fragmento - Bráulio Bessa)
Quando a vida bater forte
e sua alma sangrar,
quando esse mundo pesado
lhe ferir, lhe esmagar...
É hora do recomeço.
Recomece a LUTAR.
Quando tudo for escuro
e nada iluminar,
quando tudo for incerto
e você só duvidar...
É hora do recomeço.
Recomece a ACREDITAR.
Quando a estrada for longa
e seu corpo fraquejar,
quando não houver caminho
nem um lugar pra chegar...
É hora do recomeço.
Recomece a CAMINHAR.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poemas-braulio-bessa/
É CORRETO afirmar que o texto lido é do gênero:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Maranatha
Orgão: Pref. Farol-PR
“Foi de fato uma transformação cheia de modernidade, que pôs em xeque o idealismo romântico e as explicações religiosas, questionando a legitimidade das oligarquias, propondo explicações científicas e interpretações de cunho relativista e comparativo, inclusive pela mudança profunda nos estudos de Direito, que formavam o centro da cultura acadêmica. Geralmente republicanos, abolicionistas e alguns deles até próximos do socialismo, esses intelectuais questionaram os fundamentos tradicionais da sociedade brasileira, como a monarquia, a religião, as hierarquias do privilégio, procurando explicações nas forças do meio e da raça, considerados então fatores que permitiam conhecer cientificamente os produtos da cultura.”
CANDIDO, Antonio. Iniciação à literatura brasileira. 5ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2007.
Em se tratando de literatura, a escola a que o excerto acima faz referência é o:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFC
Assinale a alternativa na qual a estrofe do poema abaixo apresente versos brancos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFC
Instrução: A questão de número 28 refere-se ao poema abaixo.
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar…
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar…
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar…
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar…
Estava perto do céu,
Estava longe do mar…
E como um anjo pendeu
As asas para voar…
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar…
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par…
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar…
Sobre o poema apresentado anteriormente, do poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens, assinale a alternativa que NÃO indica uma característica simbolista presente no texto.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFC
Instrução: A questão de número 27 refere-se ao texto abaixo.
O Vergalho
Tais eram as reflexões que eu vinha fazendo, por aquele Valongo fora, logo depois de ver e ajustar a casa. Interrompeu-mas um ajuntamento; era um preto que vergalhava outro na praça. O outro não se atrevia a fugir; gemia somente estas únicas palavras:
— «Não, perdão, meu senhor; meu senhor, perdão! » Mas o primeiro não fazia caso, e, a cada suplica, respondia com uma vergalhada nova.
— Toma, diabo! dizia ele; toma mais perdão, bêbado!
— Meu senhor! gemia o outro.
— Cala a boca, besta! replicava o vergalho.
Parei, olhei... Justos céus! Quem havia de ser o do vergalho? Nada menos que o meu moleque Prudêncio, — o que meu pai libertara alguns anos antes. Cheguei-me; ele deteve-se logo e pediume a benção; perguntei-lhe se aquele preto era escravo dele.
— E, sim, nhonhô.
— Fez-te alguma cousa?
— É um vadio e um bêbado muito grande. Ainda hoje deixei ele na quitanda, em quanto eu ia lá embaixo na cidade, e ele deixou a quitanda para ir na venda beber.
— Está bom, perdoa-lhe, disse eu.
— Pois não, nhonhô. Nhonhô manda, não pede. Entra para casa, bêbado!
Saí do grupo, que me olhava espantado e cochichava as suas conjecturas. Segui caminho, a cavar cá dentro uma infinidade de reflexões, que sinto haver inteiramente perdido; aliás, seria matéria para um bom capitulo, e talvez alegre. Eu gosto dos capítulos alegres; é o meu fraco. Exteriormente, era torvo o episodio do Valongo; mas só exteriormente. Logo que meti mais dentro a faca do raciocínio achei-lhe um miolo gaiato, fino, e até profundo. Era um modo que o Prudêncio tinha de se desfazer das pancadas recebidas, — transmitindo-as a outro. Eu, em criança, montava-o, punha-lhe um freio na boca, e desancava-o sem compaixão; elle gemia e sofria. Agora, porém, que era livre, dispunha de si mesmo, dos braços, das pernas, podia, trabalhar, folgar, dormir, desagrilhoado da antiga condição, agora é que ele se desbancava: comprou um escravo, e ia-lhe pagando, com alto juro, as quantias que de mim recebera. Vejam as subtilezas do maroto!
Considerando-se a temática e os aspectos formais da escrita, assinale a alternativa que indica à qual movimento literário seu autor é considerado como pertencente.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Tarauacá-AC
Leia o soneto abaixo.
Soneto da fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
COUTINHO, Afrânio (org.) - Vinícius de Moraes - Obra Poética. Rio de Janeiro: José Aguilar Editora, 1968. p. 293. Disponível em: http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/literatura/sonetodafideli dade.htm. Acesso em: 02 jan. 2023.
As rimas do soneto ocorrem por meio da utilização majoritária de:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Ituberá-BA
Sobre os versos de Vinicius de Moraes, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
(Primeiro Quarteto ou Primeira Estrofe)
“De tudo ao meu amor serei atento / Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto / Que mesmo em face do maior encanto / Dele se encante mais meu pensamento”.
(Segundo Quarteto ou Segunda Estrofe)
“Quero vivê-lo em cada vão momento / E em seu louvor hei de espalhar meu canto / E rir meu riso e derramar meu pranto / Ao seu pesar ou seu contentamento”.
I - Os versos do primeiro quarteto têm rimas preciosas.
II - Há expressões que identificam características de infidelidade amorosa.
III - A expressão: “E rir meu riso” exemplifica pleonasmo.
IV - Na segunda estrofe, temos exemplo de pronome posposto ao verbo.
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